sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O que quer o porco?



Meditação

Sofrimento:

     Sofro de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus. O homem chega a desanimar da virtude, rir-se da honra, e quase a ter vergonha de ser honesto.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo do meu país.
Mas convictamente afirmo;-
Não pretendo saír daqui, porque amo este chão.
Vibro ao ouvir o meu hino.
Jamais usarei a bandeira para enxugar o suor  ou a enrolar no corpo, na natureza do pecado da manifestação da nacionalidade.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Rio Zambeze = III = Sporting Clube Espinho - Futebol


Cardoso, estaria longe de imaginar o que o viria a ferir profundamente

Navegando com no paquete Angola de Nacala para Lourenço Marques
O Delfim natural de Gondomar, mas que não esteve no naufrágio

Solicitação:-
Aconselho vivamente que se comece a leitura deste tràgico naufrágio o maior de sempre com militares portugueses. Começar a leitura abaixo na Parte 1, e se siga a sua ordem, Tragédia rio Zambeze, parte 2, e parte 4. Obrigados e todos os depoimentos adicionais serão de valor Histórico.
Homenagem às Memórias dos que lá morreram, e a quantos já morreram posteriormente, todos os que vivem, desejo as maiores felicidades que bem merecem, e que a dor que carregam, já lá vão quarenta e um anos, dos golpes incuráveis que lá sofreram, que continuem a lutar com todas as suas forças, para a suportarem até ao do fim dos seus dias. Tremendamente difícil, mas não impossivel, e agora e cada vez seremos mais partilhar a vossa dor.
Um Bem hajam, o meu reconhecimento e a minha admiração.
Certo que tudo o que viermos a conseguir fazer, serão sempre umas pequenas migalhas, para o que vocês merecem, pela vossa heroicidade, mas seguramente admito serem para vós muito mas mesmo muito importante
Pode os homens que comandam este nosso País, não vos vir a reconhecer nunca, mas a história não deixará que o Nosso Portugal vos esqueça.
Sabemos e por ela lutamos que a nossa Pátria é justa, e que a nossa Terra é boa,podendo nela haver algumas sementes fracas, e porque vão sendo alimentadas ainda proliferam, mas que serão seguramente um dia esterelizadas.
A força da razão, acabará por vencer a razão da força

A minha sentida Homenagem ao Amigo Jardim e a todos os que lá pereceram



Segundo o testemunho que me forneceu o meu conterrâneo e meu amigo de peito Manuel da Rocha Cardoso, todas as vezes que falamos deste assunto, e foram muitas vezes, o que sai muito em primeiro, são as últimas palavras e únicas que trocou neste caso com o seu grande amigo Jardim:
Quando o Batelão se começou a afundar um Sargento irritadissimo vê numa fotografia da filha e desabafa de que vale se eu vou morrer edeita a foto ao rio, de seguida puxa pela máquina fotográfica Canon e repete o anteior e deita a máquina ao rio também. Felizmente que este Sargento viria a sobreviver.
Logo de seguida fala o Jardim e fala:
Ó Cardoso, vou morrer!
Cardoso:
- Oh Jardim, eu não posso fazer nada!
Porque não podia mesmo.
Estes dois casos foram a forte razão para que o Manuel de imediato se atirasse ao rio, sendo segundo o que pensa ter sido o primeiro a fazê-lo.
     A referência que o Manuel tem era a de que se tratava de um jovem jogador do Sporting Clube de Espinho e que seria de lá. Informações posteriores que recolhi, será afinal de S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, freguesia que faz fronteira com a cidade de Espinho. Em dados recolhidos junto a responsáveis do clube e do Jornal Defesa de Espinho, pude confirmar que estas informações de que dispunha o Cardoso correspondem à v erdade.


Sporting Clube de Espinho Vencedor Taça Cândido dos Reis 1967
Carlos Zenha dos Santos Jardim o 2º da esquerda para a direita na primeira fila.
Moinhos- S. Félix da Marinha - Vila Nova de Gaia
Vendo-se a seguir Capitão-Mor com a mão em cima da bola e que foi o marcador
     O Jardim, rapaz oriundo de uma familia fracos recursos, sendo que sua Mãe trabalhava na Fábrica de Fundição em Espinho. Inciou-se como jogador de futebol no S. Félix da Marinha e transferiu-se para o Sporting de Espinho, onde entre outras coisas jogou contra o União de Lamas e que os Espinhenses ganharam por quatro a zero. Por imperativos militares, não pode estar presente na meia final em que o Espinho foi ganhar ao Salgueiros no Vidal Pinheiro por duas bolas a uma.
     Tal como Capitão -Mor teriam sido pedras vasilares, para a brilhante carreira que culminou com  a conquista da Taça Ribeiro dos Reis.
     O embraque para Moçambique e o  afogamento roubaram -lhe a oportunidade de uma carreira brilhante e que hoje poderiamos estar a falar de  uma das maiores glórias do futebol português.
              Só se morre, quando deixamos de estar no coração de alguém

