O que continua a dar e vai sendo moda é dizer-se mal de Portugal e dos portugueses e principalmente atribuir aos políticos a culpa de todos os males.
Mas o que se vê é que a moda continua, mas ninguém está a pensar em mudar de vida. Está isso sim quase todo um povo à espera de uma varinha mágica que tudo mude e venha de novo o tempo de gastar à tripa forra acumulando dívidas.
Não aprendemos com os erros do passado e não estamos disponíveis para aprender com o sofrimento que sobre milhões de pessoas hoje se abate.
Somos pobres que invejam a riqueza dos ricos e clamam por justiça apenas até ao momento em que de pobres passamos a ricos.
Depois não nos incomoda a injustiça com os outros. Somos na nossa maioria um povo egoísta.
Falta-nos ambição para lutarmos por uma sociedade mais justa, que só poderá vir a existir no dia em que cada um de nós estiver disponível para dar um pouco do que temos a quem tem falta de tudo.
Neste país em que vivo não choro, mas envergonho-me.
Percebendo que na hora actual deveríamos estar a garantir o sustento e a dignidade de todos e de cada um dos portugueses, andamos a ver se nos safamos e indiferentes a se a desgraça que alastra no nosso povo, apenas calha ao vizinho do lado.
Um povo sem rumo, é um povo que não tem futuro.
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Por onde andará, o Orgulho Português?
A TOTAL HUMILHAÇÃO PORTUGUESA.
Passos Coelho disse-o com clareza: o programa do governo do PSD será o do FMI.
E o mesmo acontecerá necessáriamente com o do PS e CDS, partidos que, juntamente com o PSD, continuam em reuniões com os mandatários do FMI, BCE e UE para receberem instruções ("negociações", chamam-lhes eles: O FMI, BCE e UE ditam e PS, PSD e CDS tomam nota.
Dois ficam de fora BE e PCP que conterão certamente medidas alternativas, mas que não poderão fazer mais que numa improvável participação no Governo apresenttá-las e na Assembleia da República, pois já estará antes das eleições em funcionamento a coligação FMI/BCE/UE/PS/PSD/CDS.
Assim as eleições que se avizinham servirão para oferecer ao país na falta de pão duas ou três semanas de circo.
Certamente poucos o saberão, pois se muitos soubessem do seu paradeiro, certamente já há muito tinham corrido com esse bando de incompetentes e chamarem os técnicos portugueses suficientemente qualificados e capazes, honestos e honrados, voluntariosos e corajosos, experimentados e com sentido público (porque os há´!!!, porque os há!!!) para pôrem as finanças e a economia do país em ordem, e em vez disso tivesse vindo os do FMI. Levaram tantos portugueses a clamarem iludindo-se que agora com esta história, que a intervenção do FMI seja somente para a concepção de um empréstimo, quando se sabe que ela consiste em termos técnicos do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial a imporem-nos regras excessivamente severas, à revelia dos nossos interesses estratégicos vitais e com isso pondo em causa o nosso futuro e suburdinando-nos às potências financeiras (económicas) que dominam estas instituições-nomeadamente os EUA-que sina esta em que os portugueses preferem ter estrangeiros a porem-lhe as patas em cima do que acatarem ordens de portugueses decentes.
Por onde anda o brio, e o orgulho, dos portugueses (que vergonha!)
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