segunda-feira, 14 de março de 2011

Conversa de Merda "Obrar" era elegância e português de padrecos e seminaristas" (desculpem cagar dentro rio) os dos Bicos das Fragas da Abitoreira

Ai,AI!!! AS MUERES...

Se coisas há em que também me dá goso recordar e me enchem de enorme felicidade e me trazem à memória recordações maravilhosas era a forma como habilidosamente e com mestria inovadora, eramos pioneiros com arte e a nova forma de realizar cagadas .
A exemplo : ainda eu muito catraio tal como os outros putos lá das minhas bandas entre Março e Abril eramos todos salvo raríssimas excepções uns bons traquinitas.
Era normal em nós o assalto à fruta verde do vizinho que teimava em nos desafiar e nos servia na perfeição para as pifar e assim elas como que a nos castigar, nos provocavam altas caganeira, para  depois do alto das Fragas ser fácil fazer apostas de crianças para ver quem conseguia cagar de esguicho. Ver que atirava mais longe. Havia sempre uma cavilha ferrugenta que era sempre o  primeiro prémio a ser atribuído.
"Que dirá o Helder a isto?) Ou será que ele naquele tempo já era muito ecológico e não imundava o seu Rio Cagando
O mesmo acontecia cagar dentro dos barcos Valboeiros e dos Rabões Barcos maiores que por ali haviam e que de Midões faziam os transportes dos respectivos falecidos para o cemitério da Igreja da Raiva.
As cagadas no Rio eram menos divertidas, acabados de despejara a tripa cagadeira dava direito a um banho para lavar o rabiosque.  Depois pelo atrevimento de mergulhar no Rio, chovia nas orelhas. Era uma merda.
Um outro método de cagar e burrar tudo e depois dava direito a uma palamadas ou correiadas era com a dita caganeira caganar nos caminhos sempre a andar, o que dava para caganitar numa certa distância e quando caganitava um português caganitavam mais que três. Chovia oor tal maldade e depois muitas vezes até chovia porque em vez de andarmos atrás dos bóis para quando eles bostassem apanhar a bosta para tapar a porta do Forno da Fornada da Farinha do Milho que os Burroes dos Tis Zés Marias carregavam para a Estivada de baixo e depois tinhamos de ir atrás deles por caminhos pedregosos e pelo meio do monte para apanhar as caganitas da Cabras e as Cagalhotas dos Burros. A Mijadela era sempre a apertar a safardanita ( gaitita) e depois de muito apertar para atirar ir csaír mais longe.
Ainda hoje tenho esse privilégio de o poder fazer e faço-o,  porque me dá um gozo no capacete, quando ando junto à margem ou meio rio e ele provoca-me a respectiva vontade para cagalhar.. A tripa cagadeira, ainda não se esqueceu.
Mas amigos isto é segredo, porque falar só de merda é desilegante. Saibam e digam aos outros que há cagadelas que dão prazer e umas bombas a acompanhar sabem pela vida,às vezes a caraga é forte de mais e as bordas ficam a arder, para mais quando se tem amburródias, assim os barcos não accionam as minas submarinas porque aqueles torpedos por vezes mal cheirosos rebenta-nas todas.
Mas como diz o outro fica pelo prazer que nos dá , o resto passa depressa.
Já agora para terminar em Merda e sinceramente ela está no dicionário e não foi escrito por mim juro...
 Um Português. Uí, Uí compravion. Poruguês Português.... Raplinipon...
 Um Hermano
Um Francio foram a um concurso de merda o espanhol dava para carregar um Avião de Carga, segue- se o Francês, carregou uma navio de grande porte de carga. Foi o Português quiz cagar no Largo de S. Bento.
Foram para medir... Não havia merda nenhuma no exterior. Atribuíra o prémio ao Francês.
Passado duas semanas notícia a BBC. Incrível à oito dias que chove Merda em Londres.
O Prémio foi retirado ao Francês e atribuído ao Português que como sempre era o nosso Bocage  Marinheiro.
Pena que de lá do lopcal não tenha evaporada toda e ainda hoje lá vá parar tanta, se calhar até vinda desse tempo.
Já chega de Merda e cagadas uma óptima Segunda-Feira Limpa de Poluição.
E acreditem que tanto e tanto que se julgam importantes  e que muitos merdas mal cheirosos,lhe prestam vassalagem que trocados por merda ficam muito mas mesmo muito caros.

1 comentário:

edumanes disse...

Estou estupefacto como é que foste arranjar tanta merda? Talvez tenhas tido um trabalhão, para a encontrar. Visto que somos o país do mundo, onde nossas carteiras estão ficando cada vez mais limpas. Mas há uma coisa que continua a fazer cada vez mais borrada. É a política, essa está fazendo muita merda, e pelos vistos vai continuar.
Um abraço
Eduardo.