domingo, 17 de janeiro de 2010

SPORTING:::::::::SPORTING::::::::SPORTING::::::::

Esteve levezinho,  é mais que bom!!! É Super Bom

ABRUNICO 3 PANCADAS P´RÁ UNIÃO, SENDO QUE DUAS, DO LEVEZINHO

Esforço, Dedicação e Glória
      A nós Sporting não nos basta ser melhores, tempos que contar com aqueles que são piores tem a vida facilitada. Ainda este Domingo assisti a um jogo enquanto lia o Jornal que ganahar é fácil e por muitos. Mas vamos continuando a nossa tarefa espinhosas, sofrendo com os nossos erros, e procurado ultrapassar o que nos é imposto injustamente. 
                  NÃO É LEÃO  QUEM QUER, MAS QUEM JUSTIFICA SÊ-LO
    Se um cirurgião não gosta da cor vermelha, um Sportinguista deve seguir-lhe o exemplo.
     Há ali um Jovem na Povoa do Varzim que hoje deve dormir bem.
     Pelas razões acima citadas, a margem foi confortável.

Gaivotas em Terra

Com a devida Vênia ao Autor do Blogue Companhia de Fuzileiros Nº 2
Os Marinheiros aventureiros, são sempre os primeiros, na terra ou no mar

~
Ao mar alto, ao mar alto,
Ao mar alto, sem ter fundo,
Mais vale andar no mar alto,
Do que nas bocas do mundo

 BRANCA LINDA BRANCA
A minha homenagem  
(À FARDA E A NEVE)
         I
Ó neve que estás caíndo
Lá do alto esfarrapada
O teu manto vai cobrindo
Esta terra minha amada
         II
No meu abrigo, abrigado
Teu bailado apreciando
Deixas-me tão encantado
Que por aqui vou ficando
           III
Ao caíres desse jeito
Em folhinhas retalhada,
Vais construindo teu leito
Ò folheca desfolhada
          IV
Tua brancura é bandeira
D´uma infinita pureza,
E assim és verdadeira,
Nesta bela natureza
         V
Mas quando a lua te entrega
Á luz do Sol recebida,
Tua brancura me cega
Ó fria neve caída
      VI
Pendurada nos pinheiros
Que curvam por amizade,
Tornai-vos dois companheiros
E amigos de verdade
     VII
Folhinhas brancas folhecas,
P´las crianças adoradas,
Transformai-vos em bonecas
Que possam ser embaladas
         VIII
O teu rosto vai mudando,
Ao longo da tua vida,
Mas aqui fica sonhando
Na tua manta estendida.

