Muitos portugueses, principalmente aqueles que ainda têm algum discernimento para uma visão real do país, saberem não se confundirem nem se misturarem com aqueles sempre mesmos, que aplaudem os mesmos, que elegem os mesmos, e que nunca se apercebem que esses mesmos, são sempre os mesmos que mesmo com o País à beira da bancarrota defendem sempre os mesmos interesses, e colocam sempre esses mesmos, saqueando a ração que deveria ser repartido por aqueles que não sendo dos mesmos, deveriam esses mesmos perceberem que ao elegerem sempre os mesmos, esses mesmos após os actos eleitorais vão colocar na gamelas sempre os mesmos indiferentes aos mesmos sistemas.
São os mesmos e sempre os mesmos insubstituíveis. Ou seja os tais cabecinhas pensadoras.
Verdadeiros sentimentalões humanistas e solidários para com o seu úmbigo.
Mas se hoje muitos portugueses experimentam um sentimento parecido ante as ruínas daquilo quer foi um dia um país e que hoje é um patético joguete de interesses alheios. Também aqui neste país havia uma casa que ainda hoje poderia ser farta, mas nela se tornou apenas possível encontrar falta de referências (morais, ideológicas ou outras) e um qualquer projecto que não seja o da ganhunça (ganância).
A " choldra ignóbil " de Eça regressou corrompendo tudo confundindo verdade e mentira e espoliando o presente e o futuro colectivos.
Sendo que as próprias palavras deixaram de merecer qualquer credibilidade.
O partido Socialista é tão socialista quanto o Partido Social-Democrata é social-democrata e expressões como " Estado Social" ou "Justiça Social" perderam qualquer significado.
Quando formos chamados outra vez a votos.
E, como a imensa maioria descontente se abstém não conta, os mesmos elegerão de novo os mesmos.
Que seguramente irão continuar a fazer mais uma vez o mesmo..