terça-feira, 17 de agosto de 2010
Malabarismo Político ao mais alto nível.Cavaco e Sócrates
Só Fogaças!!!
Os 68.000 hectares de floresta ardida ( tantos quantos a soma dos últimos três anos) deveriam servir para um tratamento diferente e preocupante dos nossos mais altos responsáveis!!!
Mas o Presidente da República optou por trocar os calções de Praia pelo fato e gravata para vir a Lisboa, saber as últimas sobre os incêndios, reunir toda a comunicação social. O engenheiro relativo sentiu--se na obrigação de lhe seguir os passos e comunicar ao País que tinha interrompido as suas férias para estar ao lado de Cavaco Silva.
Os bombeiros, militares e as populações que combatem e sofrem as consequências dos fogos dispensam estes espectáculos ditos democráticos que são meros balões de oxigénio para português ver.
Precisamos é de gente séria e competente no poder, que ponha de uma vez por todas, ordem na floresta . Não basta denunciar os criminosos que acendem os fosforos. O que é preciso é também denunciar as políticas criminosas cúmplices dos incendiários.
Mandar calar ministros como o da Agricultura, que, do alto da sua incompetência, só dizem asneiras e atiram gasolina para a fogueira.
S.L.Benfica!!! Vender caro e Comprar Barato
Encontro de Amigos= Link- valdemar-rio.blogspot.com = Rio Terra e Mar
O Benfica, Vendeu as asas da águia e é, por isso que não voa.
O Benfica vendeu as asas da águia e, segundo rezam as crónicas, é por isso que não voa.
De resto, faz sentido.
Uma águia sem asas não pode voar. Dizem porém, os analistas económicos que o Benfica fez bem em vender Di Maria e Ramires, os seus alados.
Quase cinquenta milhões de euros, nos tempos que correm, é um feito... bem feito.
O que também é bem feito, mas mal feito, é o Benfica saber que vai vender os seus dois alas e não se precaver nas ideias e na acção, devemos todos reconhecer que o F.C.Porto está anos luz à frente de qualquer outro clube português. Incluindo o Benfica e Sporting, seus histórticos rivais.
Claro que o mercado só fecha no final do mês, mas como acontece nas lojas de conveniência, as melhores compras foram feitas e agora, a montra está um pouco escolhida.
Vêm aí os Saldos de fim de estação?
Sim, mas do que resta.
Ditas as coisas de outra maneira: o negócio da venda de Di Maria e Ramires só seria de facto um grande negócio, se o Benfica conseguir resolver o problema gastando menos do que lucrou.
E já agora, se é verdade que havia quem oferecesse vinte e dois milhões de euros por Cardozo, então, o Benfica, perdeu, mesmo o negócio do século.
Uma forma de ajudar os meus amigos Benfiquistas a sofrerem menos. Isto é a constatação de uma pura realidade.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
As Fotos falam por si!!!
No blogue = valdemar-rio.blogspot.com = Rio Terra e Mar = Um encontro Piko/Valdemar.
Rio de Sonhos e de Ninfas ao Luar
Desenvolvimento das conversas havida entre nós e o relato desse nosso encontro.domingo, 15 de agosto de 2010
Verdadeira Lição de Honestiadade de um Autarca Português.
As Ondas de um Rio = Link = terrasriomar.blogspot.com
O Rio Douro= Um desafio aliciante = Link = marinheirododouro.blogspot.com
Deveria ser exemplo a seguir por todos aqueles que exerçam cargos políticos ou nomeados pelo Governo!...
Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome..
Quando tomei posse como Presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete.
Foi na Véspera de Natal.
Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolo-rei cheirou-me a esturro.
Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi,vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de social, com excepção das flores.
No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos.
O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo menos provocador, resultava de listas que grandes ermpresas ligadas ao fornecimento de produtos mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre de afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala imaginável.
Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas-festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o. Foi enviada nova carta em que informavamos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém pediamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertadas ao banco Alimentar contra a Fome.
Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público.
Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável.
Em vários países do mundo é assim.
Aqui não. Quer passar dos 8 aos 80. O que significa que nada vai mudar.
Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar.
E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Com a devida vênia a Francisco Moita Flores, Professor Universitário e Presidente da Câmara Municipal de Santarém.
Tertúlia = Falando sobre Economia= Junta de Nogueira da Regedoura
Estão mexendo no meu bolso
Uma assistência atenta
O Conceituado Economista Alexandre Ribeiro de Pé
O Moderador:- Professor/Doutor e escritor Armando Sousa e Silva
Ouvindo atentatentamente as questões que foram apresentadas.
Como pode ver-se fácilmente a concentração era total.
Soube a pouco, tal o interesse que despertou em todos os presentes. Novas iniciativas se seguirão.
sábado, 14 de agosto de 2010
Flamingos no estuário do Rio Douro
Uma população de 14 flamingos pousou na madrugada de domingo na reserva natural do estuário do Rio Douro para se alimentar, possivelmente em busca de "um novo sítio para colonizar".
"Não havia observações de flamingos no Douro há muito tempo, mas tem-se registado a sua expansão para Norte, depois de há alguns anos terem sido vistos em Aveiro e em Esmoriz", explicou à agência Lusa Nuno Gomes Oliveira, diretor do Parque Biológico de Gaia, organismo que registou a ocorrência.
Os 14 flamingos avistados no Douro eram maioritariamente jovens, tendo entretanto abandonado o local por ser muito procurado pelos veraneantes durante a época balnear.
Força Para dizer Não.
O João... terrasriomar.blogspot.com
Pesca no Mar de Espinho. marinheirododouro.blogspot.com
"Esta Gente vai me matar de amor."
"Estou convencido de que é preciso continuar a dizer não mesmo que se trate de uma voz pregando no deserto"
"A Vida é breve, mas cabe nela muito mais do que somos capazes de viver."
" Nem a Juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe."
" Fugir da morte pode tornar-se num modo de fugir da vida."
" O homem é único animal capaz de chorar. E de sorrir."
"O Mar é o Universo perto de nós"
" É diante do Mar que o riso e a lágrima assumem uma importância absoluta."
"Esta gente quer me matar de amor."
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
(Igreja) = Outros que Paguem a Crise
O João... terrasriomar.blogspot.com
Pesca em Espinho= marinheirododouro.blogspot.com
Preocupado com "a pobreza e as desigualdades", o bispo auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azeredo, desafiou "os políticos cristãos" a dar 20% dos rendimentos a um " fundo social", pois "aquilo que nós temos em situações de necessidade não é nosso, é do bem comum; este é o principio da moral cristã".
Ouvidos pelos jornais, os políticos, cristãos e não, ou se puseram de fora ou, não se pondo de fora, também não se puseram dentro ou, tendo-se posto dentro ficaram- se por declarações de intenção.
Começa a fazer escola-até, pelos vistos, na Igreja Católica-a demagógica ideia de que, sendo os políticos os responsáveis pela crise, eles que a paguem e não aqueles que engordam com ela.
Há que reconhecer que a Igreja desenvolve já importantissimo trabalho assistencial, mas porque não ocorreu ao bispo auxiliar também a sua Igreja (que gastou 60 milhões num novo sumptuário templo em Fátima, ignorando-se quanto terá gasto com a visita do Papa) a dar 20% das receitas do santuário para o tal "fundo social"?
Ou o "princípio da moral cristã de que "aquilo, que temos não é nosso" não se aplica à Igreja.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
"Justiça de Fafe" =Selar o Negócio com Merenda. = Velho uma Ova.
A Corneta Ancestral na Aldeia da Ermida = Link = terrasriomar.blogspot.com
ESPINHO PEIXE DO NOSSO MAR = Link = marinheirododouro.blogspot.com
"Justiça de Fafe" = Bem precisava hoje de ser aplicada.
Geralmente, o negócio, quando entre pessoas conhecidas, era selado na barraca mais conhecida, com uma boa isca de bacalhau frito, um naco de broa, ou um pedaço de rosca tostadinha e saborosa e indispensável caneca de tinto vermelhinho e encorpado que escorregava deliciosamente pela garganta e era capaz de dar vida a um morto.
Eram assim os negócios desses tempos em que a franqueza e a seriedade constituíam a melhor garantia da lisura com que tudo era combinado.
Também por vezes vinham à baila velhas questiúnculas, pois havia quem aproveitasse estes ajuntamentos para esclarecimento de antigas contas.
Acontecia então que os ânimos podiam azedar-se e os artistas de pau entendiam que ele seria a melhor arma para tirar as coisas a limpo.
Os bons caceteiros, que faziam do marmeleiro companhia inseparável, não estavam com meias medidas.
Ouviam-se pelos ares palavrões de bico amarelo e gritos aflitivos de mulheres assustadas.
Varria-se a feira à bordoada e tudo acabava sem a Guarda ter de intervir.
Apenas umas ligeira amolgadelas no costado e raras vezes o sangue corria.
Era a "Justiça de Fafe". Mais prática, mais oportuna e mais certeira que hoje.
Era lindo apreciar como as pessoas livres de preconceitos, se sentavam em toscos bancos de tábuas corridas à mesa longa e coberta de toalha de riscado aos quadradinhos para saborearem a tal ísca de bacalhau que frigia no tacho ao lado, acompanhada por bom naco de regueifa, tudo regado pela pinga saída da pipa a espirrar na caneca branca de porcelana, às vezes já com uma asa substituída de folha Flandres.
Espero que tenham gostado da merendola, mesmo sem a ter provado.
ESPINHO PEIXE DO NOSSO MAR = Link = marinheirododouro.blogspot.com
"Justiça de Fafe" = Bem precisava hoje de ser aplicada.
Geralmente, o negócio, quando entre pessoas conhecidas, era selado na barraca mais conhecida, com uma boa isca de bacalhau frito, um naco de broa, ou um pedaço de rosca tostadinha e saborosa e indispensável caneca de tinto vermelhinho e encorpado que escorregava deliciosamente pela garganta e era capaz de dar vida a um morto.
Eram assim os negócios desses tempos em que a franqueza e a seriedade constituíam a melhor garantia da lisura com que tudo era combinado.
Também por vezes vinham à baila velhas questiúnculas, pois havia quem aproveitasse estes ajuntamentos para esclarecimento de antigas contas.
Acontecia então que os ânimos podiam azedar-se e os artistas de pau entendiam que ele seria a melhor arma para tirar as coisas a limpo.
Os bons caceteiros, que faziam do marmeleiro companhia inseparável, não estavam com meias medidas.
Ouviam-se pelos ares palavrões de bico amarelo e gritos aflitivos de mulheres assustadas.
Varria-se a feira à bordoada e tudo acabava sem a Guarda ter de intervir.
Apenas umas ligeira amolgadelas no costado e raras vezes o sangue corria.
Era a "Justiça de Fafe". Mais prática, mais oportuna e mais certeira que hoje.
Era lindo apreciar como as pessoas livres de preconceitos, se sentavam em toscos bancos de tábuas corridas à mesa longa e coberta de toalha de riscado aos quadradinhos para saborearem a tal ísca de bacalhau que frigia no tacho ao lado, acompanhada por bom naco de regueifa, tudo regado pela pinga saída da pipa a espirrar na caneca branca de porcelana, às vezes já com uma asa substituída de folha Flandres.
Espero que tenham gostado da merendola, mesmo sem a ter provado.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
De Velho se torna a Criança!!! A Economia do Meu tempo. Será que não servia na actualidade?
Esta é mais que boa Impredível!!! = Link = marinheirododouro.blogspot.com
Dois Artigos de Verde e Pikó = Link = terrasriomar.blogspot.com
A Verdadeira Economia, é aquela quando sobrevivemos com aquilo que produzimos.
As exportações é sempre servir a vontade do importador. Como ficar dependente do mesmo.
Nesses tempos, enchiam-se as feiras e os mercados públicos. Todo o trabalho de campo (e não havia bocado de terreno que não fosse cultivado) era feito pelos bois, já que os tractores só muito mais tarde apareceram.
Acabadas as lavras (o povo chamava-lhe lavoeiras) esse gado de trabalho entrava em período de certo sossego e o lavrador pensava no lucro.
O tratamento mais cuidado ajudava à recomposição dos animais, bois, toiros de trabalho que se iam ficando mais lustrosos e brilhante. Iam então para a feira, pois o "bom ganho" era a melhor recompensa para quem não se limitava a "trabalhar para aquecer".
Dava gosto ( e eu sempre que podia o saboreava) assistir a esses contratos na Feira de Nojões).
Se na casa havia moça vistosa e a "vender saúde" era ela que, na frente da junta e levantando a cabeça aos animais, fazia com que os bichos mostrassem todo o seu belo corpanzil a despertar a cobiça ao possivel comprador.
De aguilhadas em punho e ares de quem sabe o que vende, o dono enaltece a cabeça airosa dos animais, a amplitude das ancas a suportarem uma caneca sem cair, a barbela farta e charmosa. O comprador volta e torna a voltar, aprecia a pelagem dos bichos e, porque tudo considera a seu gosto, entra-se no contrato.
O pedido dá sempre para se tirar meia notita e, mais volta daqui e olhadela por trás, o negócio acaba por se fechar. Mão ao bolso, carteira sacada, e as notas cobiçadas passam para as mão do vendedor.
O cliente enlaça então os bichos por sua conta e as soga que os prendia antes é dobrada e enfiada no braço da moça, que sorri em sinal de satisfação.
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