Os Fuzileiros e a Operação Nó -Górdio

FUZILEIROS  NAS  OPERAÇÕES
     Das muitas coisas a que me ligo, se há as que me tocam profundamente, e pelas quais  sempre lutei e luto, é que os Fuzileiros, sempre foram e são parte integrante da Marinha e com uma mais valia de valor de valor incalculável .Que muito a horaram e honram estou convicto.
    Entre nós os Marinheiros, o que nos fuzila e alastra  profundamente  é a união em torno ddanossa farda, a  honra de a usar, a místíca envolvemente, que causava grande admiração nos militares de outros ramos. Militares,paramilitares e outros.os próprios civis que junto de nós trabalhavam, enche-nos de orgulho, porque sabemos e sentimos que somos peças, de uma engrenagem, dessa nossa querida, que também dá pelo nome de Briosa.
     Não é, nem poderia ser, procurar criar ciúmes em outras fardas, mas esta é mesmo a nossa forma de estar na vida.
      Nos meus tempos de recruta, todos nós cantavamos a portuguesa (Hino  Nacional), se ele nos tocava profundamente, a nossa farda, a nossa camaradagem, a ligação imediata pela a forma  elevada dos nossos relacionamentos e, levava a que num ápice, nos invada e nos incuta uma ligação tão sentimental e tão profunda, que muito sinceramente não sei explicar porque isso acontece.
 Mas sei que sempre assim foi, a prová -lo servem  os testemunhos vindos dos tempos primórdios, ainda dos Galiões e das Naus e Caravelas.
    Conheço bem, porque tirei a Recruta como Grumete na Escola Aunos arinheiros,também conheço a Escola Naval,e toda a Instrução dada aos Oficiais, porque lá estive dois anos na Secretaria, sendo responsável pela distribuição do material para as aulas, incluíndo livros etc. etc.
 Não tenho dúvidas, sei do que falo, que a uns outros, nos ligam com a mesma força, e vivemos a Marinha com a mesma intensidade e alimentamos uma eterna Paixão em muitissimos casos um  amor profundo.
 A reforçar o que digo, possso juntar-lhe os quatro anos de Moçambique, onde sempre trabalhei no EstadoMaior  e Serviço de Informações, onde a minha ligação de serviço era com Oficiais Subalternos e Comandantes, esses sentimento de que falo, me foi dado a conhecer, e não precisavam dizer-me porque nas conversas havidas entre eles e que eu as ouvia,porque ali estava e eles não rsservavam segredos, dispunham de total confiança em mim. Isso e muito mais lhes devo, é a constação desta realidade.
 Verdade, que mesmo no Oficial talvez mais discilplinado e exigente que se me deparou e também um dos mais correctos, conheci-o como primeiro Tenente, Comandante da Esquadrilha de Lanchas em Metangula, depois como Oficial Superior  na Escola Naval, , Espadinha Galo, esse sentimento era por demais evidente. Exigente e rigorôso, mas totalmente disponivel,  sempre pronto a explicar o porquê dessa exigência, um, bom mentor.
 Aquando do 25 de Abril, e quando as forças do Anti, apostarram em incrementar a bandalheirada nos militares, esse abandalhamento resultou  e serviu,  para  que o Povo, ao ver certos militares na Rua descompostos etc. etc. Tivesse vergonha, e ingénuamente acreditou que a culpa era da Revolução e não objectivos lançados pelos contras.
 Indignou-se, e começou então o descrédito total, e abriu-se o caminho, para que logo no dia 26 de Novembro os que tinham partido aurendo-se e deixando cá os seus representantes, coroando-os como vitímas, sendo que viviam em luxuosas Suwites ( Os Vales e Azevedos de Então) e tenham regressado de imediato, com honrarias, fanfarras etc. etc. e ministeriais,e os Trabalhadores por eles de livre e numa chantagem clara terem abandonado fisícamente o País, começam a pagar em muitos casos perdendendo os seus postos de trabalhos e noutros perseguidos pela entidade patronal e seus acólitos durante anos. O 25 de   que alguns se dizem injustiçados, porque não lhes prestam a devidas honrarias e nem são lembrados em comemorações. Vou continuar a fazer o esforço para tentar descortinaro que houve de heroicidade nesse acontecoimento, que apenas e só foi feito, não para afastar o pessoal que se identificava com o espirito do 25 de Abril e o defendia e que eles para lhes ser mais fácil e juntar ao que acima cito a palavra P.C.P. ajudou-os a fazer o resto. Mas não me surpreende, que num destes dias se comecem a louvar e a distinguir de novo, que será a continuadade das atribuíções de desempenho com esforço e dedição por altos cargos, como foi o nosso Santana, não é o Vasco!?....
 O Povo tem memória, e acredito convictamente, que a história nãoos contemplará como heróis, porque um dia virá a prova, que isso apenas serviu para recolocar os Senhores meia dúzia, e com dividendos.
Fala o Povo e esse nunca se engana. Que a conversa é como os raros, que quanto mais se matam, mais raros ficam: E foi com esta raridade,  e lamentações, barafustando comigo mesmo, depois de muitas horas a ver e revêr dois calhamaços. Feito depois de gramar uma reunião da Assembleia de Freguesia que durou cerca de quatro horas, e que me levou chegar a casa às três amanhã, porque as chaves da entrada da porta resolveram também esconderem-se no próprio bolsoi do casaco que estava roto, e estive até às sete a procurar se encontrava uma letra que fosse, a falar dos Fuzileiros na Operação Nó-Gordio e com muita frustração e pena minha, niqueles.
Na Publicação OS ANOS DE GUERRA 1961 a 1975, onde da página 247  à 319 é dedicada a essa operação. Nó- Górdio ( Código Secreto Nó Cego) das Publicações  Dom Quixote.
O Outro = A GUERRA DE ÁFRICA  de 1961 -1975 do Circulo de Leitores o mesmo.
     O desafio está lançado!... Camaradas Fuzileiros, hoje existe esta possibilidade real de dar a conhecer essa participação, com os vossos testemunho. Então este desafio está lançado e justifica-se :- Comecem a contar as vossas participações, porque nós queremos, e desejamos conhecê-las, porque é não é ocultando as realidades, que somos prestáveis ou ficamos de bem com nós mesmo. Prestamos e ficamos bem, se despejarmos o saco assumindo virtudes e erros se for caso disso, carregar -mos  sacos   em muitos casos nos atormenta-nos e tira-nos lucidez.
Por mim fica a certeza, de que o que me chegar, ou eu conseguir obter, darei aqui a conhecer, apenas uma exigências. Que os relatos sejam rigorosos.
Até lá, um Bem Hajam.  

