terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Rio Douro, Mar Alto,Lago Niassa



Amores de Marinheiro

Quem tem amores não dorme
Nem de noite nem de dia
Dá tantas voltas na cama
Como o peixe na água fria
               II
Vai Marinheiro vai vai
Vai buscar a Laurindinha
Vai Marinheiro vai vai
Que ela é tua não é minha
            III
A roupa do Marinheiro
Não é lavada no rio
É lavada no mar alto
À sombrinha do Navio
          IV
ADEUS Ó  LAGO NIASSA
Deixei o Farol
Que o controle regula
Vou pelo caminho
Dizendo baixinho
Adeus Metangula
Minha homenagem, e o meu amor, no ano em que faz quarenta anos que de lá saí, esse amor perdura

sábado, 23 de janeiro de 2010

Amor ao Lago Niassa (Meponda) =III


 MEPONDA, PARAÍSO DE BAOBÁS 
 BAOBÁ =(Árvore tropical, cujoso tronco chega a atingir mais de trinta metros de perimetro- Embondeiro, adansónia e melambeira)
Vindo de Vila Cabral, o encantamento continua. O mesmo espanto que senti ao descer das alturas donde vislumbrei a paisagem mais bela do mundo.
    Um pouco longe da praia, numa pequena elevação em terreno de mato, pode-se contemplar a bela paisagem que nos fascina. À sombra de um embombeiro, pode-se obsevar de perto aquela estranha árvore pré-histórica que só se encontra em Petit Prince. Como é diferente  de todas as outras, com aquele tronco gordo e luzidio, cor de elefante. Acho que se confunde com os elefantes e rinocerontes, restos também da pré-história. Aqui neste país imenso, com tantas montanhas, vales e desfiladeiros,os baobás têm espaço para crescerem assim.  E podem crescer assim sem temerem desvastar o planeta, como aconteceria com o pequeno mundo do princepezinho, se o carneiro não comesse as sementes dos baobás.  Observava tudo o que me rodeava, essa  natureza tão nova, que nada tinha a ver com a Lisboa que eu deixara de ter e viver.
     O Niassa! o grande Niassa! Tão grande como o horizonte, dominador, de uma beleza estonteante sob as cores púrpura,(Mostra de muitas cores) dourado, todos os alaranjados e lilases do sol poente em tempo de equinócio,(momento em que o sol mergulha) a mergulhar num  leito de fogo, estende-se até onde a nossa vista alcança, este lago imenso, com dimensão de mar cor de safira e ondas de espuma a espraiarem-se na areia!
     Quem o olha neste  doce muralha de fim do dia, nem acredita que pode de um momento para o outro transformar-se num monstro agitado de ondas gigantes, onde todos os naufrágios podem acontecer. Assim o sentiram os Marinheiros que em certas ocasiões  julgaram poderem ali terminar os seus dias numas dessas tempestades repentinas, a caminho do Cobué.
Aminha prenda de anos a todos vós que conheceram estas maravilhas da natureza= Valdemar  

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Anos de Guerra = Bifes

Investigação :- À Pesquisa dos Bifes:-
    Em artigo aqui  públicado " Fuzileiros e as Vacas no Cobué", os comentários não se fizeram esperar, se era verdade que se limitavam a rações de combate e uns enlatados, onde raio teriam ido parar os Bifes. Numa informação credebilizado, cheguei à conclusão que poderemos estar perante uma realidade e assim perceber onde terão ido parar, mas para melhor perceber vamos ao relato:-
     Eram frequentes os ataques ao quartel de Olossato, certo que não houve feridos nem mortos, como compensação eramos alimentados a salsichas, arroz e mangos, daí os levantamentos de rancho por sabermos que o outro batalhão colocado em Mansoa comia bons bifes e boas peças de fruta.
     Começaram a acontecer os levantamentos de rancho, veio o afrontamento do comandante, que fazendo-se acompanhar do grão mestre e a provocação de um Sargento esteve no incendiar da revolta, onde esteve iminente um desfecho trágico:
     Caricato é que num encontro de convivío o Grão Mestre tenha aparecido, não foi nem podia ser bem recebido, porque há coisas do passado que a memória não deixa que se apaguem.
 Nesta revolta esteve um irmão meu a quem aproveito para aqui prestar a minha homenagem.
     Coincidências:- Pela propotência deste Comandante e o do Cobué identificam-se a avaliar pelo desaparecimento dos Bifes  do Cobué e que os Fuzileiros nem o cheiro, podem ter sido destacado para o citado acima destacamento. Agora Pensem!....
Anos de 1967 a 1969
Batalhão 1912 Guiné  

