quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Otelo -e o Campo Pequeno
Otelo e o Campo Pequeno!......
Juntamente com Pinheiro de Azevedo foram seguramente dos que mais me desiludiram, não eram carne nem peixe, procuravam protagonismo a qualquer preço. Nunca foram consistentes nas suas ditas assumidas tomadas de posição.
Teria sido também por mim considerado um herói se se tivesse ficado pelo importantissimo papel que desempenhou no movimento dos Capitães e, até ao dia 25 de Abril. Depois são tantos os fracassos sempre que tentou assumir-se como politíco que é melhor apenas e só recordar esta da sua ída a Cuba e que na chegada a Lisboa sem medir as consequência saíu-se com essa do campo Pequeno e, que também foi aproveitada pelos Contra-Revolucionários. Se assim se pode e deve chamar. Ou se calhar nem uma coisa nem outra, mas mais saudosistas do 24.
Como dizia e consta durante a sua estadia em Cuba e depois de já se ter encontrado com Fidel Castro, na véspera do regresso foi encontrar-se com Raul Castro que lhe mostrou várias Escolas de ministração militar, onde lhes era ensinado a manusearem armas de Guerra. Depois do encontro; um Dirigente Comunista que acompanhava a missão apercebeu-se que Otelo nada tinha percebido do que Raúl lhe tinha procurado explicar. Avisou -o a ele Raul, que se trava de uma pessoa complicada, como tal para lhe explicar ao pormenor o porquê da existência dessas escolas e dessas Aulas.
Então Raúl Castro ter-lhe-á dito:- Camarada isto não é para matar ninguém, mas sim para nos defender se nos atacarem, como sabes na mira dos Americanos é que isto volte a ser uma Ilha como o foi no tempo do ditador Fulgêncio Sanches, mas jamais voltará a ser uma colónia de Prostituição desses Imperialistas Americanos. Isto é para defesa da nossa soberânia. Foi tal o entusiasmo com que recebeu esse esclarecimento chegado a Lisboa, quando entrevistado já devia estar com a frase na Boca por se calhar a ter reçpetido durantte a viagem de Cuba a Lisbo e saíu-se com o Campo Pequeno.
Aqui está o testemunho real e, que me foi contado por quem acompanhou a missão e palavras que tão caras ficaram ao Povo Português e ao próprio Otelo. Devo confessar que votei nele para Prsidente da República quando foi Candidato.
Nota:-
Quando Otelo enche parte das suas entrevistas a, falar de traições de comunistas estas e outras que se lhe conhecem, talvez mais amadurecido nunca as teria proferido, ou melhor se calhar teria em primeira mão esclarecido tudo.
Juntamente ccom Pinheiro de Azevedo foram dos que mais me desiludiram e, não só a mim como a muitos e muitos militares. Por mim tive como responsável da Comissão de Bem Estar da Escola Naval e, numa das vezes que ele se lá dirigiu "para uma sessão de esclarecimento"e poucos dias antes do 25 de Novembro lhe o ter dito. Sabendo-se que como Capitão esteve em Angola de 1961 a 1963 e posteriormente na Guiné de Spinola, poderia e deveria ter tirado daí outras ilações.
Juntamente com Pinheiro de Azevedo foram seguramente dos que mais me desiludiram, não eram carne nem peixe, procuravam protagonismo a qualquer preço. Nunca foram consistentes nas suas ditas assumidas tomadas de posição.
Teria sido também por mim considerado um herói se se tivesse ficado pelo importantissimo papel que desempenhou no movimento dos Capitães e, até ao dia 25 de Abril. Depois são tantos os fracassos sempre que tentou assumir-se como politíco que é melhor apenas e só recordar esta da sua ída a Cuba e que na chegada a Lisboa sem medir as consequência saíu-se com essa do campo Pequeno e, que também foi aproveitada pelos Contra-Revolucionários. Se assim se pode e deve chamar. Ou se calhar nem uma coisa nem outra, mas mais saudosistas do 24.