sábado, 16 de janeiro de 2010

Tragédia no Rio Zambeze - Novos Testemunhos

Testemunhos Idóneos
    Quando exigi a mim mesmo, o desafio de meter mãos à obra para conhecer toda a história deste trágico acidente,  fi-lo com a convicção, de que estaria a servir e a ajudar um meu amigo do peito, o qual  sentia a forte necessidade de deixar para os vindouros o seu testemunho de uma guerra, em que esteve por um fio não ter perecido, no comprimento de uma missão,  em serviço da sua Pátria, que ele tanto ama.
Hoje congratulo-me por ele se encontrar mais solto,  e já se lhe notar uma enorme alegria, pois libertou parte do pedadelo que durante todos estes anos o atormentou, mesmo sabendo que as feridas, que nunca serão cicatrizadas, sente que hoje já são menos dolorosas as suas dores. Sente que já descansa melhor.
     Não tenho eu, nem quem comigo empenhado trabalha, a veleidade de que seja possivel a divulgação completa deste acontecimento, e que se chegue possivel saber  toda a história, pois muitos dos sobreviventes já partiram, e consigo levaram  os seus  testemunhos.
 Numa altura, em que como ontem aconteceu, e me tinham informado, que dois mártires, que tinham morrido na Guerra em Moçambique, um deles teria sido neste naufrágio, desloquei-me ao Cemitério de Nogueira da Regedoura, onde eles tem o seu canto dignamente resrevado e uma placa alusiva como Heróis da Pátria e deparo, que uma das fotografias de um desses mártires, já estava irreconhecida e a outra nem  lá encontrava ou o seu nome, e que estava junta na Sepultura, onde se encontram os restos mortais de seu pai.
 Heróis da Pátria em Nogueira da Regedoura   
Pereceu em Junho de 1968 em Moçambique.
 Não  é justo qualquer reparo que a foto esteja junto dos seus, mas o que seria justo que outra estivesse no local reservado aos mártires da Pátria.
 Vou deligênciar Junto da familia e da Junta de Freguesia de Nogueira da Regedoura para que seja devidamente homenageadas as suas memórias.
E com autorização da familia que estou certo acontecerá, lá constem os seus nomes.
   Sei que a familia apenas o fez por outro motivo, a não ser  o de não se aperceberem da importância, e o que representa  ali constarem os seus nomes.
   Quanto ao Executivo.
   Não tenho a menor dúvida que como pessoas de bem vão estar totalmente receptivos.
  O SENHOR Oliveira:
       Um Amigo que apesar dos seus mais de oitenta anos, mantém uma frescura mental invejável.
    Durante muitos anos esteve no Zambeze e conhece a histórias veridicas do naufrágio e como inclusivé o Batelão passado cerca de um ano ainda ali se encontrava. PASME-SE
     O Amigo Oliveira era amississimo do Dono do Batelão o Senhor Manuel Pedreira.
    Passado cerca de uma ano fez a mesma tarvessia de Meponda para Mopeia, qual o espanto dele ao vêr e nem queria acreditar que o Batelkão ainda ali se encontrava.
     No dia da citada travessia a Maré está muito baixa, o Batelão estava adornado e apróximadamente um terço de uma dasamuras estava de fora.
     Foi uma conversa rápida, tenho o seu númwero de telefone e numa primeira oportunidade que espero seja o mais breve possivel voou encontrar-me com ele em Penafiel, para conversamos e recolher o seu testemunho ao pormenor. Até fica a ansiedade, o desejo de que passe bem. Penso que estes dados são de grande importância e como tal não exitei em os registar, para que conste.
 De grão a grão enche a galinha o papo e a pé cocnhinho lá se vai conseguindo dar total credebilidade a todos os testemunhos de que se tem conhecimento.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Lanchas no Niassa

