terça-feira, 29 de junho de 2010

Muitas felicidades e  muitos anos de vida. Não foras tu e talvez as coisas tivessem sido diferentes. Seguramente és um dos pilares principais da minha abstinência
Reconhecer quanto foi importante, nunca será mendigar. Obrigado Amor.
Projecto Vencer
A Marinha onde não se proibe a venda de qualquer tipo de bebidas alcoólicas, é um exemplo de sucesso. O Projecto Vencer, similar aos programas de assistência a empregados desenvolvidos na decada de 90 pela OMS e a OIT, tem por base a detecção precoce do consumo de bebidas alcoólicass como meio preventivo de dependência. A desintoxicação, é feita no Hospital da Marinha durante cerca de 10 dias o alcoólatra é sujeito a um regime de internamento de cerca de 28 dias, seguido de acompanhamento, de ambulatório e participação em reuniões semanais com o pessoal técnico da UTITA.
Prevênção à Recaída    
Para evitar uma recaída, é depois integrado num programa de viguilância clinica, sujeito a análises toxicológicas e clínicas, e ajudado quer pela familia, quer pelos de grupos se auto-ajuda. Responsabilizar o Doente     
O trabalhador alcoólico tem de sentir que o seu emprego está ameaçado. Por isso é importante que as chefias sejam envolvidas.    Devem apreciar as suas qualidades mas também informá-lo de que caso se mantenha o consumo de álcool, a sua aptidão fisíca e psica seja avaliada por uma junta médica e a sua carreira poderá ser prejudicada.     Agradeço ao Agostinho Verde e ao Virgilio os artigos por eles públicados e que me levaram a voltar de novo a este tema, já que é o terceiro caso de morte a nivel mundial e onde em Portugal morrem 8 pessoa por dia, isto é; morrem quase tantas pessoas por ano como em 13 anos de guerra no Ultramar.
Nota :-: O tratamento aqui mencionado está de acordo com aquele que é feito em Centros de Alcoologia a exemplo: Coimbra. Sou Abstinente há 23 anos e com tratamento em ambulatório. (Monitor em total voluntariado) Se tem problemas com o álcool pela sua saúde e bem estar de si e sua familia, não beba.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

"Reavivar a Memória dos Mais Distraídos". (Vários)

Meu novo Blogue: - marinheirododouro.blogspot.com 

A Minha Fé = Convicção Plena
 Foi um privilégio meu ter convivido com ele em várias ocasiões.
Poderemos concordar ou não com as suas convicções mas sabê-las reconhecer é  ser Inteligente e Sério.
Doutor Alvaro Barreirinhas Cunhal
" Primeira referência de vanguarda da luta contra a politíca fascista e depois do 25 de Novembro de 1975 contra a politíca dos sucessivos Governos de direita,  que conduziram o nosso País ao lastimável ponto em que se encontra.
Opções de Vida  
Passados 60 anos do seu julgamento no Tribunal da Boa Hora.
   Alvaro Cunhal uma vida dedicada aos trabalhadores e ao povo, ideal e projecto comunista. "uma opção de vida concretizada na entrega  total" de cuja construção colectiva" foi o "mais relevante obreiro.
Da sua vida e obra muito mais há a dizer.
A História se encarregará de o fazer.
Nota :- Esteja onde estiver muito lhe agradaria a sondagem ora divulgada.
C.D.U. de regresso ao terceiro lugar
Os comunistas costumam queixar-se dos resultados das sondagens. Mas esta não deverá ser tão mal recebida.
A C.D.U. quase duplica o resultado, entre Março e Junho e volta ao terceiro lugar.
Nota negativa para Sócrates:-
     O primeiro-ministro está em baixa acentuada.
    Os portugueses já não parece darem-lhe sequer o beneficio da dúvida.
    Passou a ser o lider com pior avaliação no Barómetro.
Mês de Julho :- Vida vai ficar ainda mais difícil.
    Primeiro dia de Julho vai trazer aumento de preços, descdia de salário e mais regras de subsidio

domingo, 27 de junho de 2010

A minha Concepção para com o Mundo


Novo Blogue :-marinheirododouro.blogspot.com

Ser Ateu, não é ser contra a Igreja.
A minha Fé :- Convicção plena do meu Ateísmo.