Sentinela Alerta =VIII

Dever Cumprido
Devo confessar que estava longe de poder imaginar que quando o Tintinaine abordou o problema do trágico naufrágio de Mopeia, ele viria a juntar num àpice tanto historial, lamentável, que há mais de quarenta anos homens que viveram esse drama, nunca tivessem tido a oportunidade de despejar o saco, e assim poderem libertar-se dessa carga atormentadora e essa cruz que carregam nestas quatro dezenas.
Durante anos carreguei uma cruz tremenda, consegui levá-la ao Monte do Calvário e consegui lá deixá-la, por isso, sei quanto importante se torna, termos alguem com quem podemos despejar o saco, e ficarmos libertos, não, para esquecer o passado ou os sentimentos, mas sim para que posssamos limpar as nossas mentes, e juntarmos todas as forças de que dispomos e são muitas, e que assim nos seja possivel minorar o sofrimento.
Movido pelo a cima exposto, não sei se os amigos mesmo me dizendo que sou um homem fortissimo, por ter vencido duas dependências, "o tabaco e o àlcool", interrogo-me se teria forças para vencer este isolamento e carregar essa cruz de sofrimento que já leva quarenta anos. Vou Sabado falar com o Agostinho, o sentinela que foi alertado por um camionista "que soube ou se apercebeu da tragédia", e sei que calmamente, certaente por não conhecer as dimensôes da tragédia o Sentinela se movimentou calmamente. Sei tambem que foi um elemento espectacular e solidário, o que em muito ajudou os sobreviventes.
Vou ter uma honra imensa em o conhecer, apesar de ter parado algumas vezes no mesmo café e viver a uns escassos cinco quilómetros , só quando dei início a esta pesquisa, tive conhecimento do papel importante que desempenhou, e fiquei saber que ele tinha ajudado o Cardoso.
Quem bem faz. Bem recebe

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Guerra no Niassa = II

Primeiras baixas militares na região de Xilama:
A 16 de Novembro de 1964, as tropas portuguesas sofrem as primeiras baixas na região de Xilama, tendo num curto espaço de tempo alargado a sua acção em direcção a Meponda e Mandimba.

«Há dois tipos de pessoas, os que fazem as coisas, e os que ficam com ou louros»

Notas importantes:
A Emboscada da Frelimo ao caminho de ferro Niassa próximo do Catur, utilizando armas automáticas e lança-granadas foguete.
Eduardo Mondlane é assassinado em 03-02-69, , é criado um triunvirato com Urias Simango, Samora Machel e Marcelino dos Santos.
Marcelino dos Santos de tudo o que conheci dele de 1968 a 1972 e posteriormente, julgo tratar-se de alguém de uma capacidade intelectual e hunana muito a cima da média e a sua companheira, pelo desafio ao regime de então Sul Africano, será alguem com enorme determinação e coragem.
Em finais de 1969 Simango é expulso da Frelimo.
Lazaro Kavandame e a sua entrega em Cabo Delgado.

Psico:
Sempre tive a ideia que se valorizava em demasia quando se capturava alguem com alguma responsabilidade e que se lhe era sempre atribuído um valor acrescido, disso tiravam proveito os Comandos Distritais da Felimo.
Aprendi muito novo a que nunca deveremos dar mais valor às coisas,ou casos, do que que eles realmente merecem ou têm. Mas se clhar havia interres que assim fosse
Nos relatos de Guerra do Senhor Joaquim Furtado, passados na R.T.P.1 isso é por demais evidente. Ouvindo as partes envolvidas que assim foi.
Uma passagem dramática que ainda hoje me marca mentalmente, foi a de um Comandante de uma Companhia de Comandos, que estive a conviver com ele e outros membros, até bem perto da uma da madrugada, e que poucas horas depois, ardia dentro de uma viatura a escassos 800 metros do restaurante do Neves em Metangula, quando ocorreu o desastre de Sá Carneiro e passaram a imagens do corpo carbonizado, veio-me à memória, como foi possivel um homem daquela estatura ficar reduzido a tão pouco.
Não partilho do relato que é feito, porque certamente não teria acontecido, se houvesse uma correcta informação, de que uma das armas mais fortes da guerrilha, quje são as informações do boca a boca, e como tal deveriam ser evitadas certas afirmações e informações, inclusivé a ida de co.luna e não nas lanchas.
Mas certamente e infelizmente casos destes terão acontecido mais que muitos

Guerra Moçambique = I

Conta-me como foi:
Sabendo-se que os colonos brancos foram os primeiros a reclamarem a autonomia e mesmo a independência.
Quem esteve em Moçambique e sentiu a indiferença, será justo perguntar:
Em tempo algum estes colonos foram totalmente favoráveis à ida de tropas do continente para Moçambique?
Na minha modesta opinião penso que não. Mas isto é apenas e só a conclusão a que cheguei.

