quarta-feira, 11 de agosto de 2010

De Velho se torna a Criança!!! A Economia do Meu tempo. Será que não servia na actualidade?


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A Verdadeira Economia, é aquela quando sobrevivemos com aquilo que produzimos.
As exportações é sempre servir a vontade do importador. Como ficar dependente do mesmo.
   Nesses tempos, enchiam-se as  feiras e os mercados públicos. Todo o trabalho de campo (e não havia bocado de terreno que não fosse cultivado) era feito pelos bois, já que os tractores só muito mais tarde apareceram.
     Acabadas as lavras (o povo chamava-lhe lavoeiras) esse gado de trabalho entrava em período de certo sossego e o lavrador pensava no lucro.
     O tratamento mais cuidado ajudava à recomposição dos animais, bois, toiros de trabalho que se iam ficando mais lustrosos e brilhante. Iam então para a feira, pois o "bom ganho" era a melhor recompensa para quem não se limitava a "trabalhar para aquecer".
     Dava gosto ( e eu sempre que podia o saboreava) assistir a esses contratos na Feira de Nojões).
      Se na casa havia moça vistosa e a "vender saúde" era ela que, na frente da junta e levantando a cabeça aos animais, fazia com que os bichos mostrassem todo o seu belo corpanzil a despertar a cobiça ao possivel comprador.
     De aguilhadas em punho e ares de quem sabe o que vende, o dono enaltece a cabeça airosa dos animais, a amplitude das ancas a suportarem uma caneca sem cair, a barbela farta e charmosa. O comprador volta e torna a voltar, aprecia a pelagem dos bichos e, porque tudo considera a seu gosto, entra-se no contrato.
     O pedido dá sempre para se tirar meia notita e, mais volta daqui e olhadela por trás, o negócio acaba por se fechar. Mão ao bolso, carteira sacada, e as notas cobiçadas passam para as mão do vendedor.
O cliente enlaça então os bichos por sua conta e as soga que os prendia antes é dobrada e enfiada no braço da moça, que sorri em sinal de satisfação.

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