segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Retratando a actual Juventude....


Alcoolismo e Drogas ( Destruíu uma fortuna o Cantor brasileiro Nelson Ned)
  Veja no blogue=  gadata2011.blogspot.com
o  que é que você vai fazer Domingo à tarde?
À procura de um naufrago
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"Que parva que eu sou" é um retrato fidelíssimo da actual jovem geração,  e deseja-se que seja recebida por ela como uma  saudável provocação para quebrar o seu conformismo e resignação.
Sou da geração sem remuneração/e não me incomoda  esta condição./ Que parva que eu sou"!... Hoje, a irreverência, característica desta faixa etária, limita-se quase só a algumas modas: uso de piercings, tatuagens, bebedeiras nos concertos e noitadas.
São doceis vitímas do marketing e do pior que tem a globalização: vestem todas as marcas que lhes impõem, encharcam-se em fast food e naquela de beber, agem: que nos tempos da rebeldia e contestação, se designava por água suja do imperialismo, ouvem práticamente só música anglo-saxónica, abominam a política, o sindicalismo, todas as formas de associativismo, colectividades de cultura e recreio, cooperativas, etc..
Não participam e não tugem nem mugem com  a precaridade, o desemprego ( que principalmente a eles os afecta) os horários, as condições de trabalho e os ordenados miseráveis que lhe são impostos.
Claro que os pais e avós têm culpas no cartório! E, evidentemente, há excepções.
 Serão estes, murros no estômago como este dos Deolinda e quando lhes faltar a casinha dos pais, que para seu bem e deste país a dignidade falará mais alto e levantar-se-ão.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Protesto de Pescadores.


Para onde te querem levar meu Sporting?
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Protestam os pescadores e no dia  25 de Fevereiro de 2011,dezenas de barcos desfilaram no Tejo, numa acção de protesto dos pescadores contra o novo regimento de descontos para a Segurança Social.
O novo código contributivo " vai aumentar o desemprego " e fomentar o incumprimento".
A federação refere, entre outros motivos de queixa, que os pescadores serão obrigados a descontar todos os meses 118 euros, quer pesquem ou não, enquanto antigamente o pagamento era feito através de desconto de 10/% do valor do peixe vendido em lota.
Como de costumo a velha cassete do Ministério do trabalho é para repetir a frase gasta e desacreditada que o novo código é para beneficiar os trabalhadores.
Como podem eles pagar se muitos meses não chegam a ganhar esse dinheiro!!!

Angola, ontem e hoje.

Por amor: riodouroniassa.blogspot.com
Quem conheceu as ex-colónias Ultarmarinas, e se analisar ponderadamente a verdadeira situação das populações nativas não enconttra outra conclusão que não seja a que os nativos eram na sua grandississima maioria um povo no extremo limiar de pobreza.
Com a independência:- A guerra civil: ora da FNLA, ora da UNITA, foi arrastando o povo nessa mesma miséria, em muitos casos muito pior em questão de segurança.
Não serve para desculpabilizar a miséria em que vivem a grande maioria da população angolana, o que não devia a acontecer, caso  houvesse uma política com gente minimamente séria e concertada de  governantes e agentes económicos. Que parassem com os chorudos lucros  inadmissiveis e a qualquer preço
Mas o que ainda mais dói em quem tem sentimentos é ver que apesar de esta tremenda e difícil situação, países  há, que ainda vivem em condições muito mais miseráveis.
Vejamos: 500 mil repatriados desde o principio do ano de 2011
O Serviço de Migração e Estrangeiros de Angola repatriou, desde o início do ano 500 mil estrangeiros qiue entraram ilegalmente no país.
A maioria era  do Mali, Costa do Marfim, Guiné Bissau, Guiné-Conacri e Senegal que tentavam entrar por postos fronteiriços controlados pelas autoridades aduaneiras.
Tanto há a fazer para banir  os Safardanas que detém o poder, muitos deles abusivamente.
Sem qualquer pingo de decência.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Alterar o rumo dos acontecimentos!

Constatação de um Leão Doente
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Caberá aos jovens a responsabilidade de projectar, construir e alterar a sociedade para que o Mundo venha a ser melhor.
Na anterior geração, a maioria dos jovens pós  25 de Abril não fizeram tudo o que deviam. Mesmo assim sendo uma geração de pouca formação, "muitos deles analfabetos", fruto de uma penalizadora ditadura em que só alguns é que tinham privilégios de formação (os mais abastados), conseguiram com a união do povo fazer uma revolução  para melhorar as suas condições de vida e das gerações vindouras, porque antes de Abril de 1974 era uma miséria, somente um pequena minoria viviam bem, os outros eram escravos.Sendo que as políticas seguintes foram um desastre que se tem vindo a manter até aos dias de hoje, mas tiveram uma estratégia de mudança.
Quer-se com isto dizer: que hoje os corruptos implantados, compete a esta juventude os destronar e trocar por gente séria e capaz "que sabe-se existir".
Tem essa obrigação os jovens de hoje, porque possuem uma formação muito superior, pelo que têm o dever de conseguirem estratégias de mudança, para alterar o rumo desta sociedade cada vez mais descaraterizada, onde uns têm tudo e outros não têm nada.
Mas terão de ser humildes, nunca pensarem a terem ambições desmedidas, saberem que pouco interessa terem aneis em ouro se à sua volta existirem pessoas que estejam a passar fome. Terão de ter no seu coração o espirito de solidariedade e bom senso, nunca o ódio e ambições desmedidas.
Porque teriam de ser os jovens de hoje uma geração rasca? Apesar de terem vindo a serem mal conduzidos e sem oportunidades, dia virá, que saberão fazer rumar o país para o rumo certo.
Os Jovens têm de perceber que não podem caminhar sem a companhia de idosos que não se reveêm nesta situação actual e que podem ser de préstimos indispensáveis, porque são autênticas enciclopédias da vida.
Também porque terão de saber que uma socidade que despreze os seus idosos não tem o direito de existir e que o seu futuro estará sem eles, sempre comprometedor.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Estes sim. São Patrióticos!!!.