Certos mandantes do cristianismo ainda se julgam donos da Cabra Rica.
Para eles os Ateus são os Donos da Cabra Pobre

     Ser Ateu não é ser contra a Igreja
      Não me lembro de alguma vez ter acreditado em Deus. Principalmente a partir dos meus seis anos de idade nem em momentos de fraqueza ou necessidade extrema.
     Sei que até aos dias de hoje e por sempre me ter assumido paguei facturas enormes, que me foram criados  por maus servidores dessa mesma Igreja. (Incluíndo um Padre e um Capelão) Padre Manuel  N. Reg.  e Delmar Barreiros.
Sempre acreditei nos homens e nas  mulheres , sempre achei que cada um tem de assumir a sua responsabilidade dos trilhos que quer seguir.
    Ainda assim entendo que a Igreja faz falta, acho que o Cristianismo quando seguido sem fanatismos, faz bem em quem nele acredita. Desde que a sirva sem se servir.
    Aprecio a mensagem de paz, do amor, saber que há alguém com poder pela fé dos seus seguidores que defende a necessidade de perdoar, a tolerância, a bondade.
     Sabendo que a Igreja é cada vez menos um porto de abrigo, porque não tem evoluído e acompanhado o mundo moderno e a sua inovação. Falta-lhes teologos.
     Mas porque não tenho fé em Deus, ainda acredito que nesta Igreja há menos gente má de que noutros sitios.
     Se há coisas que este mundo precisa é de gente boa
   Bertrand Russell, um dos grandes pensadores do Século XX
Filósofo e Matemático = Inglês
Prémio Nobel da Literatura 1950.
As objecções contra a religião são duas espécies intelectuais e morais.
Intelectuais, porque não há qualquer razão para supor que alguma das religiões sejam verdadeiras, morais porque os preceitos morais remontam a uma época em que se era mais cruel do que actualmente e porque as religiões tendem a perpetuar as crueldade que a nossa consciência reprova.
Estas também são razões que comungo e me levam a não professar ou comungar de qualquer religião.           
  Sirvo os valores da vida e partilho valores morais, se acaso existisse algo no além não tinha qualquer tipo de recio em ser julgado e a haver justiça, nunca poderia ser condenado.

O Douro em Cancelos/Sebolido e as suas Gentes

Permitam o reconhecer porque é de inteira justiça; tudo isto só foi possivel por obra e empenhamento do Carlos Tintinaine.
  Um Abração aos Filhos da Escola e a todos os colaboradores e leitores dos Blogues.
  Toda esta força, só é possivel pelo forte empenhamento de todos.  Grato reconhecimento.
Valdemar Marinheiro

Poemas do Agostinho Teixeira Verde
Não há grandes nem pequenos!!! Há os Poetas
Um Rabão carregado de carvão de minério das Minas do Pejão = Rio Douro

Quatro Pescadores com a sua rede de nome Varga; dirigem-se para o Areio D´Ortos
Para a Pesca de Sável e Lampreia= Também fui Pescador ali.

   Na margem de frente do seu lado ersquerdo da povoação de Midões, existia um areio onde se pescava  ao Sável e Lampreia e no Verão o Peixe miúdo
O Douro em Cancelos/Sebolido e as suas Gentes
I
Quem for a Sebolido
E, atracar em Cancelos
Pode crer, à beira-rio
É dos locais mais belos
II
Não é só aquele lugar
São também as suas gentes
Que têm naquele rio invulgar
Óptimo celeiro de sementes
III
Cuja seara é de amor
Que muito se cultiva por ali
Regada pelo rio com fervor
Que eu presenciei e senti
IV
Margens verdes, com flores
E, muitos outros arbustos
Este rio também provoca dores
Quando causa alguns sustos
V
Na sua corrente forte
Vinda da vizinha Espanha
Tangida pelo vento do Norte
Oh água que trazes manha!
VI
Se pensarmos na tragédia
Surgida em Entre-os-Rios
Daquela triste enciclopédia
De numerosos calafrios
VII
Dia nefasto, cinzento
Quem esperava tal desastre?
Do infortúnio tormento
Que culminou em catástrofe
VIII
Agora, vendo no Memorial
O Anjo com sua ternura
Parece querer tornar imortal
Aquela noite, longa e escura
IX
Passam os dias, meses e anos
A mágoa, essa, entranha-se mais
Porque na dor, causou danos
Lutos, soluços, pranto e muitos ais
X
Quem sabe, até que ponto
Sem poder bradar apelos
Passaram mortos, qual tronco
Roçando a margem em Cancelos
XI
Que o povo muito atento
E, destro em vigilância
Ia sufocando o lamento
E, perdendo a esperança
XII
De encontrar alguém vivo
Que trouxesse algum conforto
Mas aparecer em Sebolido
Nem vivo, nem morto...
XIII
Que na labuta titânica
Desse valente povo
Com sua força dinâmica
Onde reagir de novo
XIV
Mostrando o seu ideal
Apesar destes revezes
É assim Portugal
São assim os Portugueses
XV
Que têm nos Dourienses
Uma esperança renovada
Cuja força dos seus dentes
Seguram a Bandeira defraudada
XVI
Bandeira das quinas e castelos
Da esfera armilar à sua raíz
Saudo o povo de Cancelos
Viva o nosso País!...
Reconhecidamente pelo contributo dado.
 Mais este maginfico trabalho que serve para homenagear a memória de todos aqueles que de uma outra forma se ligam aos Rios.
Na Terra Canta-se = No Rio ou Mar dança-se.
    Obrigado meu Rio.
    Um Abraço Fraterno ao Lago Niassa e Metangula.


