quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Gostos Natalícios

Quero acreditar no Pai Natal
Quero acreditar
Natal:-2009

Cultivo do Pai Natal
Tradição ainda é o que era.
Sou totalmente a favor do culto do Pai Natal, indiferente a se ele é profano ou religioso. Ou se é as das coisas, dependendo da interpretação de cada um.Importante para mim é saber e sentir, que quando se apróxima a data 24/25 de Dezembro, uns tempos antes, a grande maioria se moiliza para conviver amorosamente todos estes dias . É-me indiferente e nem me importa saber a que o ligam, mesmo que não sou professante de qualquer religiosidade. Sou a favor do Pai Natal, porque ele continua dentro do meu coração, e sei que existe dentro de cada um, e que não é de agora, mas que tem sido transportado de geração em geração. Fui assim educado, porque os meus progenitores, e todos os daquele tempo, acreditavam e sentiam necessidade desse Pai Natal. Talvez para eles a parte religiosa era a que mais os mobilizava. Fui assim orientado a dirigir-me à lareira na casa da minha aldeia, e lá encontrar uns presentinhos, que apesar de muito pobres em valor material,eram portadores de uma riqueza incalculável porque eram lá colocados com muito sacrifício, cheios de amor, carinho e fraternidade. Foi assim ate à partida de meus avós, depois dos meus Pais, quando eu já contava mais de cinco décadas, assim irácontinuar nas minhas filhas dasdo o seu apego..Adoro ver, porque é bonito e saudável os familiares e amigos imcunbidos do espirito natalício. Enquanto não é possivel fazer-se um Natal todos os dias(que eu acredito que venha a acontecer), pelo menos que se mantenham estes dias. Durante todo o mês, ocorrem eventos assinalando a època, permite a muitos daqueles que durante um, vários, ou até em toda a sua vida nunca receberam um pingo de amor, mas vêm chegada a oportunidade de poderem desfrutar desses dias solidários. Dos muitos voluntariados, novos em cada ano aparecem a partilharem pela primeira vez, apercebendo-se do valor que representa a solidariedade e ajuda voluntária, acabam nos se integrarem no voluntariado diário. Em que ruas da amargura andaria a partilha e solidariedade e amor pelo próximo, não fosse a prenda no Sapatinho. É que para receber prenda de amor e fraternidade, não existem idades.Por mim vou continuar a adorar e a sustentar a existência do Pai Natal que tenho dentro de mim. Preciso acreditar e acredito mesmo, neste Pai Natal que só me trás coisas boas. É bom, é fraterno e Solidário.

O Novo Defesa Direito

Porque me fazes sofrer Tanto!.... Que bom seria, que a nova aquisição se venha a tornar num verdadeiro Leão e não numa àguia, que só pelo comer já ficam caras.
Justo dar-lhe o benefício da dúvida, mas se o homem tiver metade da vontade daquela que deu a conhecer aos Orgão da Comunicação Social, poderá a vir merecer o nosso respeito e total apoio.
Esperar é uma das nossas grandes virtudes.
Não havia necessidade
Depois de um dia maravilhoso, poderia ter sido continuado até ao final da noite, não fora eu não resistir a ver o meu Sporting. Não esperava milagres, mas poderiam e deveriam ter feito muito melhor.
Os Sportinguistas podem agradecer à maioria destes jogadores, pois testam-nos o coração cada vez que o nosso clube joga. Os verdadeiros Leões que não morrerem ao ver estes lagartos, também resistem seguramente aos ataques cardíacos. Mas acredito que contra à Naval as coisas vão melhorar. Por favor não nos estraguem o fim de semana.

Grijó em Casa do magalhães

O Carlos e a esposa do Magalhães
Boa disposição?... Palavras para quê
Revendo Fotografias de Moçambique
Não deias peixe a quem quer ser pescador. Ensina-o a pescar.

