domingo, 22 de maio de 2011

Marinheiros = Cumpriram com êxito pleno Operação Leitão na Mealhada.

Comer que nem um  Burro
Cagar que nem uma Besta.
O Relato segue dentro de momentos.
Agora vou acelerar para obrar, se aqui continuar isto vai dar para me borrar.
A Caganeirada foi tão forte e piorou quando veio a trovoada. Daí que:
Pus-me a caganar  de Joelhos
Tendo-me coberto com o Capote
Fui e soltei quatro Peidos
Senti a ânsia da Morte.

Mas, perdoa-se o mal que fez, pelo bom que saboreei, e este foi de longe muito superior.
Quando o organismo decide nos pregar destas partidas, logo pensamos que foi motivado pelo que momentos antes ou na vespera comemos, ou bebe-mos, por vezes isso apenas e só acontece porque o nosso organismo tem essas necessidades de fazer essa alteração e como tal não é motivado por isto ou por aquilo, mas por alteração do próprio organismo..
Mas hoije ao meio dia apenas e só uma canjinha para fazer-se as devidas arrumações.
Acreditem que só relato este acontecimento, para que o mesmo sirva, para uma pequena risota, pois o encontro foi super bom e proporcionou-me momentos que jamais esquecerei. Como espero nos próximos dias vos dar a conhecê-los.
Só trocaria este comvívio pelo mesmo convívio. Foram tantos momentos bons que terei dificuldade em os relatar, correndeo o risco de ficar alguma injustiça nesse nosso relacionamento.
Mais uma vez que a marinha, os marinheiros e os seus familiares saíram dignificados.
Que honra a ter servido e ela me ter proporcionado estas sãs camaragens.
Viva a Briosa.

sábado, 21 de maio de 2011

Mensasagem = Alô Mealhada


Ai Leitão, Leitão. Vais ser a nossa refeição 
Depois de aprovado o Brieffing, foi determinado e mandado públicar em ordem de serviço, que terá lugar uma ataque à leitões indefesos no restaurante da Mealhadas por uma Companhia de Marinheiros e suas respectivas familias.
Muitas conversas serão actualizads antes durante e após o conivio que terão muitas delas mais de 40 anos.
Tristezas como não pagam dividas e o que custa é o dia 8 de cada mês. Todo o resto é uma treta. Pouco falta para a meia noite, o mesmo que dizer que estamos prestes a entrar no dia seguinte e como tal no dia do convívio.
É para mim um dia especial, como todos aqueles que nos proporcionam recordar momentos que foram vividos com uma intensidade que jamais se esqueçam, também um outro importante tema é  recordar os  momentos inesqueciveis, do tempo em que servimos a Armada e aqueles em que vivemos em terras do Ultramar e que hoje continuam bem presentes dentro de todos nós.
Quando se sabe amar nunca se esquece. Em nós o amor perdura.
Também eu vou estar presente, porqu sei que estou no lugar certo, e que vou sentir a força  de outros companheiros e que com eles não me  perco por ali nos recantos dos caminhos.
Convivio salutar

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Eles a Bandeira, a Pátria e o Povo Inadmíssivel.

Alô Marinheiro Júnior
netodemarinheiro.blogspot.com

Os actos ficam sempre com quem os pratica.
A Bandeira A Pátria e o Povo Português
Os "Meninos do Huambo de Huambo de Paulo Carvalho, sabiam o custou ganhar e a honrar uma bandeira.
Muitos milhões de emigrantes ao longo dos anos também, o souberasm e sabem o que é  honrar o seu/nposso País, e manter as suas origens, mresmo que tenham de suportar adversidades e nuncan  regatearam  esforços.
Nós os ex-Combatentes também quando fomos chamados a defendê-la e a nossa honrá-la, dissemos presente, mesmo que em muitos casos soubessemos que isso custaria o Stress de Guerra, a mutilação e a morte.
Mas quase todos disseram presentes.
O deplorável aconteceu  na triste representação do F.C.Porto, onde  deveriam ter a sensatez, se não pela Pátria, que eles certamente têm vergonha de a ela pertencerem, mas aos muitos milhões dessa mesma Pátria que lhes pagam e os acompanham à chuva e ao vento, com enorme sacrifícios. Ainda e também, todos quantos  assistiam  a essa transmissão  (O povo português).
A equipa do Porto já se sabe que nascidos em Portugal conta com poucos, mas desses apenas um teve o Beto  a ombridade de sentir a sua Pátria ao empunhar a bandeira Portuguesa.
A Rolando que tendo a dupla nacionaldade não esqueceu as suas origens e exibiu a sua bandeira, honrando o seu País e o seu Povo o povo Cabo Verdeano.
Os adeptos do Porto e os Portugueses  deveriam merecer mais respeito, não só desses jogadores referênciados, como dos responsáveis do clube.
Não digam que é uma guerra Norte/Sul.
É isso sim, uma falta de respeito pelo País e pelo povo que os sustentam estes filhos tão ingratos..
Depois dizem-se patriotas.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Neto de Marinheiro = Só poderia ser Rafael "O Marinheiro"