Como dizia e consta durante a sua estadia em Cuba e depois de já se ter encontrado com Fidel Castro, na véspera do regresso foi encontrar-se com Raul Castro que lhe mostrou várias Escolas de ministração militar, onde lhes era ensinado a manusearem armas de Guerra. Depois do encontro; um Dirigente Comunista que acompanhava a missão apercebeu-se que Otelo nada tinha percebido do que Raúl lhe tinha procurado explicar. Avisou -o a ele Raul, que se trava de uma pessoa complicada, como tal para lhe explicar ao pormenor o porquê da existência dessas escolas e dessas Aulas.
Então Raúl Castro ter-lhe-á dito:- Camarada isto não é para matar ninguém, mas sim para nos defender se nos atacarem, como sabes na mira dos Americanos é que isto volte a ser uma Ilha como o foi no tempo do ditador Fulgêncio Sanches, mas jamais voltará a ser uma colónia de Prostituição desses Imperialistas Americanos. Isto é para defesa da nossa soberânia. Foi tal o entusiasmo com que recebeu esse esclarecimento chegado a Lisboa, quando entrevistado já devia estar com a frase na Boca por se calhar a ter reçpetido durantte a viagem de Cuba a Lisbo e saíu-se com o Campo Pequeno.
Aqui está o testemunho real e, que me foi contado por quem acompanhou a missão e palavras que tão caras ficaram ao Povo Português e ao próprio Otelo. Devo confessar que votei nele para Prsidente da República quando foi Candidato.
Nota:-
Quando Otelo enche parte das suas entrevistas a, falar de traições de comunistas estas e outras que se lhe conhecem, talvez mais amadurecido nunca as teria proferido, ou melhor se calhar teria em primeira mão esclarecido tudo.
Juntamente ccom Pinheiro de Azevedo foram dos que mais me desiludiram e, não só a mim como a muitos e muitos militares. Por mim tive como responsável da Comissão de Bem Estar da Escola Naval e, numa das vezes que ele se lá dirigiu "para uma sessão de esclarecimento"e poucos dias antes do 25 de Novembro lhe o ter dito. Sabendo-se que como Capitão esteve em Angola de 1961 a 1963 e posteriormente na Guiné de Spinola, poderia e deveria ter tirado daí outras ilações.
Comilões na Farmácia
Recordações a Norte
Das poucas boas recoradações do Porto e, arredores a Farmácia Campos foi uma boa excepção. Ali a comida era bem confeccionada, dois pratos repetidos e, repetidas as vezes que se quizesse e o vinho de boa qualidade à balda.,devo dizer que aquele bacalhau frito e o arroz com feijão de qualidade superior. Razão pela qual o Tintinaine também guarda de lá óptimas recordações.
Mas Amigo os meus almoços e o dos filhos da Escola tinham um sabor especial, pois eram pagos com o dinheiro dos jogadores do Porto que todos os dias para a Praia íam jogar à Bola. O mesmo faziam os do Salgueiral, os de Matosinhos de entre outros, mas a estes faziamos vista grossa, assim como as Barracas. Como se pode perceber esse tempo dava um gozo a dobrar, pois eramos dois Sportinguistas e dois Benfiquistas.
Mas a farmácia Campos só funcionou bem com aquele gerente, os que se seguiram não se safavam.
Via lá tantos trinca espinhas, que um dia não resisti a perguntar-lhes:- se comiam tão pouco, porque lá íam; a resposta não se fez esperar. Pois admiravam ao verem aqueles comilões e segundo disseram então os Marinheiros davam cartas. Pois pudera;! Quanto mais comessemos na Briosa mais ganhavamos. A comida
O Melhor Arroz
Devo confessar que até sou um bom apreciador de arroz mas o que de melhor paladar foi aquele da Escola Naval por um cozinheiro altamente Chungoso que nem de propósito ía mijar e lavava as mãos no arroz, todos nós criticavamos, mas quando o arroz era servido havia sempre pedido para mais, os outros mais higénicos, mas sobrava sempre.
Agora saiba-se lá porquê?!....
Para ajudar a emagrecer; ainda tinhamos as Caldeiradas de peixe, que eram preparadas por pescadores da Lota de Matosinhas, que como é evidente davam o peixe e escolhiam do melhor.
Vou terminar porque já estou esfomeado e espero que vocês depois de lerem o texto vos aconteça o mesmo.
Mas se é certo que se díz que até aos trinta e cinco só se pergunta as tascas onde tinham raparigas bonitas, no caso tinhamos tempo de as procurar nas tascas, ou nas boates, mas também de ir aos locais de bom comer e beber. Mas contrariando o outro:- Esta vida de Marinheiro não deu cabo de mim.
