quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Testemunho de Uma Vida. Preparar - Lutar e Vencer =Eu e as «Tardes da Júlia»! cont.3 .../...

Carlos permite que te agradeça e reconheça quanto tens sido importante pra mim o teu empenho e disponibilidade. Um Abraço   
  Lutei e Venci = Hoje tudo faço para estar de bem com a vida. Os Amigos são fundamentais.

Eu e as «Tardes da Júlia»! cont.2 .../...



Ninguém vence uma dependência sózinho. A ajuda da Familia e Amigos é fundamental.

Eu e as «Tardes da Júlia»! cont.1 .../...



A consulta com um médico é fundamental. Tanto melhor se o tivermos em estima.

Eu e as «Tardes da Júlia»!

Para quem não visita habitualmente o meu blog "Alcoólico Recuperado", aqui ficam também os video-clips do acontecimento.



Nestes 24 anos que levo de abstinência reconstruí uma familia, reuni os velhos amigos e em cada dia novos amigos se juntam. No passado dia 1 de Outubro a cerca de sete dezenas que reuni no Auditório da Junta de Nogueira da Regedoura e muitas dezenas de outros que por  razões diversas não poderam estar presentes, tal como compromissos indiáveis distâncias etc. etc. são a prova cabal que vale a pena acreditar.
   Ficou provada a razão que me assistia, quando sempre afirmava que os meus amigos eram como o algodão que não enganam.
     A um Amigo nunca se agradece: ele está sempre presente e disponivel.
     A minha ída a este programa da Júlia, foi a prova de amizade que recebi a juntar-lhe o Evento do dia 1, levam-me a concluír que tem valido a pena viver e ter optado por uma vida partilhada.
      Tenho recebido muito mais do que aquilo que dou.
       A todos o meu reconhecimento. 
      Um Xi Coração.
      Bem Hajam.

A TERRA PROMETIDA

O Governo prometeu que dominava a crise. Prometeu este mundo e o outro nas eleições de 2009.
Em todos os dias dos últimos dois anos, o Governo disse que a crise internacional ia brava, mas que por cá a economia reagia bem. Que estavamos a recuperar e que em breve estaríamos a sair do vermelho.
A outra semana Socrates apresentou uma receita orçamental como fórmula de dois em um. Apresenta em linhas mestras o orçamento em que espatifa o poder de compra e a capacidade de sobrevivência de milhões ao mesmo tempo que acciona um conjunto de medidas com efeito a partir do meio deste mês.
Vamos viver uma situação que traz fome e miséria. Quem se recorda dos inícios dos anos oitenta?
Cada vez mais os nossos filhos e netos perdem o direito à esperança.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Cem Anos de República e Convite aos Amigos que estão com o Peito um Pouco descaído.

Ao meu Portugal Querido
O meu País lindo e adorado
Vou festejar querido Amigo
Com um Belo Cabrito Assado.
I
Isto não serve de afrontes
Para voces meus queridos
Vou comê-lo a Trás-os-Montes
E vou lembrar-me dos Amigos

Um Percurso ideal para manter a forma 



Um aconselhamento sério. Vamos deixar de ser piegas.
Desde que nos dediquemos e ganhamos consciência que a gordura é o nosso principal inimigo, mais ainda que já praticou ginástica e soube o que era a elegância e a forma simples como nos movimentamos quando nos encontramos em boa forma física.
    Tenho um poroblema desde os meus vinte e tal anos que é o de ASMA (Broquite Agemático) quando me encontrava a prestar serviço na Escola Naval e motivado pelos gazes da CUF mais tarde QUIMIGAL, tinha de recorrer a levar um injecção nas veias para conseguir respirar.
    Sempre que ganho alguns quilos a mais vejo-me e desejo-me para me deslocar a pé a qualquer lugar.
    Abrandei a minha participação nas Associações e agora disponho de tempo para me preparar.
Assim.- Vou até Espinho que são cerca de 5 klm de bicleta para cada lado e em dias como hoje vou a pé de Espinho pelo passadiço até á Praia da Aguda que ida e volta são cerca de hora e meia.
  Sinto-me nos trinques como se pode ver nas fotos onde estou.
  Para fazerem uma ideia das minhas Caminhadas aqui junto mais uma belas fotos da Aguda.
  Pelas Barriguinhas que vi em Pombal à bastantes mais Tintinaines a precisarem desta ementa. Aqui vos  envio a palamenta. Sirvam-se .
Esperam-se resultados palpáveis.