TAL COMO NO ANO DE 1969 COM A PARTICIPAÇÃO DO DFE5
Não há duas Maravilhas sem três
 Dia da Marinha em 1970, celebração em Metangula/Lago Niassa/Moçambique
Gentilmente cedida por um Marujo apaixonado Valdemar Alves do seu album de Recordações
Que lá longe nos confins do Mundo não esquece


Marinha, Lago Niassa e Monte- Foto para deslumbrar
     A Marinha  é a primeira, não só porque é a mais antiga, mas  porque no tempo soube honrar os pergaminhos dos seus antepassados. Foram-se criando  tropas especiais dentro da própria tropa, que  sem conhecimento e incentivos de dicas de irresponsabilidade,  mas as gaivotas, souberam honrar e justificar porque eramos mesmo os da vanguarda.

    Transporte de Lanchas para Metangula/Niassa
     A escola que nos foi ministrada sempre nos orientou no sentido de dar a Cezar o que é de Cezar e não ter qualquer complexo em reconhecer o papel preponderante de homens que muito sofreram, para que podessemos desfrutar de bens importantissimos.
 Desses bravos militares pode destacar-se a primeira Companhia de Comandos formada em Moçambique na Namaacha dos quais veio a fazer parte o Alferes Miliciano Cabral Sacadura que tinha chegado a Moçambique em finais de 1963, na Companhia de Caçadores 598.
     Segundo o seu testemunho em Despertar na vida. Relata:-
     Estive uma vez num transporte de barcos por terra.   Tinhamos que levar lanchas de desembarque por terra e pô-las no Niassa. A maneira como as passámos é histórica: destruíamos as pontes, construiram-se castelos com as travessas dos caminhos-de-ferro e passávamos as lanchas em tracção manual.
 Depois íamos à outra ponta e fazámos a mesma coisa.
 As lanchas eram da Marinha e iam servir para o patrulhamento do lago Niassa.
 Andamos por todo o Moçambique até que, às tantas, falimos.
Lembro-me que na Missão do Cobué, na base de Metangula, que era uma base de fuzileiros navais, deram-nos uma garagem para dormir e dormiamos no chão.
 Queriam que fossemos fazer uma operação, mas eu tinha 54 homens doentes...estavamos podres.
Sabendo-se que as primeiras lanchas a chegarem,  desembarcaram  no porto do Lumbo, próximo da Ilha de Moçambique, sendo a LFP Castor e duas de desembarque médio LDM

Muitos de nós guardamos gratas recordações dessas Lanchas, e ao recordá -las e citar  aqui este testemunho é uma forma de  homenagear todos quantos participaram nessa missão.
     Sendo que no ano de 1966 chegaram as LFP Regulus, Marte e Mercúrio, mais duas LDM e uma LDP, sendo que finalmente em 1967 vieram as LFP Saturno e Urano e ainda uma LDM.
      No total a Marinha dispôs no Lago de cinco LFP, quatro LDM e três LDP, tendo as últimas sido desembarcadas no Porto de Nacala