Das poucas boas recoradações do Porto e, arredores a Farmácia Campos foi uma boa excepção. Ali a comida era bem confeccionada, dois pratos repetidos e, repetidas as vezes que se quizesse e o vinho de boa qualidade à balda.,devo dizer que aquele bacalhau frito e o arroz com feijão de qualidade superior. Razão pela qual o Tintinaine também guarda de lá óptimas recordações.
Mas Amigo os meus almoços e o dos filhos da Escola tinham um sabor especial, pois eram pagos com o dinheiro dos jogadores do Porto que todos os dias para a Praia íam jogar à Bola. O mesmo faziam os do Salgueiral, os de Matosinhos de entre outros, mas a estes faziamos vista grossa, assim como as Barracas. Como se pode perceber esse tempo dava um gozo a dobrar, pois eramos dois Sportinguistas e dois Benfiquistas.
Mas a farmácia Campos só funcionou bem com aquele gerente, os que se seguiram não se safavam.
Via lá tantos trinca espinhas, que um dia não resisti a perguntar-lhes:- se comiam tão pouco, porque lá íam; a resposta não se fez esperar. Pois admiravam ao verem aqueles comilões e segundo disseram então os Marinheiros davam cartas. Pois pudera;! Quanto mais comessemos na Briosa mais ganhavamos. A comida
O Melhor Arroz
Devo confessar que até sou um bom apreciador de arroz mas o que de melhor paladar foi aquele da Escola Naval por um cozinheiro altamente Chungoso que nem de propósito ía mijar e lavava as mãos no arroz, todos nós criticavamos, mas quando o arroz era servido havia sempre pedido para mais, os outros mais higénicos, mas sobrava sempre.
Agora saiba-se lá porquê?!....
Para ajudar a emagrecer; ainda tinhamos as Caldeiradas de peixe, que eram preparadas por pescadores da Lota de Matosinhas, que como é evidente davam o peixe e escolhiam do melhor.
Vou terminar porque já estou esfomeado e espero que vocês depois de lerem o texto vos aconteça o mesmo.
Mas se é certo que se díz que até aos trinta e cinco só se pergunta as tascas onde tinham raparigas bonitas, no caso tinhamos tempo de as procurar nas tascas, ou nas boates, mas também de ir aos locais de bom comer e beber. Mas contrariando o outro:- Esta vida de Marinheiro não deu cabo de mim.
SÓ 17.000 EUROS POR MÊS
AI AGOSTINHO Que rica Crise...A VIDA ESTÁ DIFÍCIL
POR OUTRAS PALAVRAS
Serão muitos aqueles como eu se, juntam ao autor do texto que com a devida vênia transcrevo e ao Paulo Portas e, quanto a este não é a primeira vez que o faço, não com o voto, porque isso era impensável, mas nada me custa reconhecer, ter sido aquele que mais se empenhou para que os ex-combatentes tivessem alguns euros para os ajudar a adquirir medicamentos ou pagar a psicologos para combater o Stress dos anos de Guerra de Áfria, enquanto os que se lhe seguiram, aos poucos foram retirando essa migalha e migalharam-na, até ao infimo, e assim encherem a comunicação social dizerem que dão quando na realidade o que cada um aufere dá vontade de rir.A receita do costume
O Governador do Banco de Portugal é um homem surpreendente. Como Portas diz (onde isto chegou, eu de acordo com o Portas!), "fica surpreendido com o BPP, fica surpreendido com o BCP, fica surpreendido com o BPN, fica surprendido com o valor do défice, fica surpreendido com o valor do endividamento(...)". Constâncio cobra 17 mil euros dos nossos impostos para vir regularmente a público manifestar-se surpreendido com o que se passa sob o seu nariz e, no entanto, é incapaz de surpreender seja quem for. Lebre do Governo sempre que há que preparar terreno para más notícias, chegou a vez de vir opinar que, depois do congelamento dos salários, é preciso aumentar o IVA, alegremente libertando o Governo (épara isso que serve um governador do Banco de Portugal) do compromisso eleitoral de não o fazer. De uma só e inventiva cajada, o socialista Constâncio faz-se assim, de novo sem surpresa, núncio do FMI, que ontem deu instruções ao Governo para que vá buscar aos salários os milhões gastos em "ajudas"aos bancos. É a receita do costume, os do costume (quem havia de ser?) que paguem a crise.
