sábado, 31 de dezembro de 2011

Mandões de vista curta.

Todos os dias nas estações de Televisão, assistimos a ditos comentadores, comentadores esses: que já todos passaram ou estão em altos cargos polícicos e outros diversos, que nada mais fizeram que afundar o país e salvaguardarem as suas chorudas reformas, enquanto o Zé descontava para a reforma e depois receber uma migalha, migalha essa que Governo actual com apoio do PS vão saqueando.
Voltando aos comentadores políticos da elite da nossa sociedade esses vão proclamando que estamos em crise, que é preciso austeridade.
Mas esses fulanos não sabem do que falam, porque não são eles que ficam sem trabalho, sem meios de subsistência, sem casa, sem pão na mesa para dar as filhos, que ssujeitam-se à humilhação para poder sobreviver. Esses Senhores, instalados nas suas moradias de luxo,com aquecimento, empregadas domésticas, filhos em colégios privados, carros topo de  gama, que vão de férias em qualquer altura do ano com o dinheiro ganho pelo suor de quem trabalha  e aufere salário mínimo, não tem estatuto para falar.
Os governantes actuais são chefes, não têm capacidade para colocar o país em marcha. Por isso se lhes resta alguma honestidade/dignidade intelectual demitam-se, porque também é digno saber-se assumir que não somos capazes de liderar um projecto colectivo.

3 comentários:

Observador disse...

Como dizem na minha Terra: quem fala assim não é gago, ou por outras palavras, o meu apoiado.
Feiz Ano Novo para ti e para os Teus.
Um abraço
Virgilio

Edum@nes disse...

Boa tarde meu grande amigo Valdemar Marinheiro.
Porque só sabes dizer as verdades.
Toada a corja de políticos e comentadores.
Que nos querem tirar as liberdades.
Não fizemos mal a ninguém.
Temos que pagar o que não pedimos.
Eles gozam e a gente nada tem.
Nada digo eu. Temos a miséria e eles a riqueza.
Nós para eles lutamos, dizem eles que tem muita esperteza.
São uns grandes aldrabões.
A gente trabalha e eles ficam com os nossos tostões.
Está na altura de uma revolução.
Não queremos voltar como no tempo de Salazar.
Porque era-mos carne para canhão?

Final de ano e feliz ano novo para ti e para tua família. Que tudo se realize conforme vossos desejos.
Abraços,
Eduardo.

Tintinaine disse...

Vê lá se eles não são adeptos daquela teoria do «quanto mais me bates mais gosto de ti», senão nunca mais nos livramos deles.
Desejo-te o melhor para o ANO NOVO que está prestes a começar, para ti e toda a família!