sexta-feira, 25 de junho de 2010

Dois Fuzileiros e um Radarista pronto para o desembarque em Cancelos, vendo-se a  margem de frente a beijar a Povoação de Midões.  

O Carlos Tintinaine sentado do lado esquerdo, o Agostinho Verde do lado direito O Marinheiro Radarista remando para a atracação. 

Verde no Restaurante em Rio Mau, após o repasto meditando, com uma janela para o Rio Douro
Dois Fuzileiros à "Deriva no Rio Douro"
                                                Autor:- Agostinho Teixeira Verde
Dois Fuzileiros à “deriva” no Rio Douro! No Dia 22 de Junho, logo pela manhã, rumaram a Cancelos, Sebolido, Penafiel para visitar o amigo Valdemar Marinheiro e outros amigos que ele, de antemão foi convidando para conseguirmos pôr a conversa em dia… de muitos casos e assuntos que evito aqui enumerar. Com encontro marcado no Intermarchê de Penafiel, ali esperava o Verde, que vive em Lousada pelo Carlos que vinha da Póvoa de Varzim. Por volta das nove horas, atravessamos o lado Oeste da cidade rumando às Termas de S. Vicente, Entre-os-Rios e, finalmente Sebolido onde, de braços abertos lá estava o Valdemar Marinheiro à nossa espera. Marinheiro, porque nasceu à beirinha do Rio Douro (margem direita) e Marinheiro também, porque em 1963, por sua livre vontade e uma grande paixão, foi incorporado na Armada ou, para melhor se entender, na Marinha de Guerra Portuguesa! Não é sobre isso que vou escrever, embora, muito naturalmente tivesse uma aceitação esperada, dado que o encontro proporcionou a “junção de um quarteto de Marinheiros”. A conversa entre pessoas da mesma “Escola” ou Faina (Marinha) é, sobremaneira mais perceptível do que entre pessoas que não tiveram a Escola de Marinhagem que nós “cursamos”. Voltando ao princípio, na viagem fomos apreciando a paisagem mui verde que se conserva lateralmente à estrada e que o Verão mal começado ainda não lhe deu o tom ou cor de amarelo ou seco que se notará mais para o fim do Estio…
Foto da Ponte após o trágico acidente que vitímou mas de meia centena de pessoas

