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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Cont. parte 2 =Este país não é para jovens


O país no meu tempo de jovem
Mas no tempo da Guerra Colonial uma comissão de serviço, parecendo eterna, não durava eternamente, e os sobreviventes regressavam ao fim de dois anos. Regressavam é certo, a um país cabisbaixo e desapossado, mas onde, apesar de tudo, lhes era possível construir uma vida, se bem que cinzenta ao menos autónoma.
O país e os jovens nos dias de hoje
Como sobreviver porém, física e moralmente, à guerra que se abate hoje sobre os jovens, condenados sem fim à vista à precaridade, à humilhação e à desesperança, impedidos de construir familia ou de ter vida própria? Quando uma boa parte é da responsabiliade política por isso  é justamente da minha geração, sobretudo daqueles que, logo que puderam, se meteram na cama com o inímigo do seus vinte anos.

Governo encontra solão mágica...
Passos Coelho tirou um coelho da cartola e começou a solucionar o problema, primeiro correndo com os professores que não têm colocação e mandadndo-os a imigrarpara o Brasil ou Angola (quando quem devia emigrar era ele com todo o seu staff e fazendo-se acompanhar pelos  membros do anterior Governo).
Vamos a aguardar para icarmos a saber quais serão os próximos a abandonar o país?

domingo, 18 de dezembro de 2011

Este país não é para jovens

Um estudo revela que 51% dos jovens trabalhadoes com menos de 25 anos recebem um salário inferior a 500 euros por mês, o mesmo acontecendo com 24,5% dos jovens entre os 25 e 34 anos.
Somando a estes  números, referentes tão só aoos "privilegiados" que têm trabalho, os milhares que se encontram em situação de desemprego ou  procuram em vão o primeiros emprego, fácil é concluir que este país não é para jovens.
A minha geração viveu o pesadelo da Guerra Colonial, que semeou entre os jovens mihares de mortos e estropiados e forçou outros tantos à solidão do exilio, enquanto a casta politíca  e económica dominannte ( parte dela ainda hoje avultando por aí) ía metendo com a Pátria na boca, os proveitos da colonização ao bolso.