Ai que saudades do  Sável e Lampreia no Areio D´ortes riodouroniassa.blogspot.com

Empregos bem divididos!!!. Alguém tem dúvidas?
Basilio Horta,(CDS) Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), tem um vencimento mensal bruto de 6278,82 euros, o que corresponde a um saláiro líquido de 4235,23 euros ao qual acresce subsidio de refeição, seguro de saúde e viatura de serviço.
No conjunto, oito membros da direcção custa aos cofres do Estado 450 mil euros por ano.
Além de Basilio Horta, também os quatro vogais executivos têm direito a viatura de serviço.
Entre os administradores não executivos, dois são remunerados com direito a subsidio de Férias e de Natal.
SALÁRIOS
VOGAIS EXECUTIVOS
Maria Teresa Ribeiro
Remuneração ílíquida 47025   Liquido 3575,06 euros

Eurico Brilhante Dias
Remuneração ilíquida de 470250 euros liquido 3227,42 euros

Luis Miguel Brites Florido
Ilíquida 5004,93 euros   liquido 3227,42 euros

José Manuel  Vital Morgado
 ilíquida 5872,oo euros remuneração liquída 4022,73 euros.

ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS
António José Tomás Gomes Pinto
Remuneração ilíquida 1567,51 euros liquida 1179,73 euros

Manuel Fernando Macedo Alves Monteiro
ilíquido 1567, 51 euros liquido 1194,73 euros
FISCAL ÚNICO
José Rodrigues de Jesus
2.700.00 euros vezes 12 meses
Apontamento Final:- Mais palavras para quê!!!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Moçambique no centro da história


A vida não tem idade
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Com muita pena minha, não tive a felicidade de ter podido estar na apresentação do Livro, pois só tive conhecimento depois do evento realizado.
Achei interessante a forma como a escritora aborda o problema e desenvolve a história, quando não escondeu o facto de nunca ter estado em Moçambique e tudo o que escreveu foi-lhe contado por um amiga.
Acredito que ela se tenha emocionado e mesmo se deixado envolver, pois já passei por essa experiência e não visitei um país pelo conhecimento que tinha da discriminação que havia e estou a referir-me ao Brasil de outros tempos já lá vão umas dezenas de anos.
O livro foi apresentado na Câmara Municipal de Penafiel
UMA VIDA COMO TANTAS OUTRAS da autoria de Daniela Cunha Alves.
"Uma vida como tantas outras retrata a história de Ana, uma jovem médica que impulsionada pelo destino, parte para Moçambique, numa viagem inigualável que muda a sua vida tanto no campo pessoal como sentimental Maria Luisa Osório, poeta e responsável pela apresentação do livro, louvou Daniela Cunha Alves, referindo as suas qualidades enquanto escritora " é incrivel pensar que a autora nunca esteve em Moçambique mesmo assim sentimo-nos transportados devido a toda a envolvência e descrição minuciosa que a história relata,: referiu.
A autora do livro que conta com a afeição dos que a conhecem e confirmou o que já tinha sido dito anteriormente, " não conheço Moçambique, foi uma amiga que teve uma experiência nesse país e que me inteirou sobre a vida e a cultura Moçambicana.
Acredito muito no amor e acredito na vida, por isso, não poderia escrever outra coisa.
Quanto a mim acredito que o amor tem destas coisas.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tenham um Pingo de Vergonha e Respeito por quem sofre


O Amigo Português = Hugo Chavez
Vem o Senhor Alexandre Soares dos Santos "Chairman" e principal accionista do Grupo Jerrónimo Martins e um dos mais ricos de Portugal defender como um bem a entrada do famigerado F.M.I..
Que diferença lhe fará  a machadada brutal nos salários e nas pensões, cortes na saúde e no ensino- e obviamente aumento na carga fiscal.
Sobre o rendimento no trabalho.
Este fulano tem razão nunca foi ministro das finanças públicas, mas cabe-lhe uma grande responsabilidade juntamente com Belmiro de Azevedo para a miséria de parte do nosso sector primário: as mercearias de um e outro, em regra geral não vendem produtos portugueses- e, quando o fazem, forçam os preços à ruina de muita gente.
Não serão seguramente homens empresários como Soares do Santos e Belmiro de Azevedo que ajudam o país a criar riqueza e sabe-se bem porquê....