Para justificar o injustificável, mandaram contruír duas
Uma delas muitos problemas resolveria se tivesse sido construída em Rio Mau/Pedorido
O Anjo edificado em Oliveira Reguenga /Sardoura/Castelo de Paiva
     Nas pontes de Entre-os-Rios, deparámos com o Memorial do Anjo que parece tentar proteger ou redimir os malogrados que em Março de 2001, tombaram no trágico destino ao serem precipitados num Rio que é de Ouro mas que naquele fatídico dia se transformou num Rio de Fel, cuja amargura se propagou aos seus familiares e amigos, numa dor que ainda hoje perdura e, muito mais, porque, não foi possível para alguns, fazer-se um funeral com a dignidade própria, visto não terem aparecido… A vida neste mundo (?) reserva-nos surpresas demasiado tristes e amargas que nem o tempo na sua constante movimentação diária consegue diluir ou riscar da nossa memória com facilidade. Mais, porque, tantas vezes que por ali passei sobre a ponte, onde estava agoirado um fim muito negro que me poderia ter atingido naquele último “mergulho da vida”. O Douro, como é conhecido entre nós e também internacionalmente, não fossem os famosos vinhos que desciam nele até ao Porto, não merecia ser enlutado daquela forma tão cruel que impôs também o luto às suas gentes ribeirinhas, desgostosamente, por tamanha fatalidade. Aquela gente ama tanto o Rio Douro que não admite a mais pequenina ofensa ao Colosso Fluvial que espelha nos seus olhos a grande felicidade, logo pela matina quando miram as suas águas. Mesmo de noite o Rio é lindo! Nele reflectem as luzes das vivendas e moradias, além do luar, que lhe dão um encanto tão sublime que nos alimenta o pensamento e inebria a alma daquela presença inesquecível com que a natureza nos proporciona. As barragens deram-lhe outro feitiço encantador, originando que o seu caudal cubra os areais com o enorme manto ou lençol de águas fluviais. Porém, veio prejudicar a pesca. O peixe gosta de viver solto e não encurralado, quer subir e descer o Rio e conhecer todos os cantos, contornos e linguetas onde desova e descansa das longas caminhadas na procura do sustento. A navegação na época Estival é mais facilitada dada a grande aglomeração do seu caudal, onde, barcos de “porte e calado” muito significativos, percorrem o seu “estuário” num vai e vem diário, fazendo deslumbrar os turistas que gozam duma paisagem maravilhosa que a mãe natureza se dignou colocar ao seu dispor. Tivemos o condão, muito privilegiado, de almoçar num restaurante, tipo “Varanda para o Rio”, que, além do sabor gastronómico e opíparo da refeição, nos foi dado contemplar a faina de alguns pescadores, a sua navegação e, melhor ainda a brisa do Douro que nos proporcionou um bem-estar idílico de causar inveja a qualquer pessoa. As fotos que acompanham a prosa deste texto, são elucidativas da nossa presença nos Valboneiros ou Valboeiros (pequenos barcos a remos) e, também da inesquecível camaradagem que ainda vai unindo alguns portugueses, apesar da crise nacional, que se prezam de ser autênticos Reis e Senhores duma primordial hospitalidade. O carinho, a gentileza, a prontidão, a afabilidade e a educação aliada à frontalidade sadia daquelas gentes, deixam marcas que já mais esqueceremos e das quais guardaremos as melhores e mais valiosas recordações. Ao Valdemar, ao Cardoso, ao Cunha, ao Sérgio e outros e às mensagens do telemóvel que recebemos do Piko e outros, proporcionaram-nos o enorme prazer e alegria de conviver naquele dia numa harmonia e paz de amizade rica e duradoira. Expressamos com sinceridade e franca veemência o nosso melhor obrigado pelo vosso prestimoso acolhimento e carisma de saber receber e cativar!
 Um abraço, amigos!
Até sempre!
Agostinho Teixeira “Verde”

quinta-feira, 24 de junho de 2010

José Sarmago e o Desporto. "Porquê Sócio do Sport Lisboa e Benfica!!!!"