Com a devida vênia J.N. 3/2/10 por Manuel António Pina.
Interrogo-me: = Será no minímo lançar esta interrogação até quanddo irá continuar assim tal como se vissessemos num país da República das Banas. Ou será que vivemos mesmo?.......
Honra de Leão
Historial Leonino deveria ter-se-lhe muitissimo mais Respeito
Quererem justificar o Injustificável, não é bonito e muito menos sério desportivamente
Com a devida vênia transcrevo do Jornal a Bola de 3 de Fevereiro de 2010, um comentário analistíco de José Manuel Delgado no Balanço F.C.Porto - Sporting Clube de Portugal
"EU
ASSIM VEJO"
Quando perder por 5-2 é o pior do que perder 5-1
Há muitos anos-já lá vão 35!- O Sporting goleou em Alvalade para o Campeonato, o F.C.Porto por 5-1. Foi numa tarde de muito Sol (sim, o futebol ainda se jogava muitas vezes (sem recurso à iluminação artificial!..),com casa cheia e jogo a começar de forma exuberante, Teófilo Cubillas a fintar um e outro, a ladear o mitíco Vitor Damass e a fazer um golo para a eternidade.
Depois fortissima reacção dos leões e reviravolta espectacular no marcador que de 0-1 passou para 4-1 - Estava o triunfo verde-branco já decidido quando Samuel Fraguito resolveu tirar um coelho da cartola, aplicando de trivela, do circulo central, um chapeu a Tibi, que fixou o placar em -5-1
Em que difere essa manita desta manita?
A respoosta é clara: no equilibrio. Enquanto que nos idos de setenta, o FCPorto abandonou Alvalade goleado mas não humilhado o Sporting de ontem, que a 33 minutos do fim já tinha encaixado cinco golos temeu um cataclismo de proporções biblicas.
É essa característica -a diferença abismal entre as duas equipas ao longo da hora e meia -que há-de particularizar este clássico.
Nota:-
Que me perdoem os meus Amigos e Filhos da Escola "Portistas" que assistimos ao citado encontro em Alvalade. Se aquilo não foi humilhação!.... Então o que é uma humilhação? Muito de vós, hoje na casa dos setenta e tais e que ainda tendes esse targo amargo na garganta, mereceis seres ilucidados.
Que me perdoem os meus Amigos e Filhos da Escola "Portistas" que assistimos ao citado encontro em Alvalade. Se aquilo não foi humilhação!.... Então o que é uma humilhação? Muito de vós, hoje na casa dos setenta e tais e que ainda tendes esse targo amargo na garganta, mereceis seres ilucidados.
É perfeitamente normal que todos nós tenhamos as nossas afeições clubistas, mas quando se está a servir como no caso leitores ligados clubistícamente a outros emblemas, e que pagam para com esforço económico adquirir o Jornal, deveria imperar o bom senso, e deixar-se as paixões clubistas para outros locais. Para a maioria já não funciona quando se tenta tapar o Sol com a peneira.
Quem assistiu ao encontro de Alavalade, não sei se foi o caso do articulista, sabem, viram-no e disseram que o Sportig teve M de oportunidades para aumentar a contagem e juntando os 180 minutos, fazendo-se uma análise séria e desapaixonada fgácilmente conclui, que foi o Sporting que dispôs de mais e melhores oportunidades para aumentar o Score.
Felizmente, desta vez não veio vez ao de cima como é uso em certos ditos comentadores "que felizmente nunca foi o caso deste", porque até gosto e admiro muitissimas das suas análises,que o Sporting só tinha ganho esse jogo por ordem dos mandantes de então; mas como dizia eu: para tentarem o desmérito dos trofeus ganhos pelos Clubes do Sul, sai sempre a máxima deles, aconteceu por oferta de Craveiro/Tomás/Salazar/Marcelo.
Por muito que custe a digerir ao articulista e, aos portistas xde meia tigela os resultados históricos serão para sempre os que constam:- em Alvalade 5 a 1 no Dragão 5 a 2.