A Fome e a Vontade Comer

Unidos por um LagoPrimeiros momentos

Apresentações Fotográficas

Fotogenia continuada
Nem ficaram mal no retrato
Um Lago Mais Três Amigos
O Crementar de uma sá amizade entre nós três, que não nos conheciamos e que distavamos a muitos quilómetros uns dos outros, só foi possivel por um amor que nos uniu, o amor que nutrimos por Metangula/Lago Niassa.
Tudo começou, quando o José Luis Torres entrou em contacto comigo por no Niassa ter lido o meu Blogue e ter estabelecido contacto. Mantivemos um contacto regular, por vezes interrompido, pelas dificuldades acrescidas da falta de Net da parte dele. Posteriormente o Carlos também numa passagem por um dos meus Blogues estabeleceu contacto, mantivemos uma relacção de amizade e o Carlos perito nisto das Net´s e Blogues optou por me ajudar e tem desenvolvido um trabalho fabuloso, a dois filhos da Escola o Manuel Araújo Cunha (Douro Inteiro) e ao Carlos, quase tudo devo por estar a desenvolver este magnifíco trabalho.
Há bem pouco tempo desloquei-me à Povoa do Varzim a casa do Carlos, para nos conhecermos e receber a aula do mestre. Dei aconhecer ao Carlos o convite que tinha do amigo José Luis Torres que iria regressar do Niassa e estava combinado nos encontrar em casa dele em Condeixa para nos conhecermos pessoalmente.
O Carlos com toda a paixão e amor pelo Niassa disponibilizou-se de imediato para me acompanhar, hoje lá seguimos rumo ao destino. Durante cerca de sete horas em que durou o encontro, o Niassa esteve presente, confesso que foi mais um dia maravilhoso.
Um repasto preparado pelo amigo José Luis, que é um especialista em culinária e ainda confessionado com umas tantas coisas trazidas de Moçambique, a recordar o sabor de 4 décadas atrás, tira todas as palavras que queiramos aqui introduzir, para descrever o maravilhoso tempo passado.
Amigo não tenho palavras para descrever a felicidade que me proporciou a mim e ao Carlos este nosso encontro.
Ficou cimentada uma amizade que irá continuar e seguramente, que este não terá sido o nosso único encontro, tal foi o calor de que ele se revestiu.
Seguramente que nos iremos encontrar ou em Nogueira da Regedoura, ou na minha Aldeia no Douro. Até lá os contactos irão continuar.
Um abraço Niassista

A Garça e a Lagartixa

Guerra Psicológica
Que Garça, com Lagartixa que nunca chega a Jacaré
Chovia copiosamente, mesmo assim não evitamos a fazer uma visita surpresa a casa do Filho da Escola Magalhães, tão perto que vive de mim e eu nunca o tinha encontrado até quando à quinze dias atrás me desloquei a casa dele a mando do Carlos, para saber algo a seu respeito.
Fiquei deveras contentíssimo, da forma calorosa como o escolinha me recebeu e a sua Esposa, que se não conhecesse a intensidade com que as nossas esposas vivem a nossa vida na Armada. Me convenceria que ela lá teria estado.
Tinhamos previsto um encontro em Condeixa com um Amuigo vindo do Niassa, o Carlos não poderia perder a oportunidade de estar com o seu filho da escola, da forma como tinha sido recebido nem pitada dei a conhecer, queria-lhe telefonar, mais eu fui adiando, porque queria guardar essa surpresa de hospitalidade com que o Carlos seguramente seria recebido. Palavras para quê!.... que se veja o Blogue da Companhia de Fuzileiros nº 2 e está lá tudo escarrapachado na cara deles. Recomenda-se uma visita.
Metangula e a merecida bandeira
Quanto mais te revejo, mais gosto de ti


sábado, 12 de dezembro de 2009

Memórias de Marinheiro

Marinheiro uma Distinção
Marinha, mais que uma paixão, um grande amor
É preciso crescer ao sabor das ondas, seguir um rumo, e não deixar que o Barco se afunde.

Memórias da minha Juventude
O meu Lar:

Mesmo que a chuva e o frio, não sejam impeditivos para saír de casa, o acender da lareira e o poder recostar-me no conforto da minha cozinha, apreciando o pinheiro e outros enfeites natalícios, vêm-me à memória gradas recordações dos Natais da minha infância e juventude e com essas recordações e felicidade, leva-me hoje a continuar seguir fielmente o legado deixado pelos meus pais.

Tal como eles, uns três dias antes a patroa começa a meter de molho as "postalhaças" do grosso bacalhau, sempre comprado por mim, e as mergulha num grande bidão, com àgua abundante e a muda várias vezes.

A dispensa é abastecida com reforços de farinha, ovos e açucar, que aguardam pelas rabanadas e aletria.

Perservo um ritual que vem do tempo dos meus visavós, conservando esta ceia bacalhoeira no dia 24 .

Continua com a roupa-velha, ao almoço do dia 25, para à noite continuar com as postas do Bacalhau assado na brasa, bem regado com azeite novo vindo directamente do engenho.

Este Natal tradicional representa para mim uma quadra de plena felicidade, contrastando com a tristeza que sentia, quando na Briosa tinha de me sujeitar a outros usos e costumes tradicionais de outras localidades.

É este o meu Natal, mas respeito o dos outros. Fala a sabedoria popular. Cada Terra com seu Uso, cada Roca com seu Fuso.

A todos desejo: UM FELIZ NATAL

Pica a Mula!

Já naquela idade tinha que a picar! Faço ideia agora!
Transporte moderno naquele tempo, na Base Naval do Alfeite


Aprendiz de Violeiro!

Mais uma balada que vos deixo aqui com esta imagem

Filhos da Escola!


Gentes de Penafiel - O meu conterrâneo e amigo "Sinaleiro"

Quem me ajuda a identificar este local?
E, já agora, os filhos da escola que me acompanham?

Escola de Alunos Marinheiros - 7ª Companhia

A fotografia não está lá grande coisa, mas como vale tudo...!