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Comboiando à Procura de um Lago

Quanto a mim, começava aqui o primeiro teste

Todos quantos nele viajaram jamais o esquecerão
     Certo, desde muito novo, comecei a habituar-me a este tipo de locomtotivas e a vagões de carga, já que aqui na minha aldeia se utilizava a locomotiva e os vagões para transporte de carvão e em muitos casos nelas viajam as familias e o pessoal mineiro. Também quem vivia nas aldeias, e ía para a vida de militar, fazia muitas vezes viagens deste tipo de comboios, ou então viam passar os comboios de mercadorias.
     Mas ao entrar num comboio, e dentro dele, viajarem militares armados até aos dentes (como ousa dizer-se), isso  era impensável não fosse em cenário de guerra.
     Devo confessar: era mesmo assustador esse primeiro contacto.
    Acredito que para as populações então deveria ser um choque tremendo e mesmo para os Checas, aqueles que antes desse contacto, pouco ou nada sabiam daquilo.
     Esta viagem, deixou dentro de todos nós, seguramente uma recordação inesquecivel.
Não vou adiantar mais, vou esperar se comentários houver, voltarei ao assunto, pois é em troca de exeperiências e recordações que avivamos a nossa memória, e assim melhor podemos exprimir os nossos sentimentos e expressar os nossos afectos.
Foi um viagem inesquecível.
Com uma paisagem única.

Boa Sorte Moçambique



Combatentes da Frelimo  

Um Grupo de Combatentes, ainda antes da Indepência
  É convicção minha,que independentemente das nossas convicções ou interpretações, todos aqueles que por lá passaram, e ficaram a amar esta terra, desejam a melhor sorte do mundo para este Povo.

Moçambique = Um Povo Mártir
Apesar da transição para a independência ter sido pacifica, o povo não conheceu a paz durante muitos anos.
     Imediatamente a seguir à Independência, alguns militares portugueses (ou ex-militares) e dissidentes da FRELIMO, instalaram-se na Rodésia, e com o apoio de Salisbúria decretado pelo então  Governo ilegal de Ian Smith por ordem decretada pela ONU que tinha deliberado pela sua ilegalidade.
      Instalaram-se na Rodésia, o que lhes permitiu atacar contra estradas, pontes e colunas de abastecimento dentro de Moçambique. Ofereceu a esse grupo espaço para formarem um movimento  de resistência (Resistência Nacional Moçambicana) RENAMO e criarem uma estação de rádio usada para propaganda antigovernamental.
     Assim continuou até 1980, data da independência do Zimbabué, mas a RENAMO continuou os seus ataques a aldeias e infraesturas sociais em Moçambique semeando minas terrestres em várias estradas, principalmente nas regiões mais próximas das fronteiras com a Rodésia.
     Estas  acções tiveram um enorme papel desestabilizador da economia, uma vez que não só obrigaram o governo a concentrar importantes recursos numa máquina de guerra, mas principalmente porque levaram ao êxodo de muitos milhares de pessoas do campo para as cidades e para os países vizinhos. Diminuindo assim a produção agricola.
      A Guerra só terminou com o acordo de Paz assinado em Roma em 14 de Outubro de 1992 pelo Presidente da República Joaquim Chissano e pelo Presidente da Renamo, Afonso Dhlákama.
Apráz registar, que já saíu, do grupo dos últimos dez mais pobres do Mundo.
     Quando a sua população vive em Média 45 anos de vida, e quando ali ao lado na vizinha Swazilândia já não ultrapassa os trinta.
     É tempo de deixarem o Povo Moçambicano viver com um minimo de dignidade.
     Por mim resta-me desejar-lhes as melhores felicidades e desejar-lhes um futuro próspero, que diga-se se prevê difícil alcançar.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Meias Finais, já está