Povo de Moçambique= =s Negros

São Negros de Moçambique

Merecem ser felizes

Corpos abandonados no Maputo:- 
     Mais de cinco  mil corpos  foram enterrados em vala comum no Maputo (antiga Lourenço Marques) , nos últimos três anos e meio. 
     Abandonados dado os custos dos funerais e a falta de poder dos familiares para lhe proporcionarem um funeral digno.
    
São negros de Moçambique
     Sofrem na pele a calamidade das intempérides deste mundo são negros de Moçambique. Homens, mulheres e crianças desesperados, com fome e medo.
     Sem lares, sem roupa, sem vida. São negros de Moçambique, que será desta gente?
      Gente boa, gente humilde.
São negros de Moçambique, que choram.... que gritam em silêncio. Quem ajuda este povo?!...
BOAS NOTÍCIAS:
  Saúde:-
     Oito mil crianças Moçambicanas cujas mães são portadores de HIV nasceraam sem o virus, graças ao programa DREAN da comunidade de Sannto Egidio.
     Dados divulgados pela Instituição Italiana indicam que mil e duzentas mulheres grávidas estão a ser seguidas.

GORONGOSA
    Tem cerca de 400 quilometros quadrados, fica a sul do grande vale do Rift Africano no coração da zona Centro de Moçambique
Parque da Gorongosa
    O Parque, está situado na ponte meridional do grande vale  do Rift. Inclui o leito do vale e parte dos dos planaltos circundantes; os rios que nascem na vizinha Serra da Gorongoza.
     Só cerca de quatrocentas espécies sobreviveram à guerra civil e relativamente saíram ilesas.
     Os caçadores  de  caça furtiva contuam incontroláveis.
Há uma firma a pedir para restaurar a serra da Gorongosa.
    Da Beira, consegue-se fácilmente o acesso ao parque da Gorongosa que foi quase destruído durante a guerras civil de Moçambique. Tinha 4.200 quilómetros quadrados e em 1967 passou a ter  cinco mil e trezentos nesse ano.
O complexo Asavan, fica junto ao rio Savane

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Memória de Marinheiro = "A Viagem" Parte II



Partida Rumo a França
     Durante a deslocação rumo a Toulon nem nos passaou pela cabeça que quando lá chegados iriamos ser confrontados com a maior prova de força, pois se num país fascista nos tinha sido dada toda a liberdade de trajarmos civilmente, mesmo depois do episódio que relatei, porque carga de água haveriamos de prevêr que nos iriam ser impostas restrições para as quais em nada tinhamos contribuído.
Os Marinheiros Americanos e as desordens.



A Greve:




A Força das Comissões de Bem- Estar

A Pescada Camafulada:

Os Emigrantes

Os Passeios

Tudo na Vida tem um preço

Temas a desenvolver logo que possivel

Rio Zambeze = A nossa Homenagem

Só se morre quando deixamos de estar no coração de alguém
Os Rios São Eternos = São Generosos,mas têm regras, como tal exigem serem respeitados

Estas belas fotos, e com a devida vênia, ao autor do blogge Escola de Fuzileiros, ao seu autor Atur/Leiria que aproveito para felicitá-lo, pelo magnifico trabalho respeitante, ao rio Zambeze
Fica aqui nas águas a  sentida minha homenagem, a todos os militares. que morreram em defesa da Pátria nos Rios de Moçambique, Angola e Guiné, que descanasem em paz, estejam onde estiverem, que saibam que não os esquecemos.
 As tragédias aconteceram não por culpa do rio, mas por responsabilidades que lhe são alheias.

