Como é possivel isto acontecer no nosso Portugal ?!...
Retrato de um ex-combatente
Será que só acontece com gente do meu País
Certo que os exemplos de outros tempos, nos levam a concluír que o que acontece nos dias de hoje é apenas e só a continuidade daquilo que em tempo algum deveria ter acontecido. Osverdadeiros servidores da Pátria, lançados ao abandono.
Não sou analista e nem o poderia ser, já que o assunto me toca profundamente.
Não excluo até a hipótese, de que foi benéfico dar-se a conhecer o que se passa com gente que no florescer da sua Juventude foi mandado para uma dita Guerra que apenas e só servia para sustentáculo de determinada hélite.
Estava arrasado pelo testemunho de um sobrevivente do maior desastre mortifero, (da forma desumana como foram tratados ocorrido) com tropas portuguesas, quando uma horas depois, deparo com uma reportagem no canal um da R.T.P., falando e apresentando os sem abrigo, apercebi-me então que se tratava de ex-Combatentes da Guerra do Ultramar.
Não me foi possivel ouvir muito da reportagem, pois aquilo que ía conseguindo ouvir perturbava-me, e entristecia-me, ao ponto de ter de me ausentar e voltar quando me sentia melhor.
Deu para perceber que os entrevistados sentiam profundamente os traumas da guerra, ao que também apercebi, totalmente lançados quase totalmente ao abandono.
Vou procurar voltar as vezes que forem necessárias até que consiga ouvir e ver toda a reportagem.
Estamos prestes a findar o ano de 2009 e a entrar no de 2010, seria justissimo, que quem dirigi os destinos deste país dedicasse um minímo de atênção e observação, para o grave problema que afecta a quase totalidade dos ex-combatentes, que parassem de continuar a cortar nos poucos ou quase nenhuns direitos que eles têm. Não é gente que cometeu nenhum crime, são valentes e honestos servidores da Pátria.
Não é com os míseros euros (e mesmo nestes continuando a cortar) que resolvem os seus gravissimos problemas.
Foram homens muitos deles, que em situações quase dramáticas ali viveram dois anos.
Até aqui, quando pessoas com responsabilidades, são obrigadas a abordarem este tema, apetece dizer:
Que bem prega Frei Tomás!::::
Será que só acontece com gente do meu País
Certo que os exemplos de outros tempos, nos levam a concluír que o que acontece nos dias de hoje é apenas e só a continuidade daquilo que em tempo algum deveria ter acontecido. Osverdadeiros servidores da Pátria, lançados ao abandono.
Não sou analista e nem o poderia ser, já que o assunto me toca profundamente.
Não excluo até a hipótese, de que foi benéfico dar-se a conhecer o que se passa com gente que no florescer da sua Juventude foi mandado para uma dita Guerra que apenas e só servia para sustentáculo de determinada hélite.
Estava arrasado pelo testemunho de um sobrevivente do maior desastre mortifero, (da forma desumana como foram tratados ocorrido) com tropas portuguesas, quando uma horas depois, deparo com uma reportagem no canal um da R.T.P., falando e apresentando os sem abrigo, apercebi-me então que se tratava de ex-Combatentes da Guerra do Ultramar.
Não me foi possivel ouvir muito da reportagem, pois aquilo que ía conseguindo ouvir perturbava-me, e entristecia-me, ao ponto de ter de me ausentar e voltar quando me sentia melhor.
Deu para perceber que os entrevistados sentiam profundamente os traumas da guerra, ao que também apercebi, totalmente lançados quase totalmente ao abandono.
Vou procurar voltar as vezes que forem necessárias até que consiga ouvir e ver toda a reportagem.
Estamos prestes a findar o ano de 2009 e a entrar no de 2010, seria justissimo, que quem dirigi os destinos deste país dedicasse um minímo de atênção e observação, para o grave problema que afecta a quase totalidade dos ex-combatentes, que parassem de continuar a cortar nos poucos ou quase nenhuns direitos que eles têm. Não é gente que cometeu nenhum crime, são valentes e honestos servidores da Pátria.
Não é com os míseros euros (e mesmo nestes continuando a cortar) que resolvem os seus gravissimos problemas.
Foram homens muitos deles, que em situações quase dramáticas ali viveram dois anos.
Até aqui, quando pessoas com responsabilidades, são obrigadas a abordarem este tema, apetece dizer:
Que bem prega Frei Tomás!::::
Um outro dos muitos outros, totalmente abandonados