domingo, 3 de outubro de 2010

O Galo Vermelho " O Nino" do Sargento Veloso


Mas Que Galo!!! Certamente o Galo mais resistente de toda a Guerra das Ex-Colónias.
    O Sargento Veloso da Companhia 8 de Fuzileiros, "hoje primeiro Tenente Reformado" quando se encontrava em Serviço na Machava em Lourenço Marques decidiu.-se por comprar uns  Pintos e depois  deitar uma Galinha a chocar uns ovosque vendeu muito a 4 paus a dúzia "4$00".
      Desses ovos nasceram várias pintaínhos, mas uns cegos outros malucos, apenas um  aproveitou.
      Começou a tratá-lo desde o primeiro dia.
     Longe de pensar que se viria a tornar senhor duma  história lindissima e que acabaria numa grande paixão e até de amor.
  O Pinto foi cresecendo e tornou-se num lindo Galo Vermelho.
   O Sargento Veloso logo o baptizou com o nome de Nino.
     Dormia  em frente da porta da Secretaria Secretaria e os Rapazes da Limpeza começaram também a gostar dele e faziam-lhe a limpeza, o Sargento não precisava de se preocupar com isso.
    Um dia o Cristo um Algarvio de Vila Real de Santo António ao encontrá-lo já se preparava para fazer com ele uma churrascada, mas ao dizerem-lhe de quem era ele desistiu das intenções.  
Recebeu ordem para seguir para o Niassa, e consigo levou o Nino. Embarcaram na Fragata Pacheco Pereira e o Galo como Marinheiro normal também decidiu enjoar enquanto navegava até Nacala na Fragata Pacheco Pereira.
   De Nacala seguiram de Noratlas até Nova Freixo e dali de Coluna até Mponda e embarcando na Lancha até Metangula, onde passados dois dias seguiram para o Cobué , o Galo na Lancha dormia junto à Padaria.
    Chegado ao Cobué o Galo começou a sentir necessidade de sexo, como não lhe davam galinha, ele arranhava os pés do sargento e mais dois Grumetes que lidavam com ele e lá se desenrascava, à falta de melhor!... Marinheiro que se presa tem de ser desenrascado.
    Um belo dia apareceu por lá um Mocho morto. O Nino abeirou-se dele foi á fartazana.
Era mesmo atiradisso. Tirou a barriguinha de miséria. Ficou mesmo aliviado. 
        Um diano Cobué  um Mangusto chupou-lhe o sangue de uma perna e ela ficou esterricada e o Nino ficou com dificuldade em movimentar-se, isso não invalidou que quando sentisse a presença do dono se arrastasse até ele.
    Acabada a Comissão regressaram à Machava e embarcaram no Vera Cruz o  Nino encostava-se lá a um cabrestante e e os Marinheiros do Vera Cruz ao conhecerem a história tratavam-no com afeição.
   Chegado a Lisboa o Sargento Veloso como vivia no Bairro dos Sargentos no Alfeite não tinha condições para ter o seu menino "Nino" com ele, mas resolveu o problema porque o seu sogro também lá vivia no Bairro e tinha condições para o ter .
   Colocou-o lá e sempre que podia fazia-lhe uma visita: o Nino logo se arrastava para vir ter com ele.
   Num mau dia uns miúdos passaram por ali ao verem o Nino deitado no Chão, com a intênção de o ajudar e sem lhe querer fazer mal, ao aperceberem-se daquela deficiência pegaram nele e colocaram-no em cima da borda do tanque. O Nino movimentou-se e caíu dentro dele que tinha água.
    Como não tinha aprendido a nadar!!!!
      Morreu Afogado.
     Acreditamos que o Nino acabou por ter a morte que mais desejaria, pois aasim ficou ligado às histórias verídicas dos Marinheiros e certamente será o Galo portador de uma das mais brilhantes histórias das aves galinaceas.
    Esta história verdadeira foi-me contada pelo próprio Sargento Veloso e por um dos Marinheiros que dele tratava. Nota :-  O Sargento Veloso aparece em duas fotos em baixo de Pera e Óculos.
    O hoje Primeiro Tenente Veloso ainda não manobra esta Tecnologia, mas vai segundo ele acompanhando os nossos blogues seguramente que virá a ler esta linda história que ele tão alegremente me contou e autorizou a que eu a publicasse.
Um Abraço Senhor Tenente  Veloso e Amigo.
  Quanto ao galo Nino aqui se presta a devida homenagem
   Quando um galo canta!!! O seu mal Espanta!!!