Deu-me  um gozo do caneco. Ver que nem Jesus lhes valeu, que o João Pereira  já rendeu e que não estamos na bancarrota. Já nos dá-mos ao luxo de recusar Milhões.
Quando um vizinho que se julga rico, mesmo ao que consta, cheio de divídas, mas indiferente a tudo isso, se apresenta  bem vestido e bem alimentado, e  olha para o vizinho do lado como um parente pobre,  doente,cheio de fome, andrajoso etc. enche-se de repugnância, tem receio que ele o empeste e, embora lhe dê de comer ou mande dar, afasta-se com receio que transmita qualquer coisa, e diz com os seu botões:  Que poupasse.... Porque é tão desmazelado no vestuário?? !.... Denota falta de limpeza ...,que se arranje.
     Como um parente pobre tem sido recebido e tratado o Sporting e os Sportinguistas, não pagando com a mesma moeda, mas ao que parece alguns  vão ficar mesmo depenados. Porque  os resultados começam a esfumarem-se, e a comunicação Social não compra Jogadores.
No reino do Leão mandam os Sportinguistas

Este é nosso. Não está em saldo.


Ser leão pelo coração
Certamente para  tirar impacto à vitória conseguida pela nossa  Direcção ao que levou a Assembleia Municipal de Lisboa a aprovar os 18 milhões de Euros e a construção de um Pavilhão Gimnodesportivo, nada melhor que colocar este Leão  em outro clube um preço qualquer.
    Saíu-lhes o tiro pela colatra, a Assembleia aprovou e o Ismalove continua Leão.
    Estes dois exemplos são uma boa aspirina para o começo do novo ano.
                                  Saudações Leoninas aos Sportinguistas
                  Aos outros, tudo de bom, a concorrência quando leal é salutar  

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Moçambique 1ª Guerra 1914/1918

ESBOÇO
Já leva mais de 40 anos que o guardo, certo que não o comprei a nenhum alfarrabista, mas sim guardeio, dos muitos que havia na Biblioteca de Bordo do  Destroyer N.R.P.Vouga, e da qual em fui responsável, quando o mesmo foi abatido ao serviço efectivo da Armada.
      É seu Autor, um combatente em Moçambique, na primeira Guerra Mundial.
      Guardeio e várias vezes o li, pois muitas vezes serviu de tema de conversa com um Tio meu que foi combatente em França e outro amigo em Angola, de onde regressou antes de a guerra terminar, por ter sido ferido pelas tropas Alemãs.
       Dizia-me o meu tio, que em França diziam os Soldados Franceses.Uí, Uí, compravion, Portuguê, Portuguê Raplinipon.
      Dizia ele que os sodados  Franceses se queixavam aos seu superiores que os soldados portugueses lhe roubavam o pão todo.
     Não resisto, e com a devida vênia transcrever alguns extractos, para que melhor se possa perceber que procedimentos e reconhecimentos desta Guerra, compará-los, àquela que terminou em 1974 são copiados com total rigor.
PAZ À SUAS ALMAS
Como as grande árvores, quando abatidas, são sempre maiores do que pareciam antes, também ao ser humano acontece o mesmo fenómeno; só quando desaparece da vida um grande homem é que se nota, se vê, a grandeza da falta, o vazio que fica.
      Sentem-no com muita dor os seus companheiros.
       Pelo que ficam gravadas estas palavras que falam por mim e por aqueles camaradas, transladando ao vivo a nossa mágoa.
     À memória de todos os combatentes que ficaram, sepultados uns, desaparecidos outros, no solo abençoado de Moçambique, cujo sangue alicerça aquela ex grande Província, e à de nossos Pais, cujos exemplos de camaradagem e de patriotismo foram a melhor lição que nos poderiam ter dado.
     Não há nada no mundo, mais puro, mais profundo, do que o culto da familia.
     A familia é o Santuário das tradições, como dos costumes.
     Todos os que morreram pela  Pátria, não deviam morrer, deviam transfigurar-se  e constar na galeria da HISTÓRIA    