Devo dizer: sinto-me indignado pelo comportamento dos Jogadores do meu Clube e, que façam um examedeconsciência e passem a ter mais respeito pelo Clube e seus associados.
Foi mau demais, para serem desculpabilizados.
Foi mau demais, para serem desculpabilizados.
Pois somos nós que damos vida ao Clube em todos os tempos e no meu caso concreta há várias decadas.
Como Sportinguista devo dizer; sinto-me humilhado e, não ghostaria, agora sei dar o valor, a quanto sofreram os meus amigos verdadeiros Portistas na pesada derrota dos 5 - 1. Mas verdade é: uma coisa é ouvir, outra é sentir. Sentir causa um sofrimento horrivel.
Esperamos que se apercebam da grande divída que contraíram e, que nos jogos futuros, nos brindem com alegrias.
Ainda muitíssimo cambalido, mas já mais aliviado e, parece-me que começo já sentir a aragem de rápida recuperação .
Parar é morrer e, nunca perderei a força enquanto viver, para gritar bem alto. Viva o Sporting.
Parar é morrer e, nunca perderei a força enquanto viver, para gritar bem alto. Viva o Sporting.
Cá o temos de Garras afiadas e com o Rabo a sair de entre pernas. Vamos ter Leão a valer.
Ou muito me engano, ou a águia vai pagar com juros as picadelas do Dragão.
Sangue, Suor e Lágrimas, juntado-lhe Esforço, Dedicação e Glória
VIVA O SPORTING
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Do Niassa ao Mar de Matosinhos
As Barracas de Nudismo nas Praias
Burkas Véus e outros Trapos
Ontem quando visitei o Blogue do Oliveira lá estava um tema em que os Franceses se calhar na procura de esconderem coisas mais importantes têm feito deste assunto, um folhetim de primeiras páginas.
Sou totalmente contra; que numa sociedade democrática, as pessoas tenham necessidade de se esconderem e não mostrarem a cara, que sem anónimato saibam assumir aquilo que são ou foram. Isto é: gosto de ver a mercadoria, saber com que tipo pessoa lido, que lhes possa ver no rosto se assumem o que são e como são!....
Quem esteve lá e, conhece os pontos negros das grandes cidades pela caída da noite, fácilmente se apercebe que coisas muito mais graves ali se passam e deveriam merecer, essas sim, uma resposta bem mais urgente.
Isto trouxe-me à memória quando aqui há uns anos estive na praia de Matosinhos, como Marinheiro a fiscalizar. A proprietária das Barracas, também era responsável pela exploração de um dos bares aí existentes e, para que o negócio fosse mais rendoso, tentou juntar o útil ao agradável e, vai daí toca a montar uma barrraca para banhos de sol, a uns escassos metros do muro de acesso ao bar "tudo perfeito", o que permitia a que a Juventude subisse a cima do citado muro e presenciasse toda a beleza natural, tal como se diz: Nuzinhas como a Eva nasceu..
Apercebendo-se dos mirones as queixas de quem queria ou parecia fazer crer que deveria estar em total segurança sem ser admirada, apresentou queixa à respectiva Dona, que por sua vez e alvorando-se em vitima mandava chamar os marinheiros a todo o momento e, segundo deveriamos estar ali a fazermos de policias permanentes.
Segundo disse: em anos anteriores tinha conseguido fazer essa chantagem como os nossos camaradas do ano anterior. Prometia mecas e secas se nós lhe fizessemos o frete.!... Mas o tiro saíu-lhe pela colatra e, ela teve mesmo de afastar a Barraca do local onde se encontrava, mas foi sol de pouca dura, porque os banhistas deixaram de encher o bar e, isso não a seduzia, nem estava ali para isso.
Voltou a barraca ao mesmo local anterior, mas nunca mais nos veio fazer queixas. Aqui fica provado que apesar de ser proibido o nudismo arranjava sempre maneiras de haver muitos Mecos, mais ou menos disfarçados ou enpacotados Talvez uma cópia dos enlatados que navegam para o Cobué duas e três vezes.A lata era sempre a mesma, mas o negócio diferente. Só não sabia que isso existia, quem não queria.