No ser humano há sempre pequenos defeitos.
Com bola ou talvez não.
Sócio do Benfica aos 8 anos de idade.
Nasci pobre, na Azinhaga.Tinha dois anos  quando meu pai, que fora jornaleiro, entrou para a policia.
     Foi a familia para Lisboa, habitar quartos de aluguer, o ordenado não dava para mais. Sonhei com uma bola de Cautchu igual à de um menino do bairro que eu pontapeava na rua descalço para não estragar o meu único par de sapatos, não ma podiam dar. Depois mais desafogado, pelos oito anos de idade, meu pai fez-me sócio do Benfica. Era encarnado ferrenho, garboso levava-me pela mão às Amoreiras para o famoso peão de terceiro mundo. Fui serralheiro para oficina, à noite afundava-me em livros numa biblioteca pública. Entrei por outros caminhos, desviei-me dos estádios.
    No futebol o jogador tinha um clube e o clube e o jogador estavam pregados um ao outro, a camisola era quase outra bandeira sagrada.
     Quando passou de desporto a negócio, violento, desencantou-me...
      Joguei muito ténis quando vivi na Parede. Jamais deixei de nadar.
      Tornei-me espectador de estar confortavelmente sentado à frente da TV. Gostando de ver umas modalidades bem, menos que outras.O Salto em comprimento aborrecia-me por ser excessivamente repetitivo-corridas apreciava imenso, só não as tácticas em que, como na vida, se deixa a resolução para a última volta e se fica com vontade de perguntar para que é que se correram afinal as outras todas anteriores.
 Criei a mais bela imagem da minha literatura no cão que bebe as lágrimas à mulher desesperado do Ensaio Sobre a Cegueira e ao receber o Nobel disses, que se tivesse de atribuír Nobel a um desportista o atribuiria à Manuela Machado.
    Sempre encontrei na sua competição com as outras a luta leal  que ela tinha consigo própria, a mulher-a-dias que parou campeã do Mundo.
     Talvez por me sentir um maratonista também-pois  se tivesse morrido aos sessenta anos, não teria ganho nada do que ganhei.
     O Nobel nunca foi o objectivo, objectivo foi sempre o livro seguinte, sem saber até onde me levaria.
      Levaram-me a esta eternidade de onde, agora, vos falo na intermitência da morte...
       A minha forma de recordar o que Saramago disse sobre desporto.
        Com a devida vênia a António Simões e Jornal a Bola 24/6/10

Fuzileiros no Douro =Brifingue e Relatório após a Operação Rio Douro/Cancelos-Sebolido:- Por Fuzileiros da 1ª C.F.Z. Nº 2