Repressão causando mortes:
A greve feita pelos Estivadores em Lourenço Marques no ano de 1956, onde a sangrenta repressão causou a morte a 49 trabalhadores, não poderia e deveria ser evitada?....
O Massacre em Mueda em Junho de 1960, onde foram assassinados 17 negros, não poderia e deveria ter sido evitada?.....

Criação de Organizações de Guerrilha:
Sabia-se que tinham sido já criadas as Organizações MANU e UDENAMO no ano de 1959, seria de esperar que o Massacre de Mueda, serviria para um rápido despoletar, para que estas organizações fácilmente conseguisse mais apoiantes, face aos acontecimentos já ocorridos, o que nem surprende que logo no ano seguinte se venha a criar uma outra Organização a UNAMI em 1961.
Nem foi difícil a Julius Nyerere Presidente da Tanzânia,aconvencê-los a fundirem-se num só, com o nome " FRELIMO".
Sabia por contactos estabelecidos que ao contar com um Comandante credenciado como Eduardo Mondlane.
O caricato é ouvir-se há muitos anos o velho slogan gasto, mas que ainda vai sendo alimentado por quem de boa fé acredita que os 250 guerrilheiros que a Frelimo contava nas suas fileiras quando a 25 de Setembro de 1964, inicia a guerrilha em cabo Delgado. Veja-se o que aconteceu a todos os Países que enfrentaram essas guerras de Guerrilha, e quais foram os resultados finais.
Veja-se no dia de hoje, que andam milhares ou milhões, que se gastam biliões, que se matam seres humanos incontáveis, justificado pela procura de um homem chamado Bid Laden, que se calhar o mais certo é nem existir já.
Mas basta uma mensagem passada na tal estação de televisão Aljazira, que logo é credebilizada, para justificar posições assumidas, ou que viram a ser executadas.
Se asssim é !...
Então o que representava nas matas de Cabo Delgado essas duas centenas e meia de guerrilheiros.

Ferido Mortalmente no distrito do Niassa:
Documentos crediveis, apontam que no dia 24 de Agosto de 1964 um Padre da Missão de Nangolo foi ferido mortalmente, e que estas acções teriam sido levadas a cabo por Grupos de Guerrilheiros da MANU ou da UDENAMO.

Convicções:
Poderemos gostar ou não, mas a história faz-se repondo a verdade e essa só será consistente se fizermos relatos desapaixonados.
Não se trata de criminar ou julgar, mas sim ilucidar.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Traumas de Guerra = VII


Monumento de Homenagem aos mortos do Rio Zambeze

Vezes incontáveis revi esta fotografia

Já se passaram quarenta anos sobre a data em que ocorreu este trágico acidente, mas tal como no dia em que aconteceu, recordo constantemente o trágico acontecimento. Pergunto a mim mesmo se não seria de inteira justiça ter pelo menos constado uma referência a todos aqueles que estiveram envolvidos. No meu caso concreto como sobrevivente.

Esta pergunta pairará sempre, até ao dia da obtenção de uma resposta de quem de direito.

Quem ousa Vence!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Homenagem = Militares Naufrágio Zamb.. =VI


Monumento de Homenagem aos Mortos do rio Zambeze
Muembe/Niassa/Moçambique
Construído pelo Bart 2847

Sentimento e Sofrimento= Homenagem

A Ponte

I
Ponte... que és passagem
Que encurtas distâncias
És também a mensagem
Para novas esperanças!
II
Ponte... novo caminho
Para outro horizonte
És também um pergaminho
De hoje e não de ontem!
III
Ponte...que levas amizade
Aquém e além do rio
Mas também deixas saudade
Se inverteres o teu feitio
IV
Ponte... de amor
Ponte... de carinho
Ponte... de louvor
Se não deixares ninguém sozinho
V
Ponte... da desgraça
Que unes duas margens de terra
Onde morreram numa barcaça
Os nossos colegas de guerra!
VI
Ponte...quem diria
Inaugurada na euforia de alvoroço
Se fosses ponte naquele dia
Evitavas tanto desgosto...
VII
Ponte...das omissões
Dos governantes de então
Ponte... dos mil perdões
Destes governantes sem perdão
VIII
Ponte... de famílias
Ponte... de namoradas
Ponte... de noivas aflitas
Ponte ... das esposas malfadadas
IX
Ponte de jovens militares
Ponte de tantos gritos e ais
Ponte... de familiares
Ponte... de órfãos e de pais
X
Ponte... de tanta agonia
Ponte daquele rio infernal...
Zambeze na tua fúria desabrida
Enlutaste o nosso Portugal