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Moçambique = Testemunho, no CORAÇÃO DA GUERRA

Sporting Clube de Portugal = Tenham um pingo de vergonha
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Transcrevo com a devida vênia a Manuel Bento o seu testemunho de Guerra em Moçambique
Disseram à minha familia que eu tinha morrido.
Fui internado  no Hospital de Nampula.
Estava tão mal tratado que mandaram um telegrama a participar a minha morte à minha familia. Saíu até num Jornal.
Manuel Bento Comissão em Moçambique 1966/1967.
Desembarcamos a 4 de Fevereiro em Mocimboa da Paria e no dia seguinte chegamos a Mueda, ao coração da guerra. Ficamos no acampamento em Muidumb - os colchões eram papelão, lavavamo-nos num chuveiro improvisado a partir de um bidão de 50 litros, pendurado numa árvore.
A água bem - essencial, estava em zona de difícil acesso, onde o inimigo montava constantes emboscadas.
Para podermos descer ao vale lançavam-se granadas de morteiro ou cargas de artilharia e montavam -se grupos de segurança na picada.
O reabastecimento à companhia era feito em Mueda, a 40 quilómetros de distância, o inimigo estava sempre à espreita.
Numa emboscada próxima de Mide, a Frelimo utilizou armas automáticas e bazucas. Perdemos colegas e tivemos uma grande quantidade de feridos.
Eu conduzia uma daquelas viaruras. Fui projectado e perdi a memória.
Fui evacuado para Mueda e depois para o Hospital Militar 125 em Nampula.
Devido à gravidade dos ferimentos, o médico de serviço queria amputar-me a mão. Eu não autorizei.
Fiquei mal tratado e a minha familia foi informada via telegrama 7 de Março de 1966, da minha morte, saíndo até no "Diário de Notícias".
Passado um mês receberam novo telegrama que dizia que eu não tinha falecido, mas que me encontrava gravemente ferido em Nampula.
A guerra deixou-me marcas, principalmente nos primeiros anos de vida civil.
Qualquer ruído me perturbava.
Voltei a Moçambique em 2004.
Fomos aos locais onde tinhamos conhecido.
Em Mueda estivemos com antigos Comandos da  Frelimo
Companhia Cavalaria 1510.
Testemunhos como estes servem para mostrar que a guerra existiu e foi penosa para muitos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

No País das amplas liberdades!!! Crimes Sexuais


Especialmente dedicado ao Valdemar Alves
Artigo no blogue = riodouroniassa.blogspot.com

CRIMES SEXUAIS Forças Armadas dos Estados Unidos da América
Cerca de 16 mil crimes sexuais cometidos por ano dentro do Exército dos EUA.
Todos os anos estima-se que pelo menos 16 mil pessoas são vitimas de abusos sexuais dentro do Exército norte-americano.
Os crimes têm sido escondidos de forma sistemática.
Agora , um grupo de mulheres soldado apresentou queixa em tribunal a exigir responsabilidades do Pentágono.
Membros actuais e antigos apresentaram na passada terça-feira, em WASHINGTON, uma acção contra o Departamento de Defesa pela forma como este lidou com as denúncias de abusos sexuais (incluíndo violações) por parte de colegas militares.
As vítimas, a maioria mulheres querem mudar as respostas do Pentágono a casos como este, adianta a voice of América (UA).
Quando os incidentes foram denunciados os Comandantes militares terão optado por ignorar, e as vítimas recebiam ordens para continuar o seu serviço com aqueles que tinham abusado delas.
De acordo com o SWAN, foram feitas 16 mil denúncias em 2009.
O Pentágono, que recebeu em 2009 um total de 3230 casos admite que mais de oitenta por cento não sejam denunciados: devido ao estigma de ser vítima de um crime sexual, e por isso implicar a denúncia de um colega.
O porta - voz do pentágono, Geoff  Morrel, disse em comunicado que as agressões sexuais são um problema mais alargado, mas que o secretário da Defesa, Robert Gates tem feito os possiveis para garantir uma resposta dos casos e tentar evitá-los.
As queixas das mulheres-soldado vão de abusos verbais com obscenidades a violações em grupo.
Aqui fica um bom exemplo a passar ao mundo.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Assim não vai lá:


Idoso Carinho e Amor
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A continuar com a fuga ao Fisco, a corrupção, o branqueamento de capitais, o crime de colarinho branco, as megaburlas, facturas falsas, economia paralela.
Não faz qualquer sentido o esforço das polícias na detecção e investigação, mesmo que lhe escasseiem os meios necessários, e que depois de um trabalho árduo e muitas vezes com a própria vida perigando, não haja seguimento nem condenações. Mesmo que patrimónios provadamente de que foram conseguidos à custa de vigarices e saqueado do erário público.
Que importa apregoarem demagógicamente que aumentam as exportações se não se continuar a aplicar a justiça de forma a punir os corruptos e os vigaristas.
Com estas políticas não haverá exportações, ciência e tecnologia que nos valham.