Enqunto escrevia o artigo veio-me à ideia a Fasrmácia Campos, onde os dois pratos diários a poderem ser repeitdos quantas vezes quizessemos pagando sempre o mesmo e as merendas à tarde nos levaram para abrir o apetite e fazermos a digestão a valentes caminhadas no areal e beber uns tantos Martinis com Limão e Água Castello para podermos atafulhar mais um bocado, quando regressamos às Unidades havia uns quilitos a mais. Foi um tempo espectacular e mais não conto.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Marisco no Lago Niassa
Duas da cerca de 1 milhar de espécies que habitam o Lago
Bivalves e dois Peixes e as Redes
Caranguejos
2 pescadores utilizando um Piroga
As Águas do Lago Niassa. Palavras para quê!....
Pelo Caminho da Memória
Feira do Peixe em Metangula
Metangula/Lago Niassa revivendo, 40 Anos depoisNão que me tenha cansado de falar de Metangula e do LagoNiassa, ainda mais sabendo que todos os que por lá passaram nutrem por esse local uma enorme simpatia, mas quem os ama verdadeiramente, sente que esse amor se fortalece em cada dia que passa.
O meu amor aos dois; deu em casamento, porque em cada dia que passa esse elo de ligação mais se enraíza.
Não foi uma paixão de interesses, mas sim uma verdadeira e pura paixão.
Muito antes de acabar o primeiro ano, por volta dos oito meses, sentia o pulsar do coração, como a desafiar-me para continuar. Em correspondência que mantinha com o outro Radarista que estava em Porto Amélia confessei-lhe essa minha vontade, coincidência ou não ele, também adorava Porto Amélia.
Ofereci-me para ficar mais um ano e, foi aceite. Hoje á distância direi que em boa hora o fíz. Só não tendo continuado por lá mais tempo, porque me falavam maravilhas de Nampula, bem como aliás de todo o Moçambique. Eu sabia que gostava de estar onde estava, se viria a gostar de Nampula era uma incerteza, mais ainda quando alguém lhe falavam de um Radarista que lá estava, que seria um terror. Se assim fosse e eu me conhecendo as coisas certamente acabariam por se complicarem, outro factor era já ter de viagem passado por lá e, nao ter sido seduzido, mesmo que isso ocorresse ao cair da noite. Tinha alguns conhecimento do que me diaizam e postais que me mostravam mas isso pouco alterou ou quase nada o meu desejo de vir para lá.Seguramente que se o Comandante Chuquere tivesse continuado mais um ano em teria continuado, tal era a ligação que tinhamos. .
Era Checa mas foi-me ensinado pelos mais antigos os locais a marcar em cada mês no Monte Tchifuli, teria seis pontos para chegar ao cume, outros seis para o descer, o tempo de espera até ser rendido, seria aquele que demorava a percorrer o percurso da povoação à Base.
Quando veio a ordem que autorizava continuidade, faltavam cerca de dois meses, senti uma enorme alegria. A partir daqui queria lá saber dos pontos de referência, eu queria isso sim e consegui, era viver intensamente tudo o que me oferecia o Lago e a sã camaragem entre nós os filhos da Escola.
Hoje não me canso de dizer que estes dois anos foram dos mais maravilhosos de toda a minha vida, certo que nela "vida" tenho pontos negros, tenho incontáveis de plena felicidade.
Hoje e no último ano, então o Lago Niassa e Metangula começoou a entrar-me diáriamente casa dentro, dentro de minha mente e dela para fora belas recordações, e nisso tenho der ser claro que se deve a um contagiante virus a que a todos nos contaminou e , que a Net nos ligou. Sei que é uma Doênça que se deseja e que em muito contribui em cada dia para que ele seja vivido e recordado em plena felicidade.
Antes de apanhar o Gaivotazinha de retorno até Vila Cabral e depois daí o Noratlas, ainda voltarei a falar mais da minha vivência, mas caso não o faça, ficará sempre via aberta para regressar, pois quem acalenta tal amor, terá sempre entrada livre.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Dia do Leproso
Lepra ou Doênça de Hansen
Doênça que atinje 11 Milhões em todo o Mundo
Cem anos de República
Depois de muitas tentativas, na procura de encontrar que num dos nossos canais de Televisão, que não estivesse a servir aqueles que tanto falam da República que hoje comemora 100 anos, mas na prática do seu dia a dia, tudo tentam fazer para que voltemos na prática ao tempo Monárquico, mesmo que com outra camafulagem. São mesmo hilariantes as suas afirmações quando citam os trabalhadores e os seus direitos,que dizem quererem ver defendidos, quando num propósito diário cortam nesses mesmos direitos, dando cada vez mais direitos a si próprios, e a quem eles verdadeiramente estão interessados em servir. " Os Capitalistas". Mas falar disto, será estar-lhes a dar um valor, que eles realmente não merecem.