Autor:- Agostinho Teixeira Verde

Vila Cabral = Muembe


Meditação
Expondo-se para obter uma foto a enviar à familia

A arma mais perigosa do Niassa = Minas Armadilhadas
Vê-se buraco na terra,
provocado pelo rebentamento de uma dessas armadilhas

Na frente da Berliet pode ver-se:
O Cardoso do lado direito e o Alferes Rebimba à esquerda
Chiconôno, povoação entre Tenente Valadim e Muemba



domingo, 3 de janeiro de 2010

Batelão da Tragédia = Tragédia parte V


Neste Batelão embarcaram cerca de 150 Homens, e seus bens, 3o Unimog´s

Foi daqui deste batelão, e ao meio do Rio Zambeze que 101 Militares e mais dois Civis perderam a vida. Corpos houve que nunca mais apareceram.

Justa Homenagem = Viver é a coisa mais rica do Mundo = Vibre com a vida

Manuel nu e tremente
Pés gelados do frio chão
Interroga-se tristemente
Porque morreu tanto Irmão
II
Morrem mais de uma centena
Por não alcançarem terra
Salvam-se meia centena
Sabem agora o que é a guerra

Agostinho alertado por um camionista:
Encontrava-se o Agostinho de sentinela, quando um camionista começou a gritar para dar o alerta, a fim de informar os Comandos, da tragédia que tinha ocorrido. Felizmente ainda é vivo este sentinela e vive em Entre-oa-Rios, e talvez seja aquele, que melhor saiba contar como veio a ser determinante esse apoio que permitiu ainda socorrer vários náufragos, aqueles que se encontravam nos bancos de areia do rio e os que ainda se encontravam no Batelão. Isto tornou possivel evitar que o número de vitmas fosse ainda maior.
Quando os sobreviventes chegaram a Mopeia, informaram o Agostinho de que entre os sobreviventes havia dois soldados de Penafiel. Logo correu a confirmar se isso correspondia à verdade, o que veio a confirmar-se. Eram eles o Manuel Cardoso e o Torres.
Sabe o Cardoso que o Torres, antes de embarcar para o Ultramar, era Bombeiro na Corporação de Cête. Mais tarde, após ter regressado, fez várias diligências indo inclusivé aos Bombeiros, mas nunca conseguiu localizá-lo. Quanto ao Agostinho, foi importantissimo na ajuda ao vizinho Cardoso, já que vivem a uns escassos cinco quilómetros. Somos amississimos e mantemos contactos regulares..
Durante aqueles quinze dias, não tinha um tostão. Dirigi-me aos Correios de Meponda e pedi para me fiarem um registo para contactar o meu pai, a fim de lhe pedir que me enviasse dinheiro. Recebi três mil escudos passados uns dezessete dias, mas até aí valeu-me o meu vizinho.
Jamais me esqueci deste acto de solidariedade, e sempre que me encontro com ele, sinto -me confortado por estar junto de uma pessoa que num pequeno gesto, mas que numa situação daquelas, representou e representa um préstimo de valor incalculável.
Combinei com o Valdemar e vamos estar com o Agostinho, para ser registado, o que ele tem para dizer.
Fiquei imensamente satisfeito, quando hoje o Valdemar me deu a novidade que tinha encontrado um testemunho de um Oficial que viajava comigo no Vera Cruz, e que relata com e só a verdade o ocorrido. Melhor ainda porque fiquei a saber que há fotografias documentais do acidente.

«Declarações do Manuel Cardoso»

sábado, 2 de janeiro de 2010

Tragédia Rio Zambeze = IV

Coisas e Casos:
Como atestam os Decretos nºs 49249 e 49250, publicados em 5 de Setembro de 1969, que muito, e bem e certamente devem pecar, porque o acto de coragem heróica destes cinco homens, muito provávelmente seriam merecedoras de distinções superiores. Porque e quais as razões que teriam levado a que não fossem condecorados os sobreviventes, que pelo seu acto de coragem calcorrearam a Ilha e desafiaram todos os perigos, no escuro da noite, e essa sua coragem, valeu-lhes terem chegado junto dos Irmãos Campira, e os terem sensibilizado para a tragédia .
Quanto ao desafio enfrentado no Rio Zambeze pelos Irmão Campira, não nos surpreende a nós Pescadores/Marinheiros, sabendo-se que são sempre assim, os verdadeiros, que não salvam por interresse, mas por dever.
Sabe-se agora que o Patrão do Batelão, que era natural de Algés e teria sido um brilhante nadador do clube local, mas que infelizmente de nada lhe valeu. Julga-se que o seu corpo jamais apareceu.
Paz à sua Alma!