Viajar com o Verde é sempre muito, muito agradável,melhor supr-bom, mesmo para aqueles que como eu, não gostam nada de utilizar transportes.
Viajar com o Verde e a sua Esperança, é daquelas viagens, que quanto mais se anda e fala, mais vontade se ganha de conversar, porque as Conversas com eles é um nunca mais acabar de coisas interessantes e divertidas, até a minha Sereia dá corda à conversa, quando fala o minímo. Fala muito e por vezrs demais é para mim, mas diga-se com cara de poucas amigas.
Isto não é dar graxa ao Cágado, mas é a pura realidade.
Não surpreende que partindo daqui tenhamos feito a viagem sem darmos por conta.
Com o Verde até as conversas do Deus dele, do seu Porto e do seu PPD, são aceitáveis e criam boa disposição, mesmo quando não somos nada disso.
Por compromissos assumidos, o Verde tinha de partir um pouco mais tarde do que desejava, mas estava tudo nos conformes e o Comandante Tintinaine sabia da hora prevista da nossa chegada.
Estavam as companhias alinhadas e logo após a nossa chegada procedeu-se de imediato ao retrato de familia.
Se a viagem com disse com o Verde e a sua Esperança já nos contamina com a sua boa disposição veio a surpresa para mim. Jamais a esquecerei.
O Rafael Neto de Marinheiro estava na Boca de muitos companheiros que se apressaram a dar-me as felictações a mim e minha cara -metade, o que para nós, como é fácil imaginar seria a prenda mais valiosa que poderiamos ali surpreendentemente recer.
Depois quem não se transforma? Claro que me senti o homerm mais feliz do Mundo, tanto pelo carinho com que me falavam do Rafael, como eu em testemunhar aquilo que já sabia que estava com a minha familia adoptiva.
O meu, da minha Lúcia, dos Pais do Rafael, do Rafael que brevemente vos saberá agradecer um bem Hajam e um forte Xi Coração.
Muito disto devo ao Niassa.