´Memórias de Marinheiro= Espanha = Parte I

Grândola Vila Morena, cantada por  Marinheiros  em  Espanha e França
Ó Valdemarzito, já te tenho dito:
Que é muito arriscadito.
Andar a tocar viola
Diz o Sarjolas, tu vais ficar  frito

Dá-lhe uma de música  Cabo Rocha (Valdemar)
Valdemar de Origem Inglesa,invejável para aqueles que o não têm, mesmo para aqueles ditos da casta Castrense, a que lhes chamam Waldemar, e que sempre nos consideraram os parentes pobres,  no meu caso, houve até quem  me tratou com certa arrogância, só por me ter sido atribuído  este nome, que hoje e sempre gostei e gosto, assim como sempre tive o respeito máximo pelo meu padrinho.
     . Esta  aqui de música, não se trata de homenagear, os Beatles, Bee Gees, Rollings St´ones, The Family, Plaiter´s,  Charlie Aznavour,  Edite Piafe ou José Lito e tantos tantos outros, mas sim a imaginação que os  Marinheiro possuíam para que o seu dia a dia, se tornasse sempre em um dia diferente.
     Ainda decorria os tempos a que se podia e devia chamar  Revolução, e fomos mandados para França, a fim de reparar uma  peça de artilharia de uma  Fragata, que tinha feito parte daquele celebre negócio em que deram aos  Franceses a Terra nos Açores para lá instalarem uma Base militar aérea, na Ilha das Flores (Açores), em troca de três Fragatas, sendo que quando chegaram, admitiram logo abater uma, para terem peças sobressalentes para as restantes, já que quando as começavam a construir os Ingleses avançaram com  umas do mesmo tipo, mas com linhas altamente sofisticadas,lindissimas. Suspederam a construção incial, e copiaram o modelo Inglês,mas as que já estavam em fase adiantada de coonstrução, foram entregues a Portugal.
A reparação, tinha previsto a duração de três meses.
Atracação em Terras Espanholas
     Seguimos viagem, e não havia ainda muito tempo que tinhamos conseguido depois de uma luta tremenda ser autorizados a trajar civilmento, quando saíssemos de licênça.
      Em Espanha encontrava-se no  ainda o Ditador Franco, o que nos levava a admitir que quando lá chegassemos, não seriamos autorizados a trajar civilmente.
 Puro engano.
 Fomos autorizados, o que muito nos satisfez. Até porque se goste ou não dos Espanhóis, as Espanholas essas sim, deveriam ser uma maravilha, mesmo que fossem Espanholas de Elvas, como tanta vez aconteceu´, prometia estarmos perante uma boa pescaria.
Estavam para serem lançadas, notas de vinte escudos que tinham  o Satnto António, e nós a bordo o Fiel já as levava.
 Chegamos num sabado à tarde,  combinamos que as fariamos passar nas Hermanas pela cotização bancárias de 200 pesetas,  A mentira passou, foi um ver se te avias, o pior foi na segunda-feira, já que a peseta valia muito mais que o escudo. A partir dali foi um toma lá nada.
     Desembarcamos, fomos à procura das continuadoras do emprego mais antigo do mundo, mas também procurando a pinga, chegados à Tasca, nas se avistava nada, mas a espreitar pelos cortinados estava um pipo, sem saber Hablar, fiz sinal ao Taberneiro, que percebeu perfeitamente, e respondeu-me : Blanco, fiz o sinal com o Polegar e ele prontamente foi buscar os copos de três e vá de encher.
     Pela noite, lá fui com a minha Viola  e havia outras, já bem bebidos, fomos para cima de uma Estátua tipo Padrão dos Descobrimentos (Infante D. Henrique) sai Grândola e as outras, ainda demorou muito a aparecer os Carabineiros, certamente esperando a ver se acabavamos, mas como a coisa continuava,  e por saberem que eramos Marinheiros, estabeleceram diálogo e pediram-nos para descer.
     Pois querido Amigo, e Xará Valdemar!... A tua foto trouxe-me à memória mais esta grata recordação, e assim recorda e perpetuarr este episódio que tinha guardado no meu armazenamento de felicidade.
    