Eu sou o Rafael Marinheiro,se me quizerem conhecer ou falar comigo, cliquem em:
                                         netodemarinheiro.blogspot.com
Para todos vocês muitos beijinhos
Espero e convictamente acredito que este neto de pescador/marinheiro irá ser o seguidor do avô se por cá eu andar ainda mais uma meia duzeca de anos, o tempo para o ensinar a remar a nadar e mais importante ainda, a amar o rio e a falar e inspirar-se com ele.
Isto depois será tarefa que eu e o Rafael  vamos conseguir realizar " missão a ser executada" e espero que com total sucesso.
Ontem quando peguei no puto pela primeira vez, apercebi-me logo que mais um tempito e o tipo já estará preparadíssimo para subir ao mastro da Sagres, mas claro até à última Vela. Tal a força que o Fragatinha esboçou quando sentiu o meu colo. Apresentou curriculo. Por mim acredito que vai ficar apurado.
Não corria o risco de lhe comprar um fato à marujo antes de ele nascer, agora queria fazê-lo, mas não sei de momento onde o conseguir. Se alguém tiver conhecimento onde se vendem que digam.
O Virgilio, tal como eu não saberá de certeza, pois às horas que ela calacarreira as ruas da cidade e passa em frente às montras, elas  ainda estão fechas.
Mas o puto reguila, quanto a mim e avlaliar pela mensagem gestual deve ser um génio também para a  interpretação musical, vejam só o que ele já faz  com cinco horas de luz.
Executava daquela maneira, a foto não engana.
Não é para me gabar.
Sai ao Avô.
Falando mais sério.
Sinto-me felicissimo.
Um mar  cheio de Beijos de mim para ti Rafael. Marujo duma Gana.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Gastronomia Alentejana (Parte 2



A região alentejana é assinalada por uma paisagem rural onde impera o olival de montado, sendo este um método agricola que evlui a floresta mediterrânica, através da intervenção do homem.

Assim, como a plantação de azinheiros e de sobreiros, integra também a criação de suínos de raça ibérica e produção de ovinos, em que a maior partes dos pratos deriva dos pontos acima referenciados.

Quanto à área vitícola alentejana, esta pode parecer escassa em confronto com outras regiõees em Portugal.

No entanto, é rica e centralizada em zonas geográficas bem demarcadas. A viticultura Alentejana tem vindo progressivamente a desenvolver com dinamismo das Adegas Cooperativas de tal modo que 96 % dos viticultores são associados das cooperativas representando um total de cerca de 70 % da produção vitícola da região.

Quem é Amigo quem é !!!

RECEITA DA SEMANA

Ingredientes

1 kg de amêijoas

sal

800 gramas de porco magra

6 dentes de  alho

3 colheres de sopa de massa pimentão

1,5 dl de vinho branco

pimenta e louro

30 g de margarina

coentros

batas

Preparação.

Ponha as amêijoas de molho com algumas horas de antecedência, em água com sal.

Mude a água várias vezes para as amêijoas largarem a areia.

Corte a carne de porco em cubinhos e tempere com o alho, a massa de pimentão, o vinho, o sal, a pimenta e o louro.

Corte as batatas aos cubos e frite-as.

Entretanto leve a derreter a banha e a margarina ou azeite numa frigideira larga.

Junte a carne e deixe fritar até estar dourada.

Regue com a marinada e deixe cozer 10 minutos.

Adicione as amêijoas e deixe cozinhar até  estas estarem abertas.

Junte as batatas fritas e os coentros e misture bem.

Espero que tenha sabido saborear. Para os Compadris e para as Comadris e todos os outros.

 BOM APETITE

Conversas de Pescadores Marinheiros

Ai destino, ai destino. O ter de ser tem muita força. Senha de Marinheiro.


A minha intuição dizia-me que algo de novo me esperava, sentia que alguma coisa me levava a que teria de ser naquele dia que teria de me deslocar até Espinho, como se por ali viesse a deparar com alguma coisa inesperada. Comecei pr  sentir o chamamento de que seria apenas e só para tirar uma fotos junto ao mar para depois do nascimento do meu neto, tivesse umas fotos para lhe juntar.
Lá fui andando e  a determinada altura vi um pescador com duas canas a pescar.
Entrei no areal e dirigi-me a ele: claro que depois de lhe  dara a senha: - Então pica, ou não pica. A resposta esperada, não pica nada.
Como é sabido o pescador pode ombrear com caçadores e outros mentirosos que não lhe fica a dever nada.

