quinta-feira, 21 de outubro de 2010

POEMA DE AGRDECIMENTO À "CORJA"






NA MOUCHE !!!!!!!!!!!!!!!!!...

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Belo POEMA no CNA ( Colégio Nun' Álvares de Tomar ) - Joaquim Pessoa ...

POEMA DE AGRADECIMENTO À " CORJA " ...

Obrigado, Excelências
  Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade de vivermos felizes e em paz.

    Obrigado pelo exemplo que se esforçam em nos dar de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem dignidade.
   Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada. Por não nos darem explicações.
   Obrigado por se orgulharem de nos tirar as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
  Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
  Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
  Obrigado pela vossa mediocridade. E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
 Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
 Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
 Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias um dia menos interessante que o anterior.
 Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
 Obrigado por nos darem em troca quase nada.
 Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade. Pelo chocante imerecimento da vossa  comodidade e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço. E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer, o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são. Para que não sejamos também assim. E para que possamos reconhecer facilmente quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa

2 comentários:

António Páscoa disse...

Aqui está a resposta, "NA MOUCHE"!

eduardo maria nunes disse...

As verdades sejam ditas
Quando há razão para o dizer
De tantas palavras escritas
O poema não devemos esquecer.

Só fala das verdades
O que acabaram de ler
Fazem mal as vaidades
A alguns podem querer.

A todos agradece
Por tudo o que fizeram
A desgraça que não esquece
Só tiraram e nada dera