terça-feira, 17 de maio de 2011

Ai que saudades... Eu Conheci o Xico.

A Briosa é mesmo contagiante. Nós sabemos bem porquê... Que felicidade em a termos servido.
De regresso às caminhadas, ainda que limitadas pelos afazeres inadiáveis da associação e blogues, facebook´s a ansiedade do primeiro neto "O Rafael", tudo tem contribuído para a ausência.

Que dirá o Virgílio? Do pescador? Mesmo para a foto.

Pesquei um Marujo... Promovi-o a fotografo
Seria mais uma fotografia a juntar a tantas outras, mas que nem por isso deixaria de ser menos importante, porque ela transmitiria aquela mensagem para o cerebral d que tanto necessitamos para em cada dia nos possamos sentir orgulhosos  e actuantes, ao mesmo que nos aperceberrmos de quanto importante foi  e ainda hoje continua, a possibilidade de aqui livremente sem interrupções dar a conhecer um pouco daquilo que albergamos no nosso armazem de testemunhos recordacionais, dos exames que fomos fazendo e que hoje nos dá este doutoramento catedrático de Doutores da Universidade da Vida. A nossageração tem esta responsabilidade ou deixamos algo para os vindouros ou tudo morre quando nós morrermos físicamente e tudo acaba, sem que possamos ser absolvidos do crime de não termos cumprido uma missão para a qual estavamos dotados e não o fizemos por desleixo ou comodismo.
Seria imperdoável. 

Dirá o Virgilio e outros amigos...
Mas o local é sempre o mesmo!!!. Têm razão, mas o mar tem estas coisas surpreendentes em cada dia e a todo o momento, proporciona-nos coisas novase imperdiveis.
Como podem descortinar eu vou na caminhada, mas ainda longe de imaginar o que de bom iria acontecer.
Eu recebi a mensagem marítima e como telecomandado, dentros das coordenadas e abecissas, o Radar de superficie detectou o alvo e lá o identifiquei. Coisas de Radarista.
Certo que me desloquei propositadamente para tirar uma fotos que queria para falar com o Rafael Marinheiro (Neto) mas teriade pedir ao mar para que falasse comigo, e mais uma vez desculpasse esta minha ausência injustificada.
Pois é: ele é tolerante e até não só aceitou as minhas desculpas, como me proporcionou conhecer o Xico Marinheiro M de 1971, que serviu seis anos a nossa briosa e esteve no Bartolomeu Dias numa comissão à Guiné.
Mas que papo.
Mas para dele terem conhecimento, vão ter de esperar para logo á noite.
Fica prometido
Um abração Filho da Escola " O Espinho".

1 comentário:

Observador disse...

Fostes mesmo á pesca? pensava que só pescavas no «teu» Douro, no meu caso nunca gostei de pescar na praia, prefiro uma muralha em ponto mais alto, para largar a cana, não tenho muita paciência para estar de cana na mão, talvez por isso também não pesco á bóia.
Quanto ás caminhadas tens andado pouco, mas recomeça que só faz bem.
Um abraço
Virgilio