quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Humor à solta!

Vai uma anedota?

Quando um grupo de amigos se junta à volta da mesa, há duas coisas que acontecem de certeza. A primeira é «dar de beber à dor», pois a seco a palavra não brota fácil. A segunda é o contar de anedotas que ajuda a passar o tempo e traz boa disposição.
Desta vez folheei os meus alfarrábios e trouxe-vos esta, para ajudar a passar esta quinta-feira chuvosa.
Confusão no velório
Eram dois pescadores gémeos.
Um casado e o outro solteiro.
O solteiro tinha uma lancha de pesca já velha.
Um dia, a mulher do casado morre.
E como uma desgraça nunca vem só, a lancha do irmão solteiro afunda-se no mesmo dia.
Uma senhora, dessas velhotas curiosas e alcoviteiras, soube da morte da mulher e resolve dar os pêsames ao viúvo, mas confunde os irmãos e acaba por se dirigir ao irmão que perdeu a lancha.
- Eu só soube agora. Que perda enorme. Deve ser terrível para si.
O solteiro, sem entender bem, explicou:
- Pois é. Eu estou arrasado. Mas é preciso ser forte e enfrentar a realidade. De qualquer modo, ela já estava muito velha. Tinha a parte de trás toda rebentada, deitava um cheiro horrível a peixe e vazava água como nunca vi. Tinha uma grande racha na frente e um buraco atrás que, cada vez que eu a usava, ficava maior. Mas eu acho que o que ela não aguentou, foi mesmo eu empresta-la a quatro amigos que se divertiam com ela. Eu sempre lhes disse para eles irem com calma, mas desta vez foram os quatro juntos e isso foi demais para ela... Foi-lhe fatal!
A velhinha desmaiou.

Como está Sr. Feliz?

Como está Sr. Contente?
Cada fotografia encerra uma história muito própria e traz-nos à recordação coisas que nem ao Diabo lembram.
Hoje, quando deitei os olhos nesta relíquia dos meus tempos na Briosa, veio-me à ideia aquela rábula, feita na RTP, pelo Nicolau Breyner e Herman José e de que todos se lembrarão com certeza.
Mil e uma recordações me desperta esta imagem, mas que querem, foi aquilo que em primeiro lugar pensei quando olhei para ela.

O Rancho da Porca!

«Esquadrilha do rancho da porca»
Que quatro! Eu, Sotero o Fotografo, Fuzileiro Chera e Mar. Merg. Delgado

Mesmo que o grupo fosse reduzido para uma fresquinhas, havias aqueles que nunca faltavam
como será fácil constatar pela sua presença em muitas das fotografias.

!!! Cerveja cristalina , era a dois M e Laurentina !!!

Quando acabada a refeição, normalmente a regadela continuava, pois as multas aplicadas por infractores, eram eram regras inventadas, pois elas vinham dos nossos antepassados e não haviam atenuantes. Um dos exemplos e a que mais infractores ocasionava, era quando algum de nós deitassemos dentro da travessa uma fatia de cêmea, depois de lá ser metido ninguem poderia comer enquanto não fosse retirada. Muitas multas, porque propositadamente nos procuravamos distrair uns aos outros. Não se percebe que no presente se tivermos uma vida preenchida, tenhamos o desejo de que o passado regressasse, até porque a lei da vivência não o permite, e ainda bem que tudo o que nasce morre, mas verdade que casos ocorridos no passado e quando recordados, por vezes levam-nos a esquecer o que anteriormente foi afirmado. Mas seguramente que recordar o passado é viver duas vezes.

Me... Tarzan!


A aguardar texto

Encosta-te a mim!


A aguardar texto

Serenata!


Aguarda texto a condizer

As Lanchas do Niassa!



São inúmeras as vezes que recorro ás Fotos das Lanchas no Lago Niassa. Pois é.....
Deslocavam-se assiduamente ao Malawi para transportarem combustível e assim era possivel trazer outrs coisas, como por exemplo, as famosas e apetitosas galinhas, coelhos, etc., etc..

Dedicatória!



DEDICO ESTE BLOGUE AO AMIGO JOSÉ LUIS TORRES COMO PROVA DE ADMIRAÇÃO
PELO DESAFIO E O AMOR QUE PARTILHA EM TERRAS DE ALÉM - MAR
Dedicatória em 21 de Junho do ano de 2009.

José Luis Torres!

Tomei conhecimento por vários Orgãos de Comunicação, que o trabalho inovador que está a procurar desenvolver é fabuloso. Seja no Campo da Educação, Saúde ou Agricultura.

Importantíssimo consultar a Associação Niassa Portugal Amizade.




VAMOS AJUDAR A CONCRETIZAR ESTA ASPIRAÇÃO SOLIDÁRIA EM METANGULA

UM HOMEM PORTUGUÊS = NOME: JOSÉ LUIS TORRES - UM EXEMPLO


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Do Valdemar Marinheiro com um abraço
29/06/1950

PARTICIPE COM O SEU TESTEMUNHO . RECORDAR É VIVER DUAS VEZES

Paixão!


Metangula - 1968. Esta imagem é um testemunho da minha paixão pela colecção de decalcomanias da vida selvagem africana.