Metangula/ Lago Niassa

Preciosidades do Lago Niassa
 

Maparra  Xará Mui  Gracias
Os amigos nunca param de surpreender. Quantas vezes me tinha recordado as imensas nuvens que nos colocavam em enorme escoridão quando baixavam, fosse na Base os então na Taberna do Henriques ou no Bar do neves. Interrogava-me como foi possivel nunca ter tirado uma foto para poder recordar. Mas o meu xará Valdemar Alves certamente por intuição sentiu o meu desabafo e vá de me ofertar estas preciosidades as quais me vão ajudar a avivar conversas lá ocorridas.

De um valor incalculável


A Marinha, é um Mundo Único. Palavra para Quê.
     Excluindo os que por aqui passaram (que mantemos um sentimento impar), não serão muitos aqueles que terão desfrutado de uma recanto tão pitoresco e com uma paisagem tão deslumbrante, seguramente será uma das sete maravilhas e a Paixão e amor que nos incute, uma das primeiras. Adoro este cantinho. Conservo-o dentro de mim como o coonheci e dele desfrutei, hei-de morrer com essa felicidade de um dia ter tido a sorte de aqui ter vindo parar.
           Todos os Valdemares tem Pinta( O Valdemar Alves na Foto)
 Tintinaine, apresentamos-te os parabéns e na tua pessoa a todos os Filhos da Escola da Companhia de Fuzileiros Nº 2, não fosses vós e não teriamos desfrutado desta maravilhosa Piscina. Sinceramente estais aprovados na arte de pá e pica. A âncora presta-vos homenagem.
         Para que o meu Xará Valdemar Alves, não ficasse molhado na fotografia, não fosse constipar -se, mandei vaziá-la. Assim tinha a certeza. Nem se constipava, nem morria afogado.
     Era sexta-feira, e como tal havia que a limpar, para meter nova àgua.
     Foram dois maravilhosos anos, que assumi essa responsabilidade, e me deu imenso prazer.


   
 Foi garças a ela, e ao campo de Futebol de Salão, que eu desfrutava de uma casinha, onde montei um genero de Recanto Hippie, onde não faltava nada, desde o fado até ao Rock. O respectivo café e seus acompanhantes até às tantas. Belos tempos de sã camaradagem.. Lá no mato andava quem nos defendesse. Também fui dos que desfrutei do ar condicionado. Mas enquanto isso já tinha passado por caminhos do diabo e voltei a passar. Mas jamais poderei esquecer os maravilhosos momentos que aqui passei e muitos deles com Fuzileiros homens das Operações e Pessoal do Exército onde eramos todos amigos e nos sabiamos respeitar. Gozamos mesmo imenso, juntamente com o pessoal do Exército, eles que tinham um Conjunto Musical,  que nos visitavam amiudadas vezes, e nos procuravam ensinar a tocar viola.

Um Comentário:
     Fiquei felicissimo, com esta apreciação feita pelo meu Xará Valdemar Alves, Marinheiro Fuzileiro que se vê nas Fotos:
          Finalmente!.... Estas fotos depois de darem a volta ao mundo foram parar ao lugar certo... Ao Blogge do Valdemar  e aqui ficarão para a posteridade.
Conclusivo ..... (Acrescento eu)
         Não fossem todos vós, e este meu/vosso Blogge não teria tido pernas para andar e ter subido a este pincaro. Sendo que, e modéstia à parte o Tintinaine o seu principal obreiro.
 A ele muito devemos, "dispendendo muito do seu tempo, e por vezes até descurando os dele" o que de bom ele nos oferece.
      Quando temos alguma memória e dedicação, e sabendo que por trás, está um sincero e competente mestre, tudo se torna mais fácil.
    Mas seguramente, que o Carlos tal como eu, e seguramente para todos nós, o importante é que ele nos continue a despertar interesse, e nos vá alimentando a alma.
 Tenho a Marinha no coração e tudo o que de bom a envolve.
 A todos vocês. Um Bem hajam