quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conversas de Pescadores Marinheiros

Ai destino, ai destino. O ter de ser tem muita força. Senha de Marinheiro.


A minha intuição dizia-me que algo de novo me esperava, sentia que alguma coisa me levava a que teria de ser naquele dia que teria de me deslocar até Espinho, como se por ali viesse a deparar com alguma coisa inesperada. Comecei pr  sentir o chamamento de que seria apenas e só para tirar uma fotos junto ao mar para depois do nascimento do meu neto, tivesse umas fotos para lhe juntar.
Lá fui andando e  a determinada altura vi um pescador com duas canas a pescar.
Entrei no areal e dirigi-me a ele: claro que depois de lhe  dara a senha: - Então pica, ou não pica. A resposta esperada, não pica nada.
Como é sabido o pescador pode ombrear com caçadores e outros mentirosos que não lhe fica a dever nada.

Disse-lhe que tinha a saudável doença da pesca e do mar e que não era por acaso que tinha andado muitos anos na Marinha, que o Mar e os Rios eram a minha Paixão, o Douro uma dos meus grandes amores.
O bom do Xico não se fez esperar e pronto para atender o meu pedido, lá pegou na minha máquina fotográfica e pimba.
Disse-me que também tinha uma grande paixão pela Marinha, a qual  a tinha servido durante seis anos.  Falamos ainda do Pézinhos que escrevia na Revista dda Armada sobre Lisboa, agora substituído na perfeição pelo Virgilio, e que continuava a ser assinante da Revista que não conseguia passar sem ela.

Falou-me da suua Comissão na Guiné e nos Draga Minas que tinha embarcado, os tempos de Vila Franca e enfim mantivemos uma cavaqueira de mais de duas horas.
Convidei-o a uma foto, mas, ele disse que preferia não tirar.
Ficamos combinados nos encontrar num destes dias, já que ficamos com o contacto telefónico.
Falou-me de um convivo de camaradas que tinha tido recentemente.
Falei-lhe daquele que teremos no próximo sábado e do convite para estar no dos Radaristas, e também no da ASMIRR, que este anos se irá realizar no Entroncamento.
Se o da Mealhada está confirmado e pago, o do Radaristas minha especialidade, não poderei estar presente, por compromissos inadiáveis, naquele que respeita ao da ASMIRR, está mais para ser do que não. Se tiver disponibilidade lá estarei a conviver com os Camaradas dos três Ramos das Forças Armadas.
Depois digam que não é bm viver.










1 comentário:

edumanes disse...

Moçambique, amor e paixão
Valdemar, um amigo foi encontar
Lindo título, este dou-te razão
Estou a ver-te, na cana a pegar
Tens algo que não endentifico na outra mão
Também não imagino em quem estás a pensar
Porque não sou nenhum adivinhão
Para onde estarás a olhar
Não faço nenhuma imaginação
Não te esqueças de muito caminhar
Para o bem-estar de teu coração
Um reformado quase não tem vagar
Quer aos outros dar sua atenção
E no que puder, sempre os ajudar
Amigo porque o fazes tu, eu digo
porque tens bom coração.
Um abraço
Eduardo.