Com pouca esperança de encontrar algo importante e, que justificasse, interesse acrescido para o dia de hoje; Dirigi-me à papelaria e, lá fui reparando nos titulos dos vários matutinos. Vá que descortinei um que, mereceu o meu devido respeito, que me parece justificado plenamente aqui o dar a conhecer.
Com a devida vênia transcrevo alguns pontos que anotei das duas páginas do Jornal de Notícias, hoje Domingo 31 de Janeiro de 2010.
31 de Janeiro de 2010 = Dia do Leproso.
Ainda nos dias de hoje, esta doênça atinge onze milhões em todo o mundo.
Um estatistica dramática nos países pobres e quase inexistente nos pasíses ricos.
Certo que a decada de 50 foi a pior, porque apresentou o píco de internamentos no nosso País, muitas pessoas ainda há que vivem com essas marcas fisícas e psicológicas deixadas. Alguns não têm dedos, outros dificuldades de visão, outros graves problemas ao nivel de membros, e ainda outros com úlceras ao nivel da pele.
Sabendo-se que em Portugal foram registados novos casos:-
Dois em 2002,
Quatro novos casos em 2003,
Sete em 2005,
Dezasseis em 2006,
Doze em 2007
Onze em 2008.
Sabendo-se que todos os casos foram trazido por pessoal oriundo de África e do Brasil, o que nem pasma. pois a Lepra ou Doênça de Hansen (como também é conecida) é "filha primogénita da pobreza e em especial da fome" "como causas principais" da sua propagação a má nutrição, falta de água potável e falta de higiene.
A Índia está no primeiro llugar onde se registam mais casos, seguida do Brasil, onde em em 2009 foram reegistados amsi 32.022 novos casos.
Registam-se anualmente 250.000 novos casos.
Nota:-
Fácil concluir-se; que esta doênça nos deve merecer a maior atênção; conhecendo as condições precárias em que vive o Povo Moçambicano ainda mais válido se torna este alerta.
Hoje é menos perigosa e, se diagnosticada a tempo é perfeitamente tratável em ambulatório.
Desde os anos 80 que tem cura e é tratada com antibióticos, 3 medicamentos= Ripansina= Dapsona e Clofazimina. Mas conhecendo as necessidades prementes dos Países mais pobres, alimentação, higiene e saúde, pergunta-se:- Será mesmo que diagnosticada a tempo, haverão esses medicamento para o seu tratamento?... Acredito bem que não!... Se as recomendações são da O.M.S., Deveriam as instâncias superiores acautelar a pronta assistência medicamental.
Obs. A cura desta Doênça em muito se deve a Jovens médicos que nos anos 40 foram para África no combate a esta mortifera Doênça, alguns deles ainda vivos, como o caso do Doutor Ricou e, que ainda há pouco tive conhecimento do papel preponderante que desempenhou em Angola.
O Alerta está dado, agora espera-se a quem de direito, tome as precauções devidas e a tomada de medidas preventivas, venham a ser dersde já uma transparente realidade.
Doênça que atinje 11 Milhões em todo o Mundo
Cem anos de República
Depois de muitas tentativas, na procura de encontrar que num dos nossos canais de Televisão, que não estivesse a servir aqueles que tanto falam da República que hoje comemora 100 anos, mas na prática do seu dia a dia, tudo tentam fazer para que voltemos na prática ao tempo Monárquico, mesmo que com outra camafulagem. São mesmo hilariantes as suas afirmações quando citam os trabalhadores e os seus direitos,que dizem quererem ver defendidos, quando num propósito diário cortam nesses mesmos direitos, dando cada vez mais direitos a si próprios, e a quem eles verdadeiramente estão interessados em servir. " Os Capitalistas". Mas falar disto, será estar-lhes a dar um valor, que eles realmente não merecem.
