terça-feira, 19 de julho de 2011

A Alemanha= Não há duas sem Três

Se  a América na tentiva condenável de um dia vir a conseguir serem donos absolutos do mundo com alguns países a ponta de lança a criando a ilusão que esse não é o seu propósito, vão fornecendo as armas, escolhem as vítimas e pagam os funerais. Por outro lado  e enquanto isso a  a Alemanha que em 1914/1918 e 1939/1945 que tentou aniquilar esse mesmo mundo,com que sonham agora os americanos, viemos posteriormente a pagar-lhe as suas reconstruções.
Provocaram as derstruições e todo o mundo teve de lhe as pagar.
Foram reconstruções que nos levaram anos de grande sacrificio.
É esta mesma Alemanha no seguimento das politicas do Ex- Chanceler Smith e de Helmut Koll , seguidas com a sua protegida Mertkel continua a dar o golpe final nos países mais pobres. Foi para isso que Koll tentou e conseguir crir a União Eurpeia.
Agora voltam ao mesmo, provocando a dita crise para dela tirar lucros colossais, que lhe pertmite que  a sua economia siga de vento em popa. Como se isso não bastasse, ainda ecom a desfaçatez de essa arrgantee malcriada fulana chamar malandros aos portugueses.
Sabendo que os governantes desses países ( Incluindo o nosso) são meros gestores de uma insolvência anunciada.
Medite-se no que diz o alemão Klaws Reglins Presidente do Fundo Europeu de Estabilidade Económica:
Portugueses, Gregos, e Irlandeses devem escrever "ajuda" com aspas quando se referem aos planos de resgate da dívida soberana apoiados por países como a Alemanha ". Até hoje só hove ganhos para os alemães, porque recebem da Irlanda e de Portugal juros acima dos refinanciamentos que fazem .Essa diferença reverte a favor do orçamento alemão.
Não é preciso ser economista para perceber que com estas politícas o afundamento destes países dependentes é inevitável, qwue por mais voltas que se lhe deia não é viável..

4 comentários:

TINTINAINE disse...

Segundo parece vai ser mais fácil aos alemães ganharem através da economia aquilo que não conseguiram através das armas, ou seja, a conquista da Europa.
No pós-guerra, em Portugal, vivemos com senhas de racionamento para alguns dos bens essenciais. Como a situação de agora é pouco melhor, será que vamos voltar ás senhas?

edumanes disse...

Não consigo compreender,
Ou será que sou estúpido
Porque se onde intrometer
Para deitarem os outros ao fundo.

Esta Alemanha dúvidosa,
Dá muito que pensar
Agora menos ruidosa
Quero o mundo conquistar.

Em paz não nos deixam viver,
Querem o nosso pouco roubar
À custa dos mais pobres enriquecer
Obrigando-nos para eles trabalhar.

Um abraço
Eduardo.

Fuzo Observador disse...

Não morro de amores pelos Alemães, muito por causa do passado que não vivi, mas que li, mas tenho que reconhecer que fizeram o trabalho de casa ao contrário doutros Paises incluindo o nosso, que infestado como está de ladrões e outros ões, ficámos pela rama, e trabalhar também não é muito do nosso agrado, por tudo isso e mais alguma coisa,chegámos ao fundo do poço, e não temos corda para subir.
Uma braço
Virgilio

Piko disse...

"OS ESPECIALISTAS"

Podemos não ter bons especialistas, mas do que não nos podemos queixar é da falta deles...
A começar pelas TV's, passando pelos jornais, radios e revistas... É curioso que já lá vai o tempo em que havia um especialista conceituado para falar acerca de um tema e não ia para além disso! Se o assunto fosse sobre literatura era sobre os livros e seus autores que se trataria, apenas e só... Da mesma forma para falar sobre política externa havia na nossa praça quem estivesse destacado para o fazer e os ouvintes ou leitores já estavam habituados à voz ou ao artigo...
Com o correr do tempo tudo isso veio a mudar! A começar pelas TV's que contratam os tais "especialistas" que àquela hora e durante o tempo acordado botam cá para fora ideias e argumentos dos mais variados e que vão desde política interna, externa, futebol, literatura, relações laborais, etc, etc,...
Estes lugares normalmente são entregues às chamadas figuras públicas, que, por isto ou por aquilo, vieram a tornar-se conhecidas do grande público...
Parece-nos que se perdeu qualidade nesta matéria, porque já é antigo o ditado que diz:« QUEM MUITO COME, MAL MASTIGA!»
O rigor na informação, por vezes, nem existe e quanto aos palpites, bem, aí, cada um diz o que melhor lhe convém... Depois o mal tem ainda aspectos menos aceitáveis, quando o articulista ou comentador expõe os pontos de vista que serão do interesse da entidade patronal ou então visam agradar ao partido do governo...
Tudo isto poderá parecer coisa de somenos importância, mas é um erro pensar dessa forma, quando se pretende caminhar para uma sociedade mais democrática e plural! Outro erro será pensar que estas coisas são inocentes e que não são previamente definidas... Os grandes interesses financeiros nada se incomodam com a pluralidade e com a insenção na informação, embora lhes fique bem afirmar o contrário e fazem-no sempre que tenham essa oportunidade, como é óbvio... É por isso que se torna extremamente difícil saber quem são os verdadeiros democratas em Democracia... Uma boa quantidade desses "democratas" engana muito bem e ganha rios de massa com a informação ou contra-informação!
É verdade que há bons profissionais miturados com essa "escória", mas há ainda uma boa quantidade, que por ser isenta já não consegue arranjar colocação em alguns grupos privados...
É por isso que há que estar atento, porque numa época como a que se está a viver, em que as taxas de desemprego sobem para níveis preocupantes os "lambe-botas" aumentam na proporção e os "ESPECIALISTAS" são cada vez em maior número, mas a qualidade vem também diminuindo.
Por isso nós dizemos:
«MUITA ATENÇÃO AOS ESPECIALISTAS!»