quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Apresentações Fotográficas
Um Lago Mais Três Amigos
O Crementar de uma sá amizade entre nós três, que não nos conheciamos e que distavamos a muitos quilómetros uns dos outros, só foi possivel por um amor que nos uniu, o amor que nutrimos por Metangula/Lago Niassa.
Tudo começou, quando o José Luis Torres entrou em contacto comigo por no Niassa ter lido o meu Blogue e ter estabelecido contacto. Mantivemos um contacto regular, por vezes interrompido, pelas dificuldades acrescidas da falta de Net da parte dele. Posteriormente o Carlos também numa passagem por um dos meus Blogues estabeleceu contacto, mantivemos uma relacção de amizade e o Carlos perito nisto das Net´s e Blogues optou por me ajudar e tem desenvolvido um trabalho fabuloso, a dois filhos da Escola o Manuel Araújo Cunha (Douro Inteiro) e ao Carlos, quase tudo devo por estar a desenvolver este magnifíco trabalho.
Há bem pouco tempo desloquei-me à Povoa do Varzim a casa do Carlos, para nos conhecermos e receber a aula do mestre. Dei aconhecer ao Carlos o convite que tinha do amigo José Luis Torres que iria regressar do Niassa e estava combinado nos encontrar em casa dele em Condeixa para nos conhecermos pessoalmente.
O Carlos com toda a paixão e amor pelo Niassa disponibilizou-se de imediato para me acompanhar, hoje lá seguimos rumo ao destino. Durante cerca de sete horas em que durou o encontro, o Niassa esteve presente, confesso que foi mais um dia maravilhoso.
Um repasto preparado pelo amigo José Luis, que é um especialista em culinária e ainda confessionado com umas tantas coisas trazidas de Moçambique, a recordar o sabor de 4 décadas atrás, tira todas as palavras que queiramos aqui introduzir, para descrever o maravilhoso tempo passado.
Amigo não tenho palavras para descrever a felicidade que me proporciou a mim e ao Carlos este nosso encontro.
Ficou cimentada uma amizade que irá continuar e seguramente, que este não terá sido o nosso único encontro, tal foi o calor de que ele se revestiu.
Seguramente que nos iremos encontrar ou em Nogueira da Regedoura, ou na minha Aldeia no Douro. Até lá os contactos irão continuar.
Um abraço Niassista
A Garça e a Lagartixa
Guerra Psicológica
Chovia copiosamente, mesmo assim não evitamos a fazer uma visita surpresa a casa do Filho da Escola Magalhães, tão perto que vive de mim e eu nunca o tinha encontrado até quando à quinze dias atrás me desloquei a casa dele a mando do Carlos, para saber algo a seu respeito.
Fiquei deveras contentíssimo, da forma calorosa como o escolinha me recebeu e a sua Esposa, que se não conhecesse a intensidade com que as nossas esposas vivem a nossa vida na Armada. Me convenceria que ela lá teria estado.
Tinhamos previsto um encontro em Condeixa com um Amuigo vindo do Niassa, o Carlos não poderia perder a oportunidade de estar com o seu filho da escola, da forma como tinha sido recebido nem pitada dei a conhecer, queria-lhe telefonar, mais eu fui adiando, porque queria guardar essa surpresa de hospitalidade com que o Carlos seguramente seria recebido. Palavras para quê!.... que se veja o Blogue da Companhia de Fuzileiros nº 2 e está lá tudo escarrapachado na cara deles. Recomenda-se uma visita.
Metangula e a merecida bandeira
sábado, 12 de dezembro de 2009
Memórias de Marinheiro
Marinha, mais que uma paixão, um grande amor
É preciso crescer ao sabor das ondas, seguir um rumo, e não deixar que o Barco se afunde.
Memórias da minha Juventude
O meu Lar:
Mesmo que a chuva e o frio, não sejam impeditivos para saír de casa, o acender da lareira e o poder recostar-me no conforto da minha cozinha, apreciando o pinheiro e outros enfeites natalícios, vêm-me à memória gradas recordações dos Natais da minha infância e juventude e com essas recordações e felicidade, leva-me hoje a continuar seguir fielmente o legado deixado pelos meus pais.
Tal como eles, uns três dias antes a patroa começa a meter de molho as "postalhaças" do grosso bacalhau, sempre comprado por mim, e as mergulha num grande bidão, com àgua abundante e a muda várias vezes.
A dispensa é abastecida com reforços de farinha, ovos e açucar, que aguardam pelas rabanadas e aletria.
Perservo um ritual que vem do tempo dos meus visavós, conservando esta ceia bacalhoeira no dia 24 .
Continua com a roupa-velha, ao almoço do dia 25, para à noite continuar com as postas do Bacalhau assado na brasa, bem regado com azeite novo vindo directamente do engenho.
Este Natal tradicional representa para mim uma quadra de plena felicidade, contrastando com a tristeza que sentia, quando na Briosa tinha de me sujeitar a outros usos e costumes tradicionais de outras localidades.
É este o meu Natal, mas respeito o dos outros. Fala a sabedoria popular. Cada Terra com seu Uso, cada Roca com seu Fuso.
A todos desejo: UM FELIZ NATAL
Pica a Mula!
Filhos da Escola!
Poses!
Conseguem ver o puto, lá atrás?
E capim? Capim é mato!
Meio olhar e patilhas à "Compadre"!
A coisa parecia séria - Nuvens de mosquitos!
A coisa era mesmo sério, quando se levantavam aquelas nuvens de mosquitos e acabados de chegar a Metangula era um panoramo único. Tapavam por completo as lampadas eléctricas na Taberna do Henrique e Bar do Neves.
A principio incomodava e quando caím dentro dos copos de cerveja, era como se diz na minha Aldeia que Ticha e votavamo-la fora, passados uns dias, já ía tudo, então diziamos que era o Camarão do Lago. Se os nativos as aproveitavam na praia, é porque eram boas, no final já escorregava tudo pela goela abaixol, e diga-se que nem eram mal saborosas, faziam a seveja mais adocicada.

Havia sempre um amigo por perto!
Moreno? Por mais sol que apanhasse, a coisa não pegava!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Olhos no Horizonte!
Niassa como é bom lembrar
A nossa sá camaradagem
Com histórias de encantar
Vividas pela marinhagem
II
Vou aproveitar a reforma
Nesta actividade diferente
Escrevendo essas histórias
P´ra levar a toda a Gente
Body Building!
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