Fuzileiros e as Vacas

Este não engana ninguém, deu dois tiros aos macacos Cães.

Honro-me de ter usado o uniforme por umas horas 
OPERAÇÃO NÓ GÓRDIO
        COBOÉ
Lá ao fundo pastam vacas, guardadas por dois fuzileiros navais, magras e tristes como as vacas de África, são o espólio trazido do mato, roubado às populações e acrescentado pouco a pouco, até formar um bando de vinte  e cinco; são a carne dos dias de festa, branca e escassa. Agarrados à G3, os fuzileiros estão sentados, cada um do seu lado, como se guardassem prisioneiros; do ribeiro, vêm um ou outro canto de ave e ruídos das árvores, ali mais altas; do miradouro, os guardas olham à volta; estão muito à distância, mas vê-se um, atirar pedras para o lago.
É este o espaço onde se movimenta a tropa, juntado-lhe o lado do aeroporto. Depois vem a cerca de arame farpado e o arame interno, grosso, posto de cem em cem metros, onde os cães ficam de guarda; cada tem à volta de vinte metros, e o cão balança-se de um lado para o outro, roçando a trela. Isto acontece sobretudo à noite; durante o dia, os tratadores, encabeçados pelo Soares, marinheiro especialista naquilo, treinam os cães metodicamente. Às vezes o imediato vem e fica, plantado nas pernas relativamente curtas, a olhar a coisa sério. Só raramente o comandante chega, no jipe; larga da parada quase a cem à hora, entra em grande pelo caminho cheio de pedras  e estaca a vinte metros, camisa bem passada, pistola à cinta.Trata-se de um homem para o gordo, ou seja, para o forte; mesmo ali no Norte, continua a impor o ritmo de trabalho e disciplina   de Vale de Zebro, quando comandava o 1º Batalhão de Navais.
     Já integrados na operação Nó Górdio, o Imediato  está cansado, fuma um cigarro sentado numa pedra. O PIDE que acompanha a missão olha para umas mulheres vivas, pega na G3 de um Grumete e descarrega o carregador até final. Já só restam dois miúdos  encontrados por um sargento, escondidos, trá-los para o meio dos mortos, pendurados pelas pernas. O Pide  solta uma fumaça de gozo; um dos miúdos é abatido; o outro vai ser cortado pelo pescoço, sabre à laia de machado: O imediato olha aquilo e de repente faz um gesto.
-Melo!
     O sargento pára. O miúdo tem à volta de três anos e está nu.
     O imediato vem devagar e toda a tropa olha; pega-lhe nos braços, volta-o e ele  fica sentado mas caba por cair; está quase sem sentidos e não chora. Da sua pouca altura , o imediato observa-o bem e toca-o com um pé. Olha a tropa na expectativa. - Este fica para mascote. Ficou a chamar-se José Manuel. Toma banho no lago com os marinheiros.
A POPULAÇÃO:
     Acusados de traição por uns, julgados terroristas por outros, foram muitos e muitos milhares os que morreram inocentes, durante os anos em que durou a guerra.

Ao meio, um filho da Escola da minha recruta sétima companhia na Escola de Alunos Marinheiros.

Ementas de Luxo no Cobué

Ao artigo acima publicado e pela primeira vez transcrevo um comentário que receboi do Valdemar Alves Fuzileiro que esteve no Cobué.
No que respeita a vacas no Cobué era ementa de luxo, menú atúm avec pommes de terre Niass "e viva o velho. Ilucidei, Xará avia muitas vacas que erama tratadas por um Nativo isso sim em Metangula na nossa Base. Quanto ás latas de atum de fruta. Vocês tiveram uma sorte do Caneco e isso não se fazia, pois muitas delas já tinham feito a Viagem nas lanchas três e quatro vezes. Enfim já peertencia à Marinha, enquanto a nós nunca nos foi oferecida uma única viagem.
 Sorte da Raia Miúda..