Com pouca esperança de encontrar algo importante e, que justificasse, interesse acrescido para o dia de hoje; Dirigi-me à papelaria e, lá fui reparando nos titulos dos vários matutinos. Vá que descortinei um que, mereceu o meu devido respeito, que me parece justificado plenamente aqui o dar a conhecer.
Com a devida vênia transcrevo alguns pontos que anotei das duas páginas do Jornal de Notícias, hoje Domingo 31 de Janeiro de 2010.
31 de Janeiro de 2010 = Dia do Leproso.
Ainda nos dias de hoje, esta doênça atinge onze milhões em todo o mundo.
Um estatistica dramática nos países pobres e quase inexistente nos pasíses ricos.
Certo que a decada de 50 foi a pior, porque apresentou o píco de internamentos no nosso País, muitas pessoas ainda há que vivem com essas marcas fisícas e psicológicas deixadas. Alguns não têm dedos, outros dificuldades de visão, outros graves problemas ao nivel de membros, e ainda outros com úlceras ao nivel da pele.
Sabendo-se que em Portugal foram registados novos casos:-
Dois em 2002,
Quatro novos casos em 2003,
Sete em 2005,
Dezasseis em 2006,
Doze em 2007
Onze em 2008.
Sabendo-se que todos os casos foram trazido por pessoal oriundo de África e do Brasil, o que nem pasma. pois a Lepra ou Doênça de Hansen (como também é conecida) é "filha primogénita da pobreza e em especial da fome" "como causas principais" da sua propagação a má nutrição, falta de água potável e falta de higiene.
A Índia está no primeiro llugar onde se registam mais casos, seguida do Brasil, onde em em 2009 foram reegistados amsi 32.022 novos casos.
Registam-se anualmente 250.000 novos casos.
Nota:-
Fácil concluir-se; que esta doênça nos deve merecer a maior atênção; conhecendo as condições precárias em que vive o Povo Moçambicano ainda mais válido se torna este alerta.
Hoje é menos perigosa e, se diagnosticada a tempo é perfeitamente tratável em ambulatório.
Desde os anos 80 que tem cura e é tratada com antibióticos, 3 medicamentos= Ripansina= Dapsona e Clofazimina. Mas conhecendo as necessidades prementes dos Países mais pobres, alimentação, higiene e saúde, pergunta-se:- Será mesmo que diagnosticada a tempo, haverão esses medicamento para o seu tratamento?... Acredito bem que não!... Se as recomendações são da O.M.S., Deveriam as instâncias superiores acautelar a pronta assistência medicamental.
Obs. A cura desta Doênça em muito se deve a Jovens médicos que nos anos 40 foram para África no combate a esta mortifera Doênça, alguns deles ainda vivos, como o caso do Doutor Ricou e, que ainda há pouco tive conhecimento do papel preponderante que desempenhou em Angola.
O Alerta está dado, agora espera-se a quem de direito, tome as precauções devidas e a tomada de medidas preventivas, venham a ser dersde já uma transparente realidade.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A Sereia
QUEM SABE?
I
Toda em plástico, a piscina.
Mar da altura de um dedinho.
Vai cumprindo a sua sina
Valente marinheirinho.
às ondas forte faz peito
Governando o seu batel,
Desfeito, todo molhado,
Já meio despedaçado,
Um barquinho de papel
II
Vem o vento e dá-lhe vida,
Salva o papel afogado,
Traz-lhe o geito e a medida
Dum barco todo aprumado.
Vejo homens no convés
Vejo o esforço e a coragem
Levada como bagagem
No coração português
III
Quem sabe, quem diz,
Se o primeiro barquinho
Que empurras-te, feliz
Pertencia a um marujinho,
Brincando à beira do mar.
E tu contente ligeiro,
Levemente a empurrar
- como quem está a embalar-
Conseguiste um marinheiro.
IV
No barquinho do teu sonho
Foce canoa ou falua,
Naquela noite sem lua,
Em que o mar parecia espelho,
Tal era a cintilação
Dessa luz que de ti vinha,
Transpuseste o Mar Vermelho
À custa do teu remar.
E feliz foste aportar
Na terra da promissão
E nessa hora, bem dura
Foi cumprida a Escritura.
Com a devida vênia a Mariana do Moínhho
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