Nome da Operação:
- Rio Douro/Cancelos/Sebolido e Freguesias circunvizinhas.
=Percursos alguns sinuoso e Contactos no decorrer da Operação:
Programação:
 =Saída do Carlos Tintinaine da Póvoa do Varzim às 08h30m
 =Encontro Agostinho Verde em Penafiel às 09h15
=Chegada a Sebolido encontro com o Valdemar Marinheiro às 1000 horas.
=Deu-se o primeiro encontro Valdemar = Agostinho que não se conheciam pessoalmente.
=Valdemar apresentou ex-presidente da Junta Albano Pombas o qual desejou aos visitantes um dia de recordações inesqueciveis.
=Arrumação da Viatura do Carlos e seguiu-se  na do valdemar.
=Visita Pastelaria Senhor do Monte, onde foi apresentado um Soldado que tinha prestado serviço  em Cabo Delgado e depois na Guiné, com quem o Verde trocou uma troca de recordações.
= Encontro com Sérgio do grupo de primeiras Tropas do Exército que serviram em Metangula
= Encontro com Manuel Cardoso, sobrevivente do Naufrágio de Mopeia Rio Zambeze, onde o Carlos e o Agostinho ouviram de viva voz o relato da tragégia.
 = Leitura de quadras escritas e lidas pelo Agostinho sobre o Naufrágio. Que originou ocorrência de lágrimas, tal a alegria e comoção do Manuel Cardoso.
= Visita à Fábrica de fabricação de aglomerados para abelhas, onde o Sérgio Correia é proprietário. ( Os convidas saíram depois da aula do Sérgio mestres em material Apicola.
= Visita teleguiada pelo Valdemar mostrando-lhe a Serra da Boneca, onde em tempos era dali extraída a Lousa que tantos angerós forneceu e lousas para as escolas da nossa infância, também dali se apanhava a carqueja e a queiró que carrevamos à cabeça e aos botenos era vendida aos Barqueiros que a transportavam para o Porto para a utilizarem nas Padarias etc. etc.
= Visita às Ventoinhas Eólicas e à Capela de S. Pedro no alto da Serra e já pertença da Freguesia de Canelas, aliás à qual Sebolido já pertenceu até 3 séculos atrás e era seu lugar.
= No seguimento visita à Capela de Santa Lúzia, onde na segunda-feira de Páscoa de todos os anos ali se festeja. Festa essa que ainda mantém muito do tradicional de outrora. Em ambos os casos eles ficaram maravilhados pelas mesas ali colocadas e onde se pode passar uma tarde maravilhosa.
= Atravessamos para mostrar  o centro da Freguesia de Canelas e de novo a ter a permanente Companhia do Colossal Rio Douro.
= De novo entrada em Sebolido e mostragem do Centro Recreativo e Cultural que em tempos funcionou como Escola do Ensino Primário ( Aliás onde meu Pai eu e meus Irmão fizemos a 4ª classe).
Foi reconstruída por voluntários Sebolidenses e do qual fui Director quatro anos, 1º como Presidente co Conselho Fiscal e depois como Primeiro Secreário da Direcção e Responsável pelas Secções Cultural e Recreativa, a mostra de todas as instalações, Auditório, Gabinete de Direcção, Sala de Estar, Bar, Sala de Estar com Jogos e a Biblioteca que é a minha realização de que tanto me orgulho. Fui Muito feliz aqui faz parte de mim.
= Seguiu-se até Rio Mau, a mais recente Freguesia do Concelho de Penafiel e que apesar de ter pertencido como Lugar à Freguesia de Pedorido se desvinculou e quase durante três séculos esteve integrada como Lugar na Freguesia de Sebolido
= Num Restaurante na Foz junto ao rio com um Barco Turistico do Douro Azul atracado que partiu pouco depois, já que os Fuzos optaram por  continuar por ali e então dar-se ao Dente.
= Chegada do Manuel Araújo Cunha, outro Filho da Escola de Comunicações que prestou serviço no Comando Naval em Moçambique. Autor de várias obras Editadas sobre o Rio Douro, sendo ele um Rimauense/Sebolidense de sete costados e um apaixonado por tudo o que se liga ao seu Rio Douro. 
= Quem logo nos surpreendeu pela positiva  foi o meu Conterrânero Pikó e pessoa já conhecida de todos nós nos seus comentários na minha modesta o+inião de qualidade superior, que um a um falou com todos nós.
 = Segui-se via Cancelos, para o embarque no Valboeiro "O MARINHEIRO", onde foi feito o teste da descida e súbida das cordas com percurso sinuoso, onde os Fuzos a necessitar de um treino para readquiri a forma ainda estão com grande genica.
 Mesmo fazendo-se sentir alguma ondulação nas águas do Douro, não houve enjoo.
= Viram e admiraram segundo eles ao Lugar de Midões/freguesia da Raiva e o S. Domingos da Queimada com a sua capelinha edificada lá no alto da Serra e no qual todos os anos no dia 4 de Agosto se reliazam a Festa. Que tem uma adesão muito grande de gente da Terra e forasteiros vindo de longe muitos deles.
= Seguiu-se percurso para conhecer a casa no recanto e as leiras (hortas), mas antes com a passagem pela uma lingueta que recente reconstruí e onde lhes ministrei uma aula de pescaria. Como se tira  peixe da Rede (Mugeira) e Chumbeira.
Resultado:- Foram capturados : 1 Achegá,1 Barbo, 1 Perca Lúcio e várias percas.
= Um Soldado que esteve em Metangula com o Carlos, ao saber da visita e como não poderia estar presente fez questão de deixar uns pipinos e alfaces, ao qual eu juntei umas Cebolas e Limões como dois frascos de Mel "In Made Cancelos/Sebolido"( para saberem que tal como o Rio, também a Terra produz) e ainda, para lhes relembrar as Mochilas e rações de Combate", para se não esqueceram não poderiam ir de mãos a abanar.(Desculpem a divulgação) e, como eles não resistiram a beber água da Fonte é provável que eu os tenha contaminado com a abstinência.
Dito isto e como o convívio era por um dia lá nos dirigimosaté ao carro do Carlos.
 Os abraços da praxe, com a promessa de novo encontro, logo com o Convite do Agostinho, que por vontade expressa seria logo no dia  seguinte.Calma filho da escola!!! Há mais marés que Marinheiros.
Amigos foi uma enorme felicidade que senti.
A nossa riqueza está na partilha. 
É sempre muito mais o que recebemos, para o pouco que damos.
 Leitores dos Blogues o meu muito obrigado e permitam-me que partilhe com todos vós esta enorme felicidade vivida por todos nós.
 Bem Hajam e Obrigados.
 Com um até já.
Quando Tiver de Partir, não me vais custar morrer. Vai sim euter de deixar tudo o que amo. Não tenho tudo o que amo, mas amo tudo o que tenho.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Companhia de Fuzileiros Nº 2 = Encontro :- Carlos Tintinaine, Agostinho Verde, Navegando no No Rio Douro

Carlos Tintinaine e Agostinho Verde. Dois Fuzileiros da Companhia Nº 2 , desfrutando deste Colosso Fluvial

A Foto a quatro está o Agostinho Verde, o Tintinaine, O Sérgio que fez parrte dos primeiros Soldados a Chegar a  Metangula/Niassa e o Manuel Cardoso Sobrevivente do Naufrágio no Rio Zambeze. Numa outra comigo e outro Amigo está outro Filho da escola um Barra Oito que prestou Serviço no Comando Naval em Moçmabique é é autor de quatro Livros  de execelente qualidade, como a Ninfa do Douro e Douro Lindo Manuel Araujo Cunha.