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Morreram pela Pátria

 Lugar Reservado no Cemitério
Só se morre quando se deixa de estar no coração de alguém
     Quando esta semana indagava, aqui na Freguesia de Nogueira da Regedoura, onde resido há muitos anos, se havia alguem que tivesse perecido no naufrágio do Rio Zambeze, já que constam dois mortos do Concelho  de Santa Maria da Feira, mas a letra é tão minuscula, que só com  lupa se conseguirá identificar a que freguesia pertencem. Disseram-me que sim.  No imediato desloquei-me ao cemitério local, a fim de confirmar a data, lamentávelmente, apenas lá existia uma pedra  com a fotografia  de um, e  em estado de total decomposição, direi mesmo que está irreconhecivel, o outro niqueles.
 Fui-me embora, como se pode calcular; cabisbaixo e entrestecido, uma forte dôr, começou a avassalar-me o coração. Tempos houve, que  lá tinha visto a foto de ambos, e agora deparava com aquela triste constatação.
 É desolador para quem esteve no Ultramar, que sempre lutou, e lutará, pela dignidade e honra dos ex-combatentes e muito em especial, aqui citados,  que morreram em cumprimento de uma missão patriótica.
   Mais pesaroso, porque nessa manhã  recebi um E-Mail, vindo de França, de uma Senhora que o seu Pai  um Médico, especializados em tratamento de Leprosos, mas que foi  obrigado a ir para Angola em 1949,  e agora já com os seus 90 anos,  publicou um livro de memórias, onde cita o colega e amigo,  Doutor Carlos Ferreira Soares, que foi em 1942 assassinado pela PIDE,. mas que o ajudou e educou no social e humano, apoio esse e ensinamento, que conservou e o acompanhou no seu desempenho de Medicina, que jamais o esqueceu, e agora passados setenta anos lhe presta esse tributo.
Vou deligênciar junto  da familia e do Executivo, que acredito convictamente estarão disponiveis, para que no local, a que está reservado, a quem tomba em defesa da Pátria e que está  tratado dignamente, dispondo de um local  amplo reservado aos mártires que tombam em defesa da Pátria. Se mais não for,  seja colocada  uma placa, com os seus nomes,   e os dizeres:- que tombaram em defesa da Nação.
    Acabei  por confirmar, que a pedra  que ali estava colocada, os familiares a colocaram em Jazigo de sua familia, mas é deveras importante que conste, para que se saiba  e se preste a homenagem que merecidamente lhe é devida, sejam  referênciados os seus nomes e onde tombaram, no local a que lhe está reservado.
    Faço este alerta, não em tom critíco, mas porque acredito, e que isto se passará em outros locais e que só acontece,  por os seus familiares não saberem que a Pátria, e todos nós, lhe devemos essa justa  homenagem.
     O Combatente tombado, a que me refiro, deixou duas filhas, com dois três anos de vida, a viúva também já partiu, o que se compreende, não saberem quanto a Pátria lhes deve a elas, que perderam o seu progenitor, e ficaram privadas do corinho e amor fraterno de  seu Pai.
    Espero que este aleta venha a servir de exemplo a outros locais, e que os combatentes  que tombaram tenham o tributo da perpetuação das suas memórias.
  

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Academia

Certificado de Qualidade Primeiro da Europa


Sporting Clube de Portugal
O melhor cheganos perfeitamente
Sporting derrota Mafra pela tangente= Sinceramente!..... Vamos lá a manter um minímo  de dignidade.
Sá Pinto versos Liedson = Seja homens dignos, o Sporting e os Sportinguistas exigem esse direito. Vocês são pagos é para servirem  o clube, e não o enxuvalharem e o meterem no coração e boca das carpideiras/os.