Disse-lhe que tinha a saudável doença da pesca e do mar e que não era por acaso que tinha andado muitos anos na Marinha, que o Mar e os Rios eram a minha Paixão, o Douro uma dos meus grandes amores.
O bom do Xico não se fez esperar e pronto para atender o meu pedido, lá pegou na minha máquina fotográfica e pimba.
Disse-me que também tinha uma grande paixão pela Marinha, a qual  a tinha servido durante seis anos.  Falamos ainda do Pézinhos que escrevia na Revista dda Armada sobre Lisboa, agora substituído na perfeição pelo Virgilio, e que continuava a ser assinante da Revista que não conseguia passar sem ela.

Falou-me da suua Comissão na Guiné e nos Draga Minas que tinha embarcado, os tempos de Vila Franca e enfim mantivemos uma cavaqueira de mais de duas horas.
Convidei-o a uma foto, mas, ele disse que preferia não tirar.
Ficamos combinados nos encontrar num destes dias, já que ficamos com o contacto telefónico.
Falou-me de um convivo de camaradas que tinha tido recentemente.
Falei-lhe daquele que teremos no próximo sábado e do convite para estar no dos Radaristas, e também no da ASMIRR, que este anos se irá realizar no Entroncamento.
Se o da Mealhada está confirmado e pago, o do Radaristas minha especialidade, não poderei estar presente, por compromissos inadiáveis, naquele que respeita ao da ASMIRR, está mais para ser do que não. Se tiver disponibilidade lá estarei a conviver com os Camaradas dos três Ramos das Forças Armadas.
Depois digam que não é bm viver.










terça-feira, 17 de maio de 2011

Ai que saudades... Eu Conheci o Xico.

A Briosa é mesmo contagiante. Nós sabemos bem porquê... Que felicidade em a termos servido.
De regresso às caminhadas, ainda que limitadas pelos afazeres inadiáveis da associação e blogues, facebook´s a ansiedade do primeiro neto "O Rafael", tudo tem contribuído para a ausência.

Que dirá o Virgílio? Do pescador? Mesmo para a foto.

Pesquei um Marujo... Promovi-o a fotografo
Seria mais uma fotografia a juntar a tantas outras, mas que nem por isso deixaria de ser menos importante, porque ela transmitiria aquela mensagem para o cerebral d que tanto necessitamos para em cada dia nos possamos sentir orgulhosos  e actuantes, ao mesmo que nos aperceberrmos de quanto importante foi  e ainda hoje continua, a possibilidade de aqui livremente sem interrupções dar a conhecer um pouco daquilo que albergamos no nosso armazem de testemunhos recordacionais, dos exames que fomos fazendo e que hoje nos dá este doutoramento catedrático de Doutores da Universidade da Vida. A nossageração tem esta responsabilidade ou deixamos algo para os vindouros ou tudo morre quando nós morrermos físicamente e tudo acaba, sem que possamos ser absolvidos do crime de não termos cumprido uma missão para a qual estavamos dotados e não o fizemos por desleixo ou comodismo.
Seria imperdoável. 

Dirá o Virgilio e outros amigos...
Mas o local é sempre o mesmo!!!. Têm razão, mas o mar tem estas coisas surpreendentes em cada dia e a todo o momento, proporciona-nos coisas novase imperdiveis.
Como podem descortinar eu vou na caminhada, mas ainda longe de imaginar o que de bom iria acontecer.
Eu recebi a mensagem marítima e como telecomandado, dentros das coordenadas e abecissas, o Radar de superficie detectou o alvo e lá o identifiquei. Coisas de Radarista.
Certo que me desloquei propositadamente para tirar uma fotos que queria para falar com o Rafael Marinheiro (Neto) mas teriade pedir ao mar para que falasse comigo, e mais uma vez desculpasse esta minha ausência injustificada.
Pois é: ele é tolerante e até não só aceitou as minhas desculpas, como me proporcionou conhecer o Xico Marinheiro M de 1971, que serviu seis anos a nossa briosa e esteve no Bartolomeu Dias numa comissão à Guiné.
Mas que papo.
Mas para dele terem conhecimento, vão ter de esperar para logo á noite.
Fica prometido
Um abração Filho da Escola " O Espinho".

domingo, 15 de maio de 2011

História do Alentejo


Raio da Branquinha foi para Fátima com os Peixinhos. Pró que lhe havia de dar!!!
gadata2011blogspot.com