Tinha no dia de hoje publicados dois artigos, que considero importantes,  mas este levou-me a não resistir a o públicar logo que preparei as fotos.
Obrigados.

Dedicatória com amor  dedicação
             
Quem tem vontade de viver ,
Ela oferece-nos enorme prazer
 Proporciona-nos coisas a fazer
Realizadas jamais dará para esquecer

Nota:- Com o meu maior e sincero reconhecimento :
 Juntando  um abraço Fraterno:
 Extensivo a todos os leitores dos nossos blogues.
  Bem hajam.
 - Marinheiros: Agostinho Teixeira Teixeira Verde, Carlos Tintinaine e Manuel Araujo Cunha, aos Soldados  Sérgio e  Manuel da Rocha Cardoso , soldado condutor sobrevivente do desastre do Rio Zambeze,  via telefone com o Conterrâneo Rimauense e soldado em Angola Agusto Pikó
Amigos dos meus Amigos, meus grandes Amigos são. 
A todos um forte abração.
Nota:
Posteriormente desenvolverei como e onde vivemos este dia preenchedissimo e onde as conversas e recordações foram mais que muitas.
Encontro entre pessoas de bem, tem sempre um final feliz.
A PALAVRA AOS AMIGOS:-
Comentar agora é connvosco  

            2º
Para recordar e perpetuar,
Um dia Douro/ Cancelos/Sebolido
Que foi maravilhoso confraternizar
Mas que dia tão intensamente vivido (divertido)
Amigos não um adeus, mas um até já.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Estado Benemérito.. E homosexualidade nas ex-Colónias

     Estado dá rendimento mínimo aos reclusos.
   Se quem trabalhou mais de quarenta anos  recebe 400 Euros por mês e está sujeito a todo o tipo de impostos.
O mesmo que recebe traficante que tem direito a esses mesmos 400 Euros, sem pagamento de nada.
     Quem aguarda julgamento na prisão por  roubos, tráfico de armas e até mesmo violações.
      Não importa se é reincidente ou não.
      Nada disto impede que continuem a receberem o rendimento de Reinserção Social.
      Só o perdem se forem condenados e drpois de o caso transitar em julgado é, que a Segurança Social pode retirar os citados rendimento.
       O caso está a chocar os tribunais de todo o país.
 Exemplos ilucidativos: Traficante de armas proprietário de uma grande forrtuna e tinham direito ao Rendimento Minímo.
      Por cada metralhadora vendida os membros do grupo recebiam cerca de 5 mil euros. todos tinham direito ao Rendimento Minímo.
     Um jovem de 19 anos foi preso por assalto a farmácia, roubou mais de 18 mil euros, mas na cadeia continua a receber o rendimento minímo.






Homossexualidade = Herança Colonial

Herança Pesada para Gays.
  A aprovação do casamento homossexual em Portugal, contrasta com testemunho discriminatório  deixado nos territórios ultramarinos.
  Na mesma semana que se realizaram três casamentos em Portugal entre pessoas do mesmo sexo, no Brasil assassinaram quatro Gays.
     Em Moçambique os Gays continuam a não  ser incluídos nos planos de saúde  de combate ao HIV, a recente revisão constitucional em Angola exclui o direito da não discriminação de acordo com a orientação sexual.
         Os países além da lingua que os une, em comum estes estados que integram a comunidade dos países de lingua portuguesa (CPLP), têm  uma população LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexual e Transgenero) que ainda hoje sofre o peso de uma herança colonialista, que por lá deixou raízes de códigos e leis profundamente discriminatórias.
     Realidade a que não fogem Timor-Leste, Cabo Verde, Guiné Bissau ou São Tomé, muitos deles como Moçambique, onde a legislação em vigôr  sobre actos homosexuais ainda remonta à época de controlo ultramarino.