sábado, 2 de outubro de 2010

Convivio de Pombal e 34 anos de Casado = 3 do 10 de 1976 a 3 do 10 de 2010

Tive um Galo do Caneco . História de uma Galo Marinheiro que morreu afogado
Morreu com honra. Infelizmente não conseguiu aprender a nadar 
Uma História brilhante a ser desenvolvida em próximos capitulos. O Niassa em Pombal, trazido por Marinheiros.
34 anos de enlace matrimonial. Eu Valdemar e a minha Ninfa/Sereia = 3 de Outubro de 1976 a 3 de Outubro 2010
Daqui a pouco entrará o dia 3 e como tal o dia em que à 34 anos eu e a minha Ninfa/Sereia assinamos um compromisso que vai perdurando e que apesar de já ser um casamento em desuso no tempo, continuo com alicerçado para que se vá prolongando e até reforçando com forte elo de concordância mútua para se manter tempo fora.
Ao que parece promete durar.
                Convivio de Marinheiros em Pombal.
Há amigos do tempo de escola, de trabalho da Universidade e da Marinha 
   Há Amigos eternos e outros que são de ferro.  
Não queria nem podia deixar passar de hoje para dizer com toda a verdade que foi um dia vivido com intensidade e com enorme alegria.
  Foi contagiante o ambiente vivdo por todos os convivas.
  Impressionante como no meu caso que à excepção de meia dúzia de pessoas que conhecia fui recebido por todos os camaradas Marinheiros e Familias como desde que entramos para a Armada nos conhecessemos.
  Ali apenas e só uma distinção:- A Pátria e a honra de ser Português, quando: - Tal como nos tempos de briosa cantamos o Hino Nacional e a unidade que transmite a todos nós a honra de termos servido a nossa querida Armada.
 Voltarei ao assunto, mas por hoje não me quero alongar mais neste comentário, apenas e só que me sinto imensamente honrado por ter sido convidado a participar e reforçar que felizmente em boa hora aceitei o convite.
   Foi uma honra.
   Em muitas conversas o Niassa/Metangula e Cobué estiveram presentes e novas e maravilhosas histórias foram contadas.
 Um dia inesquecivel.

Velho Barqueiro do Douro

Grato ao Autor e a mesma tive a honra de lêr no Auditório da Junta de Feguesia de Nogueira da Regedoura para mais de cinquenta pessoas. Obrigado conterrâneo
     
               Baptismo de um Barco Novo
     Às vezes, mais particularmente nas noites de invernia em que o rio é um desespero de aflição, e se ouvem distintas as vozes de antigamente, lembro-me de ti velho Barqueiro. Então, como em retrospectiva inevitável, as palavras dos que constantemente lembras, falam de portos perdidos ao longo do rio, de noites usadas a lançar a rede na pesca do pão, de naufrágios onde, como na vida, só alguns sobrevivem e de abraços que podem redimir os desnortes tão comuns nos mortais. Elas dizem que é possível regressar a terra, que apesar da tempestade, do rio se ter transformado em tormenta e o barco já sem rumo, quase se afundar, um barqueiro sabe sempre traçar o azimute que salva, basta para isso ter alguém no cais à sua espera.
       Palavras são o que te dedico hoje no dia que escolheste para baptizar um “barco” novo. Palavras apenas, mas é com elas que se escreve o teu nome, o nome de todos os que te são queridos e o nome da tua nova embarcação.
     Voltarás ao rio que te viu nascer como um homem novo, sem remorso, sem castigo e sem censuras por que só quem nunca se fez ao mar não naufragou.
          Permite-me citar aqui uma frase de um dos meus livros  
      “Todos temos um rio a correr dentro de nós mas são poucos a permitir que ele saia das margens que o oprimem.”
     Estamos rodeados de água companheiro, a borrasca terminou, o rio agora é calmo, reflecte a lua e as estrelas e tu e eu, temos que remar, remar, remar…
    Com um grande e forte abraço.
          Manuel Araújo da Cunha

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Hoje no Auditório da Junta de Freguesia de Nogueira da Regedoura

Acreditar - Lutar e Vencer.
  Lutei e Venci
O meu percurso de vida
Conta inclusivé com 24 anos de abstinência alcoólica.
Contará com a presença de meus Amigos Médicos, Professores Doutores, Escritores, Doentes Alcooólicos Recuperados e outros Amigos e 4 Associações de Alcoólicos Recuperados.
Partilhar é sempre receber muito para o pouco que damos.
Acredito que seja para mim e todos os meus amigos um dia de enorme felicidade.
A vida vale pelo ´que de útil deixamos aos vindouros.
Dar exemplos não é a melhor forma de incentivar , mas a única.
Não tenho tudo o que amo, mas amo tudo o que tenho