A história do Alentejo está fortemente interligada com a história de Portugal e da Peninsula Ibérica, ex hispânicos, assim como, pertencentes a época de civilizações romana, árabe e cristã.
Em muitos lugares no Alentejo é possivel encontrar provas da civilização fenícia existente há 3000 anos atrás.
 Os Fenícios, os celtas, os romanos, deixaram um importante legado da era antes de Cristo, na região de hoje o Alentejo, uma terra onde a cultura e tradição caminham lado a lado.
Anteriores civilizações, como Antas, foram também importantes na história de Portugal.
Após os romanos e os visigodos, os árabes chegaram a esta terra com o cheiro a jasmim, antes da reconquista, que chegou com a construção de inúmeros castelos. Alguns destes castelos foram construídos sobre mesquitas muçulmanas.
Desde essa altura, até aos dias de hoje, o Alentejo tem mantido o seu crescimento, sendo este resultado da agricultura,  pecuária e pesca, industria como a cortiça.
Desde o último século até aos nossos dias, o turismo tornou-se importante, com uma ampla oferta de turismo rural.

sábado, 14 de maio de 2011

Região alentejana.


Hoje Domingo 15  Estandar-te da Branquinha (GADATA) vai ser benzida)  com 50 amigos.
                                       veja em: gadata2011.blogspot
O Alentejo é uma região portuguesa, que se encontra dividida em duas grandes áreas, o Alto Alentejo (12 420 km2), estendendo-se os distritos de Portalegre e de Évora, e o Baixo Alentejo (13 738 km2), que compreende o distrito de Beja e os concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines, referentes ao distrito de Setubal.
O Alentejo está demarcado, a norte, pelo rio Tejo, que o separa da Beira Baixa e, a Leste, por Espanha, a Sul pelo Algarve, e, a Oeste, pelo Oceano Atlântico, Estremadura e Ribatejo.
Com sub-regiões estatísticas tem-se o Alentejo Central, Litoral, Alto Alentejo, Baixo Alenntejo e Lezírias do Tejo.
O relevo do Alentejo caracteriza-se pela grande semelhança de planícies, de onde sobressaem dispersas e afastadas massas montanhosas de fraca altitude, com excepção das serras de São Mamede (1025 metros) e Marvão 865 metros).
Possui uma paisagem que se junta com os sobreiros e as oliveiras, rodeado de muralhas.
O clima é temperado mediterrânico, onde no Verão é bastante quente e seco, enquanto no Inverno é chuvoso e suave.
O decréscimo da influência marítima muda as áreas mais interiores do Alentejo, especialmente quentes no Verão e frios no Inverno.
Sendo assim, as limitações para a agricultura são grandes, complicando a colheita, assim como o seu desenvolvimento.

Gastronomia Alentejana


Prometidos ventos favoráveis, que poderá vir a proporcionar uma boa pescaria para a Branquinha.
gadata2011.blogspot.com

A região alentejana é assinalada por uma paisagem rural onde impera o olival de montado, sendo este um método agricola que evlui a floresta mediterrânica, através da intervenção do homem.
Assim, como a plantação de azinheiros e de sobreiros, integra também a criação de suínos de raça ibérica e produção de ovinos, em que a maior partes dos pratos deriva dos pontos acima referenciados.
Quanto à área vitícola alentejana, esta pode parecer escassa em confronto com outras regiõees em Portugal.
No entanto, é rica e centralizada em zonas geográficas bem demarcadas. A viticultura Alentejana tem vindo progressivamente a desenvolver com dinamismo das Adegas Cooperativas de tal modo que 96 % dos viticultores são associados das cooperativas representando um total de cerca de 70 % da produção vitícola da região.
Quem é Amigo quem é !!!
RECEITA DA SEMANA
Ingredientes
1 kg de amêijoas
sal
800 gramas de porco magra
6 dentes de  alho
3 colheres de sopa de massa pimentão
1,5 dl de vinho branco
pimenta e louro
30 g de margarina
coentros
batas
Preparação.
Ponha as amêijoas de molho com algumas horas de antecedência, em água com sal.
Mude a água várias vezes para as amêijoas largarem a areia.
Corte a carne de porco em cubinhos e tempere com o alho, a massa de pimentão, o vinho, o sal, a pimenta e o louro.
Corte as batatas aos cubos e frite-as.
Entretanto leve a derreter a banha e a margarina ou azeite numa frigideira larga.
Junte a carne e deixe fritar até estar dourada.
Regue com a marinada e deixe cozer 10 minutos.
Adicione as amêijoas e deixe cozinhar até  estas estarem abertas.
Junte as batatas fritas e os coentros e misture bem.
Espero que tenha sabido saborear. Para os Compadris e para as Comadris e todos